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sábado, 24 de novembro de 2012

IBIZA CLOSING PARTY 2011 @ HD //THE MOVIE *****




Tá com "bala n'agulha", saldo bancário "saindo pelo ladrão", dá um pulo em Ibiza....Prá curtir o paraízo da música eletrônica, entre outras coisas....rsrsrsr

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HOME (Kino-Trailer)




Enviado por homeprojectDE em 24/04/2009


Em 200.000 anos de existência, homem tem perturbado o equilíbrio foi desenvolvido em 4 bilhões de anos. O preço é alto, mas é tarde demais para fazer o pessimismo. Restam apenas 10 anos para inverter a tendência da humanidade: temos finalmente de fazer com a exploração excessiva das riquezas da terra e precisa mudar nossos hábitos de consumo.


HOME é um filme de Yann Arthus-Bertrand, em co-produção com EuropaCorp (empresa de Luc Besson) e Elzévir de filmes com o apoio do PPR. HOME consiste em fotografias aéreas, que são as principais questões ambientais e ao mesmo tempo mostram que há soluções. CASA será lançada em 5 de junho de 2009, em todo o mundo e em todos os formatos de mídia. Ele pretende atingir como muitas pessoas e todos nós convencer que nós tem qualquer responsabilidade por este planeta.


5 De junho temos um compromisso com esta terra!

terça-feira, 20 de novembro de 2012

BRASIL E SEUS DESAFIOS


O Brasil tem muitos desafios pela frente, desafios que vem sendo empurrados com a barriga por décadas atrás. No interessante texto abaixo vemos alguns "flashes" do país atual e as polêmicas perspectivas segundo o Estado desenvolvimentista, a todo custo. É preciso um mínimo de consciência do que anda ocorrendo.  


Brasil: como criar as condições para a ‘Grande Transição’?

http://www.brasildefato.com.br/node/11169



Cândido Grzybowski*  14/11/12


Há alguns anos foi constituído um grupo de trabalho internacional –"The great transition initiative: visions and pathways for a hopeful future”– para pensar propostas e práticas de transição para uma civilização planetária enraizada na solidariedade, na sustentabilidade e no bem-estar humano. Tratava-se de definir como, em cada situação, desencadear processos, aqui e agora, que gestem a necessária transformação dos impasses a que nos levou o desenvolvimento capitalista industrial, produtivista e consumista, gerador de exclusões e desigualdades sociais eticamente inaceitáveis e, ao mesmo tempo, da destruição ambiental que ameaça todas as formas de vida e a integridade do planeta Terra. Como definir e criar as condições para isso no Brasil, hoje uma das festejadas potências emergentes?
Nunca é demais lembrar o quanto o Brasil é ainda um país profundamente injusto. Apesar de ser a sexta economia capitalista do mundo e dos enormes avanços recentes, induzidos por ativas políticas distributivistas dos governos do PT, temos mais de 16 milhões de pessoas vivendo como miseráveis, com menos de meio dólar per capita por dia, e outros mais de 30 milhões com no máximo 1 dólar por dia. São aproximadamente 20% da população total na pobreza e extrema pobreza, segundo critérios do Banco Mundial, sem contar que o critério de meio dólar ou 1 dólar por dia é simplesmente ridículo num país que pratica preços iguais aos dos países desenvolvidos.
Poderia enumerar várias gritantes desigualdades sociais em todos os campos, incluindo desigualdades de gênero e raciais. Mas talvez o maior contraste, revelador do tamanho das contradições, seja o dado revelado por O Globo, um jornal de perfil bem conservador, no dia 15 de outubro passado. Segundo o jornal, 4.640 milionários brasileiros (aqueles que têm ao menos US$ 30 milhões em conta bancária), têm riquezas que somam US$ 865 bilhões (em reais, R$ 1,764 trilhões). "É mais do que as reservas internacionais de todos os países da União Europeia juntos”, segundo o jornal. A renda per capita por dia de cada membro dessas riquíssimas famílias é de milhares de dólares! Esse é o Brasil, usando o critério tão ao gosto de um mundo dominado por mercados e dinheiro.
A questão da pobreza funciona como um divisor político no processo de democratização do Brasil e nas opções de desenvolvimento. O debate sobre o desenvolvimento no Brasil é dominado pela visão e pela proposta em relação ao quanto, como modelo e estratégia, ele é distributivista e se é capaz ou não de enfrentar a enorme pobreza. O debate da destruição ambiental, na arena pública, quando existe, tende a ser dominado pela questão da justiça social. O grande jogo político se faz em torno da justiça social, em que até amplos setores tradicionalmente predadores e conservadores se valem do argumento social para continuar o seu negócio.
Considero ainda embrionárias e até aqui com pouca capacidade de incidência política as demandas por aliar a dimensão da justiça social e a dimensão ambiental como faces da mesma questão. No Brasil, é ainda bem marginal o debate de alternativas ao desenvolvimento, de mudança de paradigma, de transformar processos. Fundamentalmente –e ainda mais nos governos sob hegemonia do PT, dos últimos 10 anos–, quer-se mais e mais desenvolvimento, do mesmo desenvolvimento produtivista e consumista, só que com inclusão social. Hoje estamos diante de um "novo desenvolvimentismo”, na verdade do velho modelo de desenvolvimento com raízes da Cepal combinado com políticas sociais mais ativas em termos distributivos… do crescimento. E tal crescimento, para praticar a inclusão social, precisa ser de 5 a 7% ao ano, como disse a nossa presidente Dilma no Fórum Social Temático, em Porto Alegre, em janeiro de 2012.
Esse é o ponto de partida, duro e difícil, de onde devemos partir para então pensar em mudar, definindo as propostas e analisando se e como é possível politicamente viabilizá-las. Devido à urgência que a mudança climática levanta, fixo meu olhar na questão energética, na questão do agronegócio e, para finalizar, no que é preciso criar em termos de imaginário mobilizador e de incidência no debate público para viabilizar um processo de transição para outro paradigma civilizatório.
A questão energética
O Brasil caminha a passos grandes, de verdadeira potência emergente, para soluções energéticas que vão torná-lo muito mais poluente do que é hoje. Na energia elétrica, devido às hidrelétricas, temos uma matriz de produção relativamente "limpa”, se não for contabilizado o passivo ambiental e social que as grandes barragens criaram ao serem implantadas e continuam criando hoje. Pensando o futuro e a demanda crescente por energia –pois, como nos dizem oficialmente, estamos longe do padrão de consumo de energia elétrica dos países desenvolvidos–, novas hidrelétricas precisam ser feitas. Hoje, o grande potencial de nova energia desse tipo se concentra nos grandes rios da Amazônia. Dá para imaginar o que significa construir de 40 a 60 hidrelétricas de médio e grande porte num território como a Amazônia? Quanta terra inundada, mata destruída e impacto no clima e na biodiversidade? Quantos territórios e povos indígenas devastados? Quantos ribeirinhos, posseiros e coletores de frutos da floresta perderão seu modo de subsistência?
O drama atual em torno de Belo Monte é revelador do que pode acontecer. Tenho dito, e repito aqui: com energia e mineração, com exploração da madeira e gado, depois soja, a Amazônia é o território brasileiro de espoliação e colonização. Colonização interna, do poder e da economia existente sobre o próprio povo brasileiro, de brasileiros sobre brasileiros, por setores sociais dominantes de outras áreas e grandes grupos empresariais, com olho no mercado mundial e, sobretudo, seu próprio bolso.
No debate político interno, se não for possível implementar o projeto de tornar a Amazônia um grande fornecedor de energia elétrica "sustentável”, o argumento bramido como ameaça é que vamos ser obrigados a construir mais e mais termoelétricas a carvão ou gás! Na prática, no entanto, o ritmo de construção de termoelétricas no país mostra que a estratégia prioritária dos promotores do desenvolvimento a pleno vapor é essa, independentemente de mais ou menos hidrelétricas.
Está claro que a opção do tal "novo desenvolvimentismo” é o binômio hidrelétricas e termoelétricas, como, aliás, está no Plano Decenal de Energia 2021. E, como fantasma, ronda a ameaça da energia nuclear. A moratória no nuclear, depois do grande desastre no Japão, é apenas temporária. O incrível é que, tendo o dobro de insolação da Alemanha, sejamos tão reticentes em utilizar essa dádiva e avançar estrategicamente na energia solar. A mesma atenção damos aos ventos que fazem tremular nossas palmeiras nos mais de 8 mil km de litoral; mas,... pouca energia elétrica geram.
No centro da questão energética, é preciso destacar o lugar estratégico das grandes construtoras. Fazem-se grandes barragens e usinas porque é um bom negócio para empreiteiras. Já existem estudos que mostram o potencial de pequenas hidrelétricas, voltadas às necessidades locais, sem grandes impactos ambientais e sociais para a sua implantação e posterior transmissão da energia gerada. Contabilizando tudo, as pequenas geradoras hidrelétricas em rede são muito menos invasivas e muito mais produtivas e democratizadoras da economia, alimentando a sustentabilidade nos territórios. Só que não é exatamente isso que se busca com o desenvolvimento que temos. O olhar sobre rios é sobre um recurso natural a explorar, e não aquela bacia integradora, bem comum compartido por quem aí vive. Nunca é demais lembrar que a opção por grandes barragens hidrelétricas no Brasil nunca foi por ser energia renovável, mas porque era frente de expansão para grandes negócios, induzida pelo Estado desenvolvimentista em aliança com grupos empresariais.
Mas o ‘calcanhar de Aquiles’ energético do Brasil emergente são as jazidas de petróleo do pré-sal. Ao mesmo tempo que no mundo cresce o debate sobre como sair da dependência da matriz energética fóssil – principal fonte de emissão de gases que ameaçam o clima –, nós estamos caminhando a passos largos para mergulhar dedos, mãos e a própria cabeça no petróleo. É emblemático que o petróleo seja visto e saudado como a nossa carta de alforria para entrar no seleto clube dos desenvolvidos. Vejo na questão do petróleo nosso grande desafio político para pensar como sair dessa armadilha do desenvolvimento. O pior de tudo é o senso comum que se forjou, que aponta o petróleo como a base para o grande salto do Brasil ao tal desenvolvimento; isso, sobretudo, no meio da "classe batalhadora” – os mais de 30 milhões que saíram do limiar da pobreza com as políticas distributivas recentes.
As estimativas atuais das reservas de petróleo do pré-sal são de 50 a 100 bilhões de barris. Estão espalhadas ao longo de 800 km, a cerca de 300 km da costa brasileira; estão entre 5 e 7 mil metros abaixo do nível do mar. Tudo isso revela que o desafio tecnológico da extração de tal petróleo é enorme, ainda mais depois do grande acidente no Golfo do México. Mas o governo brasileiro decidiu enfrentar esse desafio, e uma enorme arquitetura legal, institucional, financeira, industrial e operacional está sendo construída para passar de um pouco mais de 2 milhões de barris de petróleo/dia atuais para mais de 6 milhões em 2020. Claro, a maior parte para exportação. O Brasil vai contribuir com mais de 3 milhões de barris/dias para… Tudo continuar na mesma no mundo dependente de energia fóssil.
A questão é trágica, mas não é simples. Até recentemente (menos de 10 anos), o Brasil era um país em processo de industrialização dependente de petróleo. Ainda nos anos 1950 do século passado, uma grande mobilização em torno da campanha "O petróleo é nosso” levou o então presidente Vargas a criar a Petrobras e o monopólio do petróleo. Muita coisa se passou desde então, mas até hoje a Petrobras é vista como modelo de Estado empreendedor e facilitador do desenvolvimento, além de símbolo de uma cidadania que quer controlar o seu futuro. E é a Petrobras que, no arranjo institucional feito pelo governo do PT, está no centro da operação do pré-sal, revertendo a tendência de concessões para empresas privadas de lotes de exploração adotada pelo governo anterior. Também desde o Governo Lula, foi fixado um percentual de "componente nacional” nas enormes demandas de navios, sondas e tudo o mais da Petrobras, fazendo renascer uma agressiva indústria naval. Só para o pré-sal são mais de 60 navios petroleiros de grande porte –dada a distância da costa– e mais de 60 sondas para extração de petróleo em alto-mar. O movimento sindical, berço do PT, especialmente a Central Única dos Trabalhadores (CUT), é hoje a principal força de apoio ao projeto petrolífero.
Mas tem mais. O debate no Brasil não é se vale a pena explorar o petróleo ou deixá-lo onde está; pelo contrário. O debate é sobre como distribuir as rendas do petróleo... Foi proposta uma nova lei regulatória para todo o setor, a que volta botar a Petrobras no centro das operações. Na mesma lei se instituiu um fundo soberano, sob a administração federal, sobre o principal das rendas do petróleo, um pouco em sintonia com o que se fez na Noruega para fins sociais. Mas existem os royalties. Até agora, só os estados e municípios das áreas de extração e refino recebiam royalties. Com o pré-sal, instaurou-se uma disputa federativa, pois todos os Estados do país querem participar do butim. A confusão da disputa dos ovos de ouro de uma galinha petrolífera, que ainda não está produzindo, está na praça. O Rio de Janeiro, principal estado produtor, teve em 2011 uma gigantesca mobilização, de mais de 100 mil pessoas, em defesa dos royalties do petróleo! Vale a pena sinalizar que, de um ponto de vista capitalista, o Rio de Janeiro, em particular a cidade do Rio, está sendo transformada em cidade global pelos investimentos diretos dos grandes grupos, especialmente petroleiros. Como enfrentar isso? Existe ampla coalizão de forças, hoje, pró-petróleo.
No debate energético e em sua relação com a questão climática, importa observar de perto o papel do etanol para carros de passeio, área em que o Brasil foi pioneiro. Antes de tudo, deve ser registrado aqui que a motivação inicial para desenvolver a tecnologia e produção de etanol a partir da cana-de-açúcar não foi de ordem ambiental, mas comercial. Devido à crise do aumento dos preços de petróleo nos anos 1970 do século passado, que afetou enormemente o frágil equilíbrio das contas externas brasileiras, o regime militar decidiu apostar num substituto viável à gasolina para mover os carros e, com isso, dar condições de expansão para a indústria de automóveis instalada no Brasil, importante setor de empuxe do então "milagre econômico brasileiro” e, diga-se de passagem, berço do combativo movimento sindical, do PT e da CUT.
O etanol foi importante nos anos 1980 e início dos 90, mas sofreu com a redução relativa dos preços do petróleo e, sobretudo, com a descoberta do petróleo na costa brasileira, permitindo reduzir a dependência de importações. O bom, em termos ambientais, foi a manutenção da mistura de etanol à gasolina –algo em torno a 20%, em média–, que tem claros impactos positivos nas emissões dos carros, especialmente nas cidades. Mas a invenção dos carros flex –movidos a gasolina, álcool ou com uma mistura dos dois–, no começo dos anos 2000, permitiu que a produção de etanol desse um grande salto, a ponto de o governo brasileiro começar alardear que tinha encontrado a fórmula ideal para enfrentar um dos vilões das emissões, a frota crescente de carros de passeio no mundo. Na verdade, o etanol e o biodiesel, como seu correlato, não passam de agronegócio, uma das mais importantes bases do desenvolvimento do Brasil emergente. Seu impacto ambiental, do ponto de vista de emissões, até pode ser positivo, mas seu impacto social é devastador. Isso me remete à próxima questão.
A questão do agronegócio
Conta-se que um chinês, respondendo a uma pergunta sobre os emergentes agrupados no BRIC –o bloco, ainda emergente em termos geopolíticos, formado por Brasil, Rússia, Índia e China–, afirmou que, sem dúvida, esses países tentavam embarcar e tomar o leme do navio do poder, mas estava difícil. Em todo caso, havia possibilidades, dado que a China poderia ser a indústria do mundo; a Índia, a prestadora de serviços; a Rússia, a petroleira; e o Brasil, a fazenda. Trágica, mas boa imagem! Lembro isso para destacar uma verdade: o Brasil hoje depende muito do agronegócio como força de sua presença no mundo. Claro que isso significa transformar em "vantagens comparativas” – segundo a regra pétrea da competição capitalista nos mercados – o enorme patrimônio natural de que o Brasil é dotado, mas que deve ser conservado para o equilíbrio ambiental do planeta como um todo. Se acrescentarmos ao agronegócio o extrativismo mineral, temos somado, nas tais commodities, uma dependência crescente das exportações brasileiras da natureza (terra + minas + água + sol), em última análise. Existe, sim, capital e trabalho, mas tributários da natureza.
Ao menos na pauta de exportação, o Brasil claramente reprimariza a sua economia como estratégia de desenvolvimento. Nos últimos anos, tal dependência de produtos primários vem aumentando. Somados, só seis produtos primários (minério de ferro, soja, petróleo, carnes, açúcar de cana e café) chegam a mais de 44% das exportações brasileiras de janeiro a agosto de 2012 (fonte: O Globo, 15/10/12). Dizer que se trata de "extração” natural altamente tecnificada –no caso do agronegócio, uso de sementes transgênicas e raças melhoradas, maior consumo de agrotóxicos por hectare, muitas máquinas, aumento de produtividade– não resolve o fato de que estamos diante de um extrativismo baseado nas tais "vantagens comparativas”, destruidor da biodiversidade, de florestas, contaminador, produtor de alimentos processados de qualidade duvidosa e dependente de modernos latifundiários, parte da tradicional elite brasileira, vivendo nas cidades, ou de grandes grupos empresariais nada identificados com o mundo rural. Afinal, vantagens para quem?
Estamos, na verdade, diante de uma bomba social e ambientalmente devastadora. São menos de 70 mil os grandes proprietários de terras, num universo de quase 4 milhões de proprietários rurais, controlando quase 200 milhões de hectares, 25% do território nacional, o equivalente a mais de 2.800ha cada um, em média. Diante deles, quase dois milhões de famílias sem terra e outros dois milhões com pouca terra. Existe negócio mais excludente?
O agronegócio depende do controle da terra e da sua exploração livre de controle social e ambiental. O recente debate e luta em torno ao novo Código Florestal no Brasil é revelador do poder político do agronegócio. A "bancada ruralista” no Congresso Nacional tem poder de impor o que quer, tendo derrotado o Governo Dilma em todos os rounds. Isto num país onde os grandes proprietários rurais são 0,0... alguma coisa da cidadania!
É nesse ambiente que floresce o agronegócio, etanol de cana bem no centro, apesar do pouco peso nas relações externas até aqui (não é o caso do açúcar, a alternativa a produzir etanol, de que o Brasil goza de enorme vantagem comparativa). Estamos diante de um modelo de desenvolvimento da produção agrícola e pecuária que pouco espaço deixa aos agricultores familiares. Eles existem – e até em grande número. Resistem, apesar de tudo.
Por conquista deles, existe hoje o Pronaf –(Programa Nacional de Apoio à Agricultura Familiar), basicamente na forma de crédito subsidiado, numa escala do mais precário ao mais viável economicamente. Esses créditos diferenciados começaram nos anos 1990, depois de grande mobilização. Com o Governo Lula e, agora, Dilma, essa linha de crédito público cresceu muito, chegando a mais de R$ 18 bilhões/ano. Também desde o Governo Lula está vigente uma política de compras oficiais pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) de produtos da agricultura familiar para os programas públicos de alimentos (asilos, centros de atenção especial etc.), com grande impacto econômico e social, sem dúvida. Foi instituída ainda a obrigatoriedade de comprar 1/3 dos alimentos para a merenda escolar (são 48 milhões de refeições gratuitas por dia nas escolas do país) da agricultura familiar da região. São medidas no sentido da "grande transformação”. Mas até onde estão mudando a agricultura brasileira? Basta lembrar aqui que o agronegócio merece mais de R$ 120 bilhões de crédito agrícola; são muitas vezes mais do que a agricultura familiar.
Mais um aspecto relevante dessa questão deve ser mencionado aqui: a reforma agrária. Depois do crescimento das lutas e de uma memorável campanha no início dos 1980, a reforma agrária entrou na agenda política. Desde a Nova República –o regime que fez a transição da ditadura para a democracia, instaurado em 1985–, temos no Brasil ensaios de reforma agrária. A Constituição democrática de 1988 estabeleceu princípios legais para realizar a reforma agrária, por pressão popular e de movimentos sociais dos mais importantes do país, como o Movimento dos Sem Terra (MST). A realidade política do país, porém, é mais dura. Pouco se fez em termos de reforma agrária nestes anos. É duro dizer, mas nos governos petistas ficamos patinando, dando preferência ao crédito de apoio ao invés de um efetivo programa de desmonte da bomba antissocial do latifúndio predador social e ambiental. Enfim, fica claro que o agronegócio é parte do poder estabelecido, difícil de mudar numa perspectiva de bases mais democráticas, includentes e sustentáveis.
Pensar agricultura familiar, agroecologia e o direito humano ao alimento como pilares alternativos está na agenda de muitos sujeitos, sejam movimentos e organizações de agricultores, sejam entidades de cidadania e direitos que lutam por justiça social e já incorporam substantivamente a questão ambiental como marco redefinidor da própria luta por igualdade e participação. No entanto, há uma profunda assimetria de poder com o agronegócio, de visibilidade na agenda pública e de incidência nas políticas. Nunca é demais lembrar que a arquitetura política para acomodar contradições nos levou a ter dois ministérios: o Ministério da Agricultura, entregue ao agronegócio, e o Ministério do Desenvolvimento Agrário, próximo a movimentos sociais e organizações camponesas.
Para a questão alimentar temos o Consea (Conselho Nacional de Segurança Alimentar), órgão de assessoramento e monitoramento de políticas públicas, com maioria da sociedade civil em sua composição, talvez o melhor conselho dos muitos criados pelos governos petistas. Algumas conquistas foram feitas, como a já citada aquisição de alimentos da agricultura familiar pela Conab, a extensão da merenda escolar e a obrigatoriedade de 1/3 de alimentos que devem ser adquiridos da agricultura familiar da região. Tudo isso é possível, mas ocorrendo sob intensa disputa, onde os interesses do agronegócio frequentemente predominam.
Como criar as necessárias condições de transformação
Um primeiro aspecto a reconhecer aqui é o fato de que estamos diante de um Brasil que vem mudando. Não estamos mais naquela fase de capitalismo selvagem, da ditadura, sem contrapesos. Fizemos, sem dúvida, incríveis avanços sociais por meio de políticas ativas, como Bolsa Família (com apoio direto, em termos de renda, a mais de 13 milhões de famílias), aumento substancial do salário mínimo legal (de cerca de US$ 100 para mais de US$ 300), criação de milhões de empregos com direitos trabalhistas (algo como 15 milhões nos governos petistas), ampliação da cobertura previdenciária, expansão fenomenal do crédito para compra de bens de consumo e, sem dúvida, o controle da corrosiva inflação. Mas – isso também é forçoso reconhecer – fizemos sem mudar fundamentalmente a lógica do processo de desenvolvimento capitalista, sua estrutura social concentradora de ativos e sua base técnica industrial, produtivista e consumista, altamente predatória de recursos naturais; mercantilizando tudo; privatizando, se necessário. O Brasil é um exemplo de social-democracia de bem com o capitalismo nos dias de hoje, num contexto em que o neoliberalismo e, agora, sua crise põem em questão a viabilidade de tal modelo, especialmente na Europa.
Como mudar um quadro assim?
Na origem da recente "bonança” do Brasil está o movimento cidadão multifacetado e forte que impulsionou a democratização e que teve no PT a sua expressão política máxima, mas não a única. Sou dos que pensam que essa onda democratizadora está se rebentando e esgotando na praia. Não dá para esperar outra coisa da atual coalizão. Não vou entrar na análise específica de como o DNA político do PT mudou ao fazer aliança com os grandes grupos empresariais emergentes, em torno de um projeto de Brasil emergente. O fato político relevante é que a onda democratizadora, impulsionada mais pelas questões sociais que ambientais, está esgotando sua capacidade transformadora. Nova onda precisa ser reinventada, recriada.
Aí estamos diante de hipóteses e apostas políticas. Existem alternativas reais? Elas são viáveis? Que condições políticas precisam ser criadas? O bom é que cresce no Brasil a consciência ambiental. O quanto ela se alia à inevitável questão social, sem o que não há solução viável, ainda não está clara, ao menos no debate público, aquele que importa como ideário mobilizador para criar movimentos políticos capazes de realizar mudanças. Mas estamos longe de uma agenda coerente de mudanças viáveis. Temos ideias, mas elas são desarticuladas.
Em minha opinião, precisamos voltar às bases, fazer o que se fez na resistência e ao finalmente derrotar a ditadura. Trata-se de um trabalho de educação popular e cidadã, na visão libertária de Paulo Freire. Temos um enorme contingente da população "contaminada” pelo ideal do consumo, pois, afinal, é a primeira vez que o experimentam. Além do mais, é um grupo que busca a sua própria identidade emergente, por assim dizer, por meio de religiões pentecostais, muitas vezes. Que a religiosidade popular é um elemento fundamental sabemos há muito tempo. Mas agora enfrentamos religiões que não necessariamente são nossas aliadas, ao menos até aqui, no espectro político brasileiro. Como agir? Que papel devem desempenhar as organizações de cidadania ativa nesse particular? Ou outras entidades precisam ser inventadas? Que métodos políticos a inventar? Que pedagogia política?
O desafio maior para a democracia e a sustentabilidade, na perspectiva de uma transformação que importa, no Brasil, é conquistar corações e mentes para tal agenda. O imaginário mobilizador é o primeiro desafio. Precisamos ouvir, literalmente escutar, as ruas para entender e transformar as suas demandas. Nosso problema e maior desafio é de ordem cultural: falar para o que as pessoas sentem. Transformação só é possível com cidadania motivada e em ação.

Cândido Grzybowski é sociólogo, diretor do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase).
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sábado, 17 de novembro de 2012

IDF Pinpoint Strike on Ahmed Jabari, Head of Hamas Military Wing




Pois é, no carro estava um alto comandante da ala militar do Hamaz, "Ahmed al-Jabari". "Jabari" é tido como a mais alta autoridade do Islão a ser abatido desde 2008, quando Israel avançou contra Gaza, no que resultou na morte de mais de 1500 pessoas, muitas delas, crianças. 

Se os EUA tivessem, por exemplo, o carro do GE. Colin Powell, ou de um outro coronel com grande status midiático e altamente considerado entre o povo norte-americano, explodido por terroristas sírios, libaneses, ou turcos, o que fariam?? Basta recordar a década pós o fatídico "Woord Trade Center", com toda polêmica quanto aos reais culpados, etc etc, e demais explicações que até hoje norte-americanos com capacidade de análise esperam que um dia venham a ser elucidadas. Uma década de demonstração de superioridade bélica e de como o horror pode ser levado a um país,  qualquer seja a distancia em que se encontre do "Pentágono". 

Não posso nem pretendo aqui defender sionistas nem palestinos, nem entrar na briga de qual povo é mais antigo na região, etc etc...Papo que não leva a nada.Tem cara defendendo que todo aquele território, incluindo Gaza era dos judeus a mais de 4.000 anos atrás??...Como ele sabe disso, só deus pode responder...rsss

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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Freegaza - seção Notícias

Freegaza - seção Notícias

Casa


O movimento Gaza Livre é um grupo de direitos humanos que, desde agosto de 2008, tentou viajar 10 vezes para Gaza pelo mar para quebrar estrangulamento ilegal de Israel on1.5 milhões de civis palestinos. Entramos Gaza com sucesso cinco vezes em 2008, no entanto, que foram violentamente interceptada em quatro viagens, incluindo MAIO de Israel 31, 2010 ataque letal em nosso Flotilha da Liberdade, quando nove dos nossos colegas foram mortos e muitos mais feridos por soldados israelenses. E, na viagem décimo em julho de 2011, a Grécia nos impediu de sair como Israel e os EUA a ocupação israelense de Gaza terceirizada para a Grécia. (Veja também www.witnessgaza.com )

Nós navegamos como uma expressão de ação cidadã, não-violenta direta, confrontando os abusos de Israel em curso de direitos humanos palestinos e política e continuarão a desafiar o cerco ilegal de Israel em Gaza.

Agressão de Israel em Gaza: Coluna de Fogo Escrito por Movimento Gaza Livre
15 Novembro 2012

Posted in Notícias



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Em 14 de novembro de 2012, as forças de ocupação israelenses (IOF) desencadeou outro massacre em Gaza. Em apenas um dia, 15 palestinos foram mortos, a maioria deles mulheres e crianças. Dezenas ficaram feridos, casas destruídas e os hospitais em Gaza estão sobrecarregados com os feridos. Israel e seus apologistas dizem que esta é uma guerra, mas o povo de Gaza não têm nenhum militar, nenhum avião ou tanques ou helicópteros ou zangões. Eles são em grande parte de uma população civil presa na maior prisão ao ar livre no mundo. Eles não podem correr ou se esconder ou fugir. Eles são, de fato, sentado metas para os jogos de guerra israelenses. Ontem, ouvimos de um dos internacionais, Adie Mormesh em Gaza. Sua mensagem está abaixo

"Aqui em Gaza, mais de 10 pessoas foram mortas até agora na operação israelense chamado" Pilar da Defesa "nos últimos 7 horas, incluindo inúmeras crianças, como sete anos de idade, filho Ranan Arafat e um bebê de 11 meses de idade. Nós vimos corpos carbonizados de crianças mortas e feridas derramando para o hospital Al Shifa da Cidade de Gaza e os outros hospitais esgotados em torno da Faixa de Gaza. Houve 50 ataques aéreos toda a Faixa de Gaza até o momento. Explosões ensurdecedoras abalou a todos nós, como bombas caiu perto de nós nas ruas perto das Universidades. Enormes explosões estão aterrando em torno de nós na Cidade de Gaza, enquanto escrevo, algumas famílias inteiras foram feridos. Nós também podemos ouvir o bombardeio de helicópteros israelenses. (A máquina de guerra israelense anunciará) ... uma invasão terrestre israelense possível muito em breve "... um medo alimentado por líderes israelenses caindo panfletos no norte de Gaza aviso de uma invasão terrestre iminente.

O presidente egípcio, Mohamed Morsi chamou o israelense ações "agressão desenfreada na Faixa de Gaza", e das Relações Exteriores egípcio Mohamed Amr ministro tem ", advertiu Israel contra as consequências da escalada e os reflexos negativos que ela pode ter sobre a segurança ea estabilidade da região". O novo governo egípcio é liderado pelo Partido Liberdade e Justiça, que emitiu um comunicado dizendo: "A agressão contra Gaza devassa prova que Israel ainda tem de perceber que o Egito mudou e que o povo egípcio que se revoltaram contra a opressão não aceitará Gaza agredir . "

No entanto, o Estado Democrático Um grupo em um comunicado, também assinado pelo professores universitários União e Campanha dos Estudantes Palestinianos para o Boicote Acadêmico de Israel é cético. Ele reiterou a sua condenação "da conspiração internacional de silêncio e impotência árabe em face desses crimes contínuos de Israel ... Notamos que não uma única ação contra Israel foi tomada por qualquer país árabe. Será que a Primavera Árabe ficar de lado e assistir enquanto estamos sendo massacrados? Retórica vazia não serão mais aceitos. Palavras de condenação tem de ser traduzida em ação. "

Hospitais de todo o Faixa têm sido inundados com as vítimas dos ataques. Falando em uma conferência de imprensa do lado de fora do hospital al-Shifa, o Dr. Mafed el-Makha el-Makhalalaty, o Ministro da Saúde, explicou que os hospitais estão sofrendo escassez devido ao encerramento permanente da Faixa de Gaza e os ataques aumentaram durante a última semana. Ataques de hoje têm hospitais esquerda esgotados de medicamentos e suprimentos médicos.

Estamos chamando em seu apoio ao povo sitiado da Faixa de Gaza. Você pode fazer a diferença. Aja agora para parar outro banho de sangue em Gaza. Desde que Israel tem a aprovação tácita do governo dos EUA, bem como armas de destruição em massa, favor ligar para os seguintes números, mesmo se você não é um americano: Por favor, seja educado, mas firme.

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Me recuso a acreditar que o Estado de Israel; enquanto os Fóruns Internacionais vão jogando suas arengas aos ventos da mídia;  vá cometer uma carnificina na sitiada Gaza???.... 
Também já existem links na rede via Espanha que estão denunciando o corte total das comunicações da "Faixa de Gaza" com  mundo. Nem rádio, fone, tv, internet, nada funcionaria. Não sei até onde isso pode ser verdade. 
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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Comédia Midiática da Jurisprudência Política





PRONUNCIAMENTO DE JOSÉ DIRCEU
12/11/12

Pronunciamento de José Dirceu ao saber da condenação pelo STF no caso do “mensalão”, pena de 10 anos e 10 meses em regime fechado.

Dediquei minha vida ao Brasil, a luta pela democracia e ao PT. Na ditadura, quando nos opusemos colocando em risco a própria vida, fui preso e condenado. Banido do país, tive minha nacionalidade cassada, mas continuei lutando e voltei ao país clandestinamente para manter nossa luta. Reconquistada a democracia, nunca fui investigado ou processado. Entrei e saí do governo sem patrimônio. Nunca pratiquei nenhum ato ilícito ou ilegal como dirigente do PT, parlamentar ou ministro de Estado. Fui cassado pela Câmara dos Deputado e, agora, condenado pelo Supremo Tribunal Federal sem provas porque sou inocente.

A pena de 10 anos e 10 meses que a suprema corte me impôs só agrava a infâmia e a ignomínia de todo esse processo, que recorreu a recursos jurídicos que violam abertamente nossa Constituição e o Estado Democrático de Direito, como a teoria do domínio do fato, a condenação sem ato de ofício, o desprezo à presunção de inocência e o abandono de jurisprudência que beneficia os réus.

Um julgamento realizado sob a pressão da mídia e marcado para coincidir com o período eleitoral na vã esperança de derrotar o PT e seus candidatos. Um julgamento que ainda não acabou. Não só porque temos o direito aos recursos previstos na legislação, mas também porque temos o direito sagrado de provar nossa inocência.

Não me calarei e não me conformo com a injusta sentença que me foi imposta. Vou lutar mesmo cumprindo pena. Devo isso a todos os que acreditaram e ao meu lado lutaram nos últimos 45 anos, me apoiaram e foram solidários nesses últimos duros anos na certeza de minha inocência e na comunhão dos mesmos ideais e sonhos.

José Dirceu

O cara foi condenado por ter “criado” ; - comprou sim e não tinha outro jeito, pois que ganhou as eleições tinha sido só o Lula, o PT não tinha ganhado nada - ; a base de apoio ao governo Lula, que acabou por se mostrar um dos melhores e que mais deu dignidade ao Brasil nos últimos 50 anos...E para cúmulo da ironia e surrealismo político brasileiro, José Dirceu é condenado por ter criado uma base de apoio, sem a qual o Presidente teria sido um boneco-ventríloquo nas mãos dos oligarcas.

Comprou apoio político?? Comprou sim, o apoio dos POLÍTICOS DA DIREITA NATIVA...Ou como achavam que o então filho de retirantes do nordeste, sem um único Diploma acadêmico, forjado nas lutas políticas sindicais, mas sem maiores conhecimentos com as familiocracias do mundo político, recém empossado como Presidente do Brasil, iria governar o país de dimensões continentais?

Lembro das primeiras Comissões de Ética televisionadas que discutiram o “mensalão”, e lembro do Sr. Roberto Jeferson dizendo mais ou menos o seguinte: “...Eles pensavam que tinham comprado a todos nós, mas a mim não, e falei para o partido não aceitar dinheiro deles...”. Quando na verdade ele já era acusado no esq         uema de propina na CPI do Orçamento desde 1993. E em 2005, envolvido num esquema de corrupção no setor dos Correios, ele de bronca, resolveu denunciar a compra pelo Governo de deputados federais de vários partidos, que denominou como “mensalão”, termo logo encampado pela mídia.
Roberto Jeferson teve seu mandato cassado, mas continua a receber sua aposentadoria de deputado aposentado.

Aliás, políticos dos partidos beneficiados pelo “mensalão”, semana sim semana não, estão estampados nas primeiras páginas da mídia com envolvimentos em escândalos políticos incríveis. 

E "vamo q vamo"....a comédia continua...

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sexta-feira, 9 de novembro de 2012



Acabo de ouvir na TV que a Presidenta Dilma foi inaugurar uma adutora que levará água do rio São Francisco para meia-dúzia de municípios carentes de água.

Porém, achei hilário quando o cara da TV exaltou o tom ao dizer que, o Governo destinou para a construção do canal de 284 quilômetros que irá abastecer os municípios, (mais de R$140milhões)!!!....rssss....R$140milhões para abastecer 6 municípios que provavelmente devem ter, todos juntos, umas 30.000 pessoas, no mínimo!!...Isso no início da segunda década do século XXI????...E para início do funcionamento da adutora chamaram até a Presidenta do país!? ...

Só na construção do “Estádio do Corinthians” em Sampa para a Copa do Mundo 2014, está previsto um custo da ordem de R$820milhões, via BNDES !!??...Para um Estádio de futebol...rssssssss

                                    Itaquerão

E o que falar do "Estádio Nacional" em Brasília, abaixo, custo de RS812milhões; fora a cobertura que custará R$173.9milhões?????

Em tempo: O Campeonato Estadual de futebol goiano tem tão somente 10 times!! E todos já tem seus respectivos campos. O que será dessa suntuosa construção após a Copa 2014 é algo que só os deuses podem responder. Na África do Sul, palco da última Copa, tem um belo e portento estádio, que o Governo já estuda a possibilidade de colocá-lo abaixo por não ter como sustentá-lo. 



                                          Estádio Nacional



Na África do Sul, palco da última Copa, tem um belo e portento estádio, que o Governo já estuda a possibilidade de colocá-lo abaixo por não ter como sustentá-lo, mas por enquanto vem adiando a decisão com a utilização da mega-obra para jogos de rugby, shows, casamentos e até funerais.  
                               Estádio Sul Africano de R$1Bi!

Só pra lembrar que o Custo da Copa do Mundo 2014, após recente  aumento de 14,6%,  já está em R$27.3BI!!!....Sendo que mais de R$16BI vem do Governo. 

Para não falar das obras dos imensos canais que iriam abastecer com águas do rio São Francisco vários Estados do nordeste, que se encontram paradas, com falhas na construção, a um custo já pago da ordem de R$8.2BI e com a realização todo o projeto adiada para 2015. 

E "vamo que vamo". ...

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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

MINISTÉRIOS E MINISTROS DO BRASIL - 2012





Esplanada dos Ministérios - Brasília






MINISTÉRIOS NO BRASIL E "SECRETARIAS" COM STATUS DE MINISTÉRIO: 

08/11/2012


1 -Advocacia-Geral da União – Luiz Inácio Lucena Adams
http://www.agu.gov.br 

2 - Banco Central do Brasil  - “Alexandre Tombini”
http://bcb.gov.br
3 -Casa Civil da Presidência da República – “Gleise Hofman”
http://www.casacivil.gov.br
4 - Controladoria Geral da União – “Jorge Hage”
http://www.cgu.gov.br
5 - Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República  -
http://www.gsi.gov.br
6 - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – “Mendes Ribeiro Filho”
http://www.agricultura.gov.br
7 - Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – “Marco Antonio Raupp”
http://mct.gov.br
8 - Ministério da Cultura – “Marta Suplicy”
http://www.cultura.gov.br
9 - Ministério da Defesa  - “José Pedro de Aguiar-Branco”
http://www.defesa.gov.br
10 - Ministério da Educação – “Fernando Hadadde”
http://www.mec.gov.br
11 - Ministério da Fazenda – “José Mauro Gomes”
http://www.fazenda.gov.br
12 - Ministério da Integração Nacional – “Fernando Bezerra Coelho”
http://integracao.gov.br
13 - Ministério da Justiça – “Mariana Delgado de Carvalho Silva”
http://portal.mj.gov.br
14 - Ministério da Pesca e Aquicultura – “Marcelo Crivella”
http://www.mpa.gov.br
15 - Ministério da Previdência Social – “Garibaldi Alves Filho”
http://www.previdencia.gov.br
16 - Ministério da Saúde  - “Alexandre Padilha”
http://www.saude.gov.br
17 - Ministério das Cidades  - “Aguinaldo Ribeiro”
http://www.cidades.gov.br
18 - Ministério das Comunicações – “Paulo Bernardo”
http://www.mc.gov.br
19 - Ministério das Relações Exteriores – “Virgínia Bernardes de Souza Taniatti”
http://www.itamaraty.gov.br
20 - Ministério de Minas e Energia – “Édson Lobão” 
http://www.mme.gov.br
21 - Ministério do Desenvolvimento Agrário – “Pepe Vargas”
http://www.mda.gov.br
22 - Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome – “Tereza Campello”
http://www.mds.gov.br
23 - Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior – “Fernando Pimentel”
http://www.mdic.gov.br
24 - Ministério do Esporte – “Aldo Rebelo”
http://www.esporte.gov.br
25 - Ministério do Meio Ambiente – “Izabella Teixeira
http://www.mma.gov.br
26 - Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão – “Luiz Hamilton de Queiroz Pontes” -
http://www.planejamento.gov.br
27 - Ministério do Trabalho e Emprego – “Brizola Neto”
http://www.mte.gov.br
28 - Ministério do Turismo – “Gastão Vieira”
http://www.turismo.gov.br
29 - Ministério dos Transportes – “Paulo Sérgio Passos”
http://www.transportes.gov.br



SECRETARIAS :

30 - Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República 
http://www.sae.gov.br
31 - Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República
http://www.aviacaocivil.gov.br/
32 - Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
http://www.secom.gov.br
33 - Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República 
http://www.direitoshumanos.gov.br
34 - Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República 
http://www.portaldaigualdade.gov.br
35 - Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República 
http://www.sepm.gov.br
36 - Secretaria de Portos da Presidência da República 
http://www.portosdobrasil.gov.br
37 - Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República 
http://www.relacoesinstitucionais.gov.br
38 - Secretaria-Geral da Presidência da República 
http://www.secretariageral.gov.br]

39 – Ministério da Pequena e Micro Empresa – (aprovado este mês e ainda a ser endossado pela presidência).

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Só quem está lá no "Olimpo" do poder, prá aquilatar o "cabide" de cargos instalado em cada um dos Ministérios ou de cada Secretaria com nível ministerial???

Já tivemos gabinete de Senador que tinha sua empregada doméstica na folha de pagamentos(??); (o gabinete pagava o salário da empregada doméstica(??); imagina um Ministério??? 

Aliás, acho hilário "Secretaria com Status de Ministério"??!!.."Cabide" de cargos com bons salários e privilégios afins, para parentes das familiocracias ou de apaniguados....O erário paga....Só rindo mesmo, riso de indignação com pitada de ironia, para não alimentar revolta impotente. 

domingo, 4 de novembro de 2012

Terras perdem duas toneladas de ouro por mês | Amazônia | Acritica.com - Manaus - Amazonas

Terras perdem duas toneladas de ouro por mês | Amazônia | Acritica.com - Manaus - Amazonas

Exploradores de ouro violam terras indígenas e matam Yanomanis com água envenenada por mercúrio.

Mais uma denúncia cruel contra a população nativa do país e sob o endosso das mais altas autoridades políticas(??)!!

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sexta-feira, 2 de novembro de 2012

1 GBPS CONNECTION 700mb in 15 secs






   

A velocidade da internet no Japão e o que um 1Giga de velocidade é capaz de fazer!!

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