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segunda-feira, 7 de março de 2011
Airstrikes in Libya did not take place - Russian military
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http://anzoateguivive.com/2011/03/03/%c2%bfy-si-todo-es-mentira-ejercito-ruso-afirma-que-ataques-aereos-contra-manifestantes-en-libia-nunca-ocurrieron-los-satelites-desmienten-al-imperio/
Imágenes satelitales tomadas desde el espacio sugieren que los supuestos ataques aéreos que se llevaron a cabo el 22 de febrero sobre Benghazi y Trípoli, fueron un artificio usado como pretexto para una intervención militar “humanitaria”
El ejército ruso afirma que los supuestos ataques aéreos lanzados por el líder libio Muammar Gaddafi en contra de manifestantes la semana pasada no ocurrieron. El evento, aprovechado por los medios internacionales como una justificación para una intervención militar “humanitaria”, fue un engaño artificioso.
Según un reporte de la corresponsal de Russia Today, Irina Galushko, altos oficiales del Estado Mayor Conjunto de Rusia que monitorean imágenes de satélites espaciales concluyeron que, “algunos de los informes hechos por los medios occidentales no corresponden en su totalidad a las fotos que ellos han obtenido”.
Los supuestos ataques aéreos que se llevaron a cabo el 22 de febrero sobre Benghazi y Tripoli, los cuales fueron ampliamente informados para los gustos de medios como la BBC, no fueron registrados por los jefes militares rusos que estudian las imágenes que vienen de los satélites.
Las fotos muestran que, “nada de eso ha estado ocurriendo sobre el terreno”, afirma Galushko, añadiendo que no hay evidencia filmada por cámaras de televisión que sugiera que cualquier ataque aéreo se llevó a cabo.
Destacó que aunque no cabe duda de que el ?egimen de Gaddafi actualmente está aplicando medidas para contrarrestar las acciones de los rebeldes, quienes han tomado la zona oriental del país, la afirmación inicial de que ataques aéreos eran realizados en contra de los manifestantes fue ?incondicionalmente repetida por los medios de comunicación la semana pasada, pese a que existe poca evidencia de los mismos.
?De esta manera, se concluye que la hipótesis del horror de la muerte lloviendo desde arriba y la matanza de personas inocentes, sin mencionar los supuestos ataques de aviones predadores no tripulados , fue infinitamente exagerada por los medios occidentales y líderes políticos, como una clara justificación para una campaña militar conducida por EEUU y la OTAN para derrocar a Gaddafi, bajo supuestos argumentos “humanitarios”.
Libia posee las reservas de petróleo más grandes en toda África.Fuente/Russia Today, Agencias
Traducido del inglés por Ivana Cardinale para el Correo del Orinoco
Raúl Bracho
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Pois é, precisamos tomar cuidado com a avalanche de notícias que nos chegam, se quisermos ter uma avaliação mais correta possível sobre o que está rolando na Líbia.
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São Clemente 2011 - Samba Oficial
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O fato de no fantástico livro “O INFERNO DE DANTE”, não existir a passagem dos sofrimentos devidos aos tagarelas compulsivos, torturadores insanos de telespectadores, “ancoras” e comentaristas a serviço da “Plin Plin”, ao quererem competir com seus comentários inoportunos quando não imbecis, contra o maior espetáculo da maior festa pagã do planeta, na cobertura dos desfiles das Escolas de Samba de São Paulo e do Rio, que acham que são imprescindíveis as arengas que expelem nos microfones para milhões de reféns que apenas desejam ver o grande espetáculo na avenida, é porque obviamente não existia a televisão na época do grande escritor italiano.
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Crítica sobre o CARNAVAL - Jornalista Rachel Sheherazade - Tambaú Notícias
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EM RESPOSTA AINDA QUE TARDIA AO VÍDEO DA "ÂNCORA" DA "TV TAMBAÚ":
A jornalista Rachel Sheherazade da Tv “Tambaú Notícias”, do Piauí, resolveu espinafrar com o Carnaval no Brasil; maior festa pagã do planeta, atacando em especial os “Trios Elétricos” do nordeste, mas atingindo (toda) a famosa festa de início de ano no país.
Falou algumas verdades conhecidas a exaustão, mas com um tom de neófita recém convertida.
A bem da verdade não falou novidade nenhuma. Qualquer brasileiro com meia dúzia de neurônios funcionando sabe que o Carnaval se tornou uma máquina de fazer dinheiro, que rende trocentos milhões ao turismo brasileiro. Se tornou a segunda grande Marca do país, perdendo apenas para o Futebol.
Falar que o Carnaval é o circo no país onde falta pão na mesa dos pobres, é apenas repetir um slogan marxista, (duvido que tenha lido sequer o “Manifesto do Partido Comunista” de Marx), de uns 60 anos atrás. Aliás, o seu “desabafo” se deve a uma pesquisa que ela teria feito sobre as origens do Carnaval, coisa recente, segundo deixou a entender a jornalista “recém” esclarecida.
Falou que o Carnaval é desfrutado apenas pelos ricos nos camarotes e quem tem dinheiro para comprar os “abadas”. Como se ninguém soubesse disso.
Como se “desconhecesse” que todos numa Escola de Samba pagam pela fantasia que vão usar. Francamente...
Se achou indignada com a quantidade de ambulâncias e de policiais durante os desfiles dos Trios Elétricos. Imaginem centenas de milhares de pessoas juntas, com apenas uma meia dúzia de ambulâncias espalhadas por toda a orla marítima e ruas do trajeto da folia?? Do grande contingente de policiais no evento, falou que está em falta no cotidiano do cidadão de bem; máxima do terrorismo psíquico, repetida ad-nausean pelos programas policiais pró Estado policial.
Hilário foi ela falar que quem ganha com o Carnaval são só os donos de cervejarias e os proprietários dos Trios Elétricos?? A Secretaria de Turismo do Estado devia chama-la para alguns esclarecimentos importantes quanto ao incremento turístico proporcionado pelo Carnaval em todo o país. Até famílias que possuem quartos vazios durante todo ano, incrementam a renda familiar na semana do evento.
Confortavelmente instalada em uma Emissora que, segundo consta, para se filiar ao SBT acabou com toda programação local, despediu grande parte dos funcionários antigos, e é tida atualmente como a vice-líder em audiência na região; desconheço até onde vão suas preocupações com os pobres do seu Estado, mas não posso dar crédito a uma “âncora” de TV, por mais óbvias que sejam suas palavras, quando para conseguir um pouco de atenção para si, resolve falar mal do Carnaval só por ser o evento do momento.
Contudo, pra não dizer que não apoiei nada do que falou, endosso sua decepção para com as músicas cantadas pelos Trios Elétricos, um mau gosto de dar medo!! Mas daí a estender uma suspeita ira contra o Carnaval, a maior expressão de arte, beleza, som e alegria de um povo (quer queira ou não), sem igual no planeta, é querer colocar sua necessidade de fama além dos limites.
De resto, quero deixar aqui expresso que, não será jamais por esse seu lamentável pronunciamento em uma emissora de TV que eu a admirarei, ainda que tenha tido por ele o conhecimento de uma bonita mulher.
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EM RESPOSTA AINDA QUE TARDIA AO VÍDEO DA "ÂNCORA" DA "TV TAMBAÚ":
A jornalista Rachel Sheherazade da Tv “Tambaú Notícias”, do Piauí, resolveu espinafrar com o Carnaval no Brasil; maior festa pagã do planeta, atacando em especial os “Trios Elétricos” do nordeste, mas atingindo (toda) a famosa festa de início de ano no país.
Falou algumas verdades conhecidas a exaustão, mas com um tom de neófita recém convertida.
A bem da verdade não falou novidade nenhuma. Qualquer brasileiro com meia dúzia de neurônios funcionando sabe que o Carnaval se tornou uma máquina de fazer dinheiro, que rende trocentos milhões ao turismo brasileiro. Se tornou a segunda grande Marca do país, perdendo apenas para o Futebol.
Falar que o Carnaval é o circo no país onde falta pão na mesa dos pobres, é apenas repetir um slogan marxista, (duvido que tenha lido sequer o “Manifesto do Partido Comunista” de Marx), de uns 60 anos atrás. Aliás, o seu “desabafo” se deve a uma pesquisa que ela teria feito sobre as origens do Carnaval, coisa recente, segundo deixou a entender a jornalista “recém” esclarecida.
Falou que o Carnaval é desfrutado apenas pelos ricos nos camarotes e quem tem dinheiro para comprar os “abadas”. Como se ninguém soubesse disso.
Como se “desconhecesse” que todos numa Escola de Samba pagam pela fantasia que vão usar. Francamente...
Se achou indignada com a quantidade de ambulâncias e de policiais durante os desfiles dos Trios Elétricos. Imaginem centenas de milhares de pessoas juntas, com apenas uma meia dúzia de ambulâncias espalhadas por toda a orla marítima e ruas do trajeto da folia?? Do grande contingente de policiais no evento, falou que está em falta no cotidiano do cidadão de bem; máxima do terrorismo psíquico, repetida ad-nausean pelos programas policiais pró Estado policial.
Hilário foi ela falar que quem ganha com o Carnaval são só os donos de cervejarias e os proprietários dos Trios Elétricos?? A Secretaria de Turismo do Estado devia chama-la para alguns esclarecimentos importantes quanto ao incremento turístico proporcionado pelo Carnaval em todo o país. Até famílias que possuem quartos vazios durante todo ano, incrementam a renda familiar na semana do evento.
Confortavelmente instalada em uma Emissora que, segundo consta, para se filiar ao SBT acabou com toda programação local, despediu grande parte dos funcionários antigos, e é tida atualmente como a vice-líder em audiência na região; desconheço até onde vão suas preocupações com os pobres do seu Estado, mas não posso dar crédito a uma “âncora” de TV, por mais óbvias que sejam suas palavras, quando para conseguir um pouco de atenção para si, resolve falar mal do Carnaval só por ser o evento do momento.
Contudo, pra não dizer que não apoiei nada do que falou, endosso sua decepção para com as músicas cantadas pelos Trios Elétricos, um mau gosto de dar medo!! Mas daí a estender uma suspeita ira contra o Carnaval, a maior expressão de arte, beleza, som e alegria de um povo (quer queira ou não), sem igual no planeta, é querer colocar sua necessidade de fama além dos limites.
De resto, quero deixar aqui expresso que, não será jamais por esse seu lamentável pronunciamento em uma emissora de TV que eu a admirarei, ainda que tenha tido por ele o conhecimento de uma bonita mulher.
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sábado, 5 de março de 2011
BLOG DO PLANALTO - TRANSCRIÇÃO DE EMAIL
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Itamaraty divulga nota à imprensa sobre conflito nos países árabes:
O Ministério das Relações Exteriores divulgou, nesta sexta-feira (4/3), nota à imprensa sobre posicionamento do governo brasileiro diante do conflito nos países árabes.
O documento diz que “o governo e o povo brasileiros se solidarizam com as eloquentes manifestações das sociedades no mundo árabe em favor da realização de suas justas aspirações e anseios por maior participação nas decisões políticas, em ambiente democrático, com perspectivas de crescimento econômico e inclusão social, capaz de gerar oportunidades de emprego, liberdade de expressão e dignidade humana”.
A nota informa ainda que o ministro Antonio Patriota, durante visita a Pequim, tratou do tema nas conversas com o ministro de Negócios Estrangeiros da China, Yang Jiechi. Informa ainda que o assunto deverá ser tratado, igualmente, em reunião com o assessor de Segurança Nacional da Índia, embaixador Shiv Shankar Menon, em encontro amanhã, em Nova Delhi. “Além disso, o ministro Patriota tenciona coordenar-se com seus homólogos da Índia e da África do Sul, em reunião Ministerial do IBAS, a realizar-se na capital indiana, em 8 de março, em momento em que os três países têm assento no Conselho de Segurança da ONU”, diz.
A seguir a íntegra da nota à imprensa divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores
Ministério das Relações Exteriores
Nota à Imprensa nº 88
4 de março de 2011
Situação nos países árabes
No momento em que o mundo árabe passa por período de profundas mudanças, é importante reafirmar a parceria existente entre América do Sul e países árabes, conforme consignado na Declaração de Brasília por ocasião da Primeira Cúpula América do Sul- Países Árabes, em 2005.
Nessa ocasião, com base nos laços humanos e culturais, bem como nas aspirações que as unem, as duas regiões afirmaram que, para promover a paz, a segurança e a estabilidade mundiais, a cooperação bi-regional deve ser norteada pelo compromisso com o multilateralismo, o respeito ao Direito Internacional e a observância dos Direitos Humanos e do Direito Internacional Humanitário; com o desarmamento e a não-proliferação de armas nucleares e de outras armas de destruição em massa.
O Governo e o povo brasileiros se solidarizam com as eloquentes manifestações das sociedades no mundo árabe em favor da realização de suas justas aspirações e anseios por maior participação nas decisões políticas, em ambiente democrático, com perspectivas de crescimento econômico e inclusão social, capaz de gerar oportunidades de emprego, liberdade de expressão e dignidade humana. Manifestam, ainda, a expectativa de que as transformações em curso ocorram em ambiente pacífico, sem arbitrariedade ou uso da força.
A suspensão da Líbia do Conselho de Direitos Humanos pela Assembleia Geral das Nações Unidas, em resolução co-patrocinada pelo Brasil e adotada por consenso, com apoio dos países árabes e africanos, foi decisão sem precedentes, que afirma a expectativa de pleno respeito dos direitos humanos dos manifestantes líbios.
Conforme ressaltou a Secretária de Direitos Humanos da Presidência da República, Ministra Maria do Rosário, na abertura da 16ª Sessão do Conselho de Direitos Humanos (CDH) – Segmento de Alto Nível da Organização das Nações Unidas (ONU), em Genebra, na Suíça, em fevereiro último, “eventuais ondas migratórias devem ser tratadas com humanidade, com respeito aos direitos humanos, com compreensão pela diversidade e sem xenofobia.”
Onde surjam situações de emergência humanitária, faz-se necessário assegurar acesso tempestivo e irrestrito aos prestadores de assistência humanitária. Igualmente, devem ser respeitados os direitos dos jornalistas, inclusive estrangeiros, de reportar e de circular livremente, sem constrangimentos ou intimidações.
Os recentes eventos nos países árabes oferecem oportunidade para se levar adiante iniciativas que possam contribuir para a paz e a segurança mundiais, a exemplo da proposta de estabelecimento de zonas livres de armas nucleares, especialmente em regiões com focos de tensão, como o Oriente Médio, como consta do documento final da Conferência de Revisão do Tratado de Não-Proliferação Nuclear, de maio de 2010.
O Brasil considera que o debate sobre proposta de estabelecimento de zona de proibição de voos no espaço aéreo líbio, ou acerca de qualquer iniciativa militar naquele país, só terá legitimidade no marco estrito do respeito à Carta da ONU, no âmbito do Conselho de Segurança.
O Brasil privilegiará a diplomacia, o diálogo e a negociação no encaminhamento de situações de tensão, em que haja risco de conflagração ou quadro de violência.
O Brasil tem mantido consultas permanentes sobre a situação no Norte da África e no Oriente Médio com os demais membros do Conselho de Segurança da ONU e com o Secretário Geral das Nações Unidas.
Durante a visita do Ministro das Relações Exteriores, Antonio de Aguiar Patriota, a Pequim, em 3 e 4 de março, o tema foi suscitado nas conversas com o Ministro de Negócios Estrangeiros da China, Yang Jiechi. O assunto deverá ser tratado, igualmente, em reunião com o Assessor de Segurança Nacional da Índia, Embaixador Shiv Shankar Menon, em encontro no sábado, 5 de março, em Nova Delhi. Além disso, o Ministro Patriota tenciona coordenar-se com seus homólogos da Índia e da África do Sul, em reunião Ministerial do IBAS, a realizar-se na capital indiana, em 8 de março, em momento em que os três países têm assento no Conselho de Segurança da ONU.
Artigos relacionados
Governo federal divulga nota conjunta sobre Residencial Nova Conceição
Nota oficial do Itamaraty sobre desdobramentos da crise no Egito
Nota do Ministério das Relações Exteriores sobre a situação no Equador
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Itamaraty divulga nota à imprensa sobre conflito nos países árabes:
O Ministério das Relações Exteriores divulgou, nesta sexta-feira (4/3), nota à imprensa sobre posicionamento do governo brasileiro diante do conflito nos países árabes.
O documento diz que “o governo e o povo brasileiros se solidarizam com as eloquentes manifestações das sociedades no mundo árabe em favor da realização de suas justas aspirações e anseios por maior participação nas decisões políticas, em ambiente democrático, com perspectivas de crescimento econômico e inclusão social, capaz de gerar oportunidades de emprego, liberdade de expressão e dignidade humana”.
A nota informa ainda que o ministro Antonio Patriota, durante visita a Pequim, tratou do tema nas conversas com o ministro de Negócios Estrangeiros da China, Yang Jiechi. Informa ainda que o assunto deverá ser tratado, igualmente, em reunião com o assessor de Segurança Nacional da Índia, embaixador Shiv Shankar Menon, em encontro amanhã, em Nova Delhi. “Além disso, o ministro Patriota tenciona coordenar-se com seus homólogos da Índia e da África do Sul, em reunião Ministerial do IBAS, a realizar-se na capital indiana, em 8 de março, em momento em que os três países têm assento no Conselho de Segurança da ONU”, diz.
A seguir a íntegra da nota à imprensa divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores
Ministério das Relações Exteriores
Nota à Imprensa nº 88
4 de março de 2011
Situação nos países árabes
No momento em que o mundo árabe passa por período de profundas mudanças, é importante reafirmar a parceria existente entre América do Sul e países árabes, conforme consignado na Declaração de Brasília por ocasião da Primeira Cúpula América do Sul- Países Árabes, em 2005.
Nessa ocasião, com base nos laços humanos e culturais, bem como nas aspirações que as unem, as duas regiões afirmaram que, para promover a paz, a segurança e a estabilidade mundiais, a cooperação bi-regional deve ser norteada pelo compromisso com o multilateralismo, o respeito ao Direito Internacional e a observância dos Direitos Humanos e do Direito Internacional Humanitário; com o desarmamento e a não-proliferação de armas nucleares e de outras armas de destruição em massa.
O Governo e o povo brasileiros se solidarizam com as eloquentes manifestações das sociedades no mundo árabe em favor da realização de suas justas aspirações e anseios por maior participação nas decisões políticas, em ambiente democrático, com perspectivas de crescimento econômico e inclusão social, capaz de gerar oportunidades de emprego, liberdade de expressão e dignidade humana. Manifestam, ainda, a expectativa de que as transformações em curso ocorram em ambiente pacífico, sem arbitrariedade ou uso da força.
A suspensão da Líbia do Conselho de Direitos Humanos pela Assembleia Geral das Nações Unidas, em resolução co-patrocinada pelo Brasil e adotada por consenso, com apoio dos países árabes e africanos, foi decisão sem precedentes, que afirma a expectativa de pleno respeito dos direitos humanos dos manifestantes líbios.
Conforme ressaltou a Secretária de Direitos Humanos da Presidência da República, Ministra Maria do Rosário, na abertura da 16ª Sessão do Conselho de Direitos Humanos (CDH) – Segmento de Alto Nível da Organização das Nações Unidas (ONU), em Genebra, na Suíça, em fevereiro último, “eventuais ondas migratórias devem ser tratadas com humanidade, com respeito aos direitos humanos, com compreensão pela diversidade e sem xenofobia.”
Onde surjam situações de emergência humanitária, faz-se necessário assegurar acesso tempestivo e irrestrito aos prestadores de assistência humanitária. Igualmente, devem ser respeitados os direitos dos jornalistas, inclusive estrangeiros, de reportar e de circular livremente, sem constrangimentos ou intimidações.
Os recentes eventos nos países árabes oferecem oportunidade para se levar adiante iniciativas que possam contribuir para a paz e a segurança mundiais, a exemplo da proposta de estabelecimento de zonas livres de armas nucleares, especialmente em regiões com focos de tensão, como o Oriente Médio, como consta do documento final da Conferência de Revisão do Tratado de Não-Proliferação Nuclear, de maio de 2010.
O Brasil considera que o debate sobre proposta de estabelecimento de zona de proibição de voos no espaço aéreo líbio, ou acerca de qualquer iniciativa militar naquele país, só terá legitimidade no marco estrito do respeito à Carta da ONU, no âmbito do Conselho de Segurança.
O Brasil privilegiará a diplomacia, o diálogo e a negociação no encaminhamento de situações de tensão, em que haja risco de conflagração ou quadro de violência.
O Brasil tem mantido consultas permanentes sobre a situação no Norte da África e no Oriente Médio com os demais membros do Conselho de Segurança da ONU e com o Secretário Geral das Nações Unidas.
Durante a visita do Ministro das Relações Exteriores, Antonio de Aguiar Patriota, a Pequim, em 3 e 4 de março, o tema foi suscitado nas conversas com o Ministro de Negócios Estrangeiros da China, Yang Jiechi. O assunto deverá ser tratado, igualmente, em reunião com o Assessor de Segurança Nacional da Índia, Embaixador Shiv Shankar Menon, em encontro no sábado, 5 de março, em Nova Delhi. Além disso, o Ministro Patriota tenciona coordenar-se com seus homólogos da Índia e da África do Sul, em reunião Ministerial do IBAS, a realizar-se na capital indiana, em 8 de março, em momento em que os três países têm assento no Conselho de Segurança da ONU.
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Nota oficial do Itamaraty sobre desdobramentos da crise no Egito
Nota do Ministério das Relações Exteriores sobre a situação no Equador
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OS DESIQULÍBRIOS GLOBAIS SEM LÁGRIMAS
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http://english.aljazeera.net/indepth/opinion/2011/03/201133114346397254.html#
POR Kenneth Rogoff
De todo o texto, coloco aqui apenas uma parte que me pareceu muito interessante por ter vindo de um Ex-Economista Chefe do FMI:
...( Infelizmente, estamos muito longe do mundo ideal em que os mercados financeiros com partilha de riscos de forma eficiente. Dos aproximadamente US $ 200 trilhões em ativos financeiros globais, hoje, quase três quartos estão em algum tipo de instrumento de dívida, incluindo os empréstimos bancários, títulos corporativos e títulos do governo. O mercado de derivativos, certamente ajuda a espalhar o risco mais amplamente do que este cálculo superficial implica, mas as arquibancadas ponto básico.
A inadimplência
Certamente, há algumas boas razões econômicas para que os credores têm um apetite insaciável por dívidas. Existência de informação imperfeita e dificuldades no monitoramento das empresas colocam obstáculos significativos ao idealizado instrumentos de partilha de riscos.
Mas a política distorções induzidas também desempenham um papel enorme. sistemas de muitos países fiscal extremamente favorável da dívida sobre o capital próprio. O boom imobiliário nos Estados Unidos nunca teria alcançado as proporções que ele fez, se os proprietários tinham sido incapazes de tratar os pagamentos de juros sobre empréstimos para habitação como uma dedução fiscal.
Empresas são autorizadas a deduzir os juros sobre os títulos, mas os dividendos das ações são efetivamente tributados à ambas as empresas e para o nível individual.
Os bancos centrais e ministérios das finanças também são cúmplices, pois a dívida fica socorrida muito mais agressiva do que a equidade não. Mas, contrariamente à retórica populista, não é apenas rica, os obrigacionistas bem relacionado que ficam salvos. Muitos pequenos poupadores colocar as suas poupanças em fundos chamados money-market que pagar um prémio mais comuns depósitos garantidos pelo governo federal.
Eles não deveriam esperar para enfrentar o risco? No entanto, um momento crítico da crise foi quando, pouco depois de meados de Setembro de 2008 o colapso do Lehman Brothers, um fundo do mercado monetário "quebrou o fanfarrão" e não podia pagar 100 centavos de dólar. É claro que foi socorrida junto com todos os outros fundos do mercado monetário.).
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Tres quartos de U$200trilhões de ativos financeiros globais estão aplicados em dívidas de governos...(!!)...Pô, e quem está pagando os juros dessa imensa agiotagem de uma minoria internacional, são os povos dos países, de forma mais cruel os das bases piramidais.
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http://english.aljazeera.net/indepth/opinion/2011/03/201133114346397254.html#
POR Kenneth Rogoff
De todo o texto, coloco aqui apenas uma parte que me pareceu muito interessante por ter vindo de um Ex-Economista Chefe do FMI:
...( Infelizmente, estamos muito longe do mundo ideal em que os mercados financeiros com partilha de riscos de forma eficiente. Dos aproximadamente US $ 200 trilhões em ativos financeiros globais, hoje, quase três quartos estão em algum tipo de instrumento de dívida, incluindo os empréstimos bancários, títulos corporativos e títulos do governo. O mercado de derivativos, certamente ajuda a espalhar o risco mais amplamente do que este cálculo superficial implica, mas as arquibancadas ponto básico.
A inadimplência
Certamente, há algumas boas razões econômicas para que os credores têm um apetite insaciável por dívidas. Existência de informação imperfeita e dificuldades no monitoramento das empresas colocam obstáculos significativos ao idealizado instrumentos de partilha de riscos.
Mas a política distorções induzidas também desempenham um papel enorme. sistemas de muitos países fiscal extremamente favorável da dívida sobre o capital próprio. O boom imobiliário nos Estados Unidos nunca teria alcançado as proporções que ele fez, se os proprietários tinham sido incapazes de tratar os pagamentos de juros sobre empréstimos para habitação como uma dedução fiscal.
Empresas são autorizadas a deduzir os juros sobre os títulos, mas os dividendos das ações são efetivamente tributados à ambas as empresas e para o nível individual.
Os bancos centrais e ministérios das finanças também são cúmplices, pois a dívida fica socorrida muito mais agressiva do que a equidade não. Mas, contrariamente à retórica populista, não é apenas rica, os obrigacionistas bem relacionado que ficam salvos. Muitos pequenos poupadores colocar as suas poupanças em fundos chamados money-market que pagar um prémio mais comuns depósitos garantidos pelo governo federal.
Eles não deveriam esperar para enfrentar o risco? No entanto, um momento crítico da crise foi quando, pouco depois de meados de Setembro de 2008 o colapso do Lehman Brothers, um fundo do mercado monetário "quebrou o fanfarrão" e não podia pagar 100 centavos de dólar. É claro que foi socorrida junto com todos os outros fundos do mercado monetário.).
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Tres quartos de U$200trilhões de ativos financeiros globais estão aplicados em dívidas de governos...(!!)...Pô, e quem está pagando os juros dessa imensa agiotagem de uma minoria internacional, são os povos dos países, de forma mais cruel os das bases piramidais.
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O CONSELHO DE LIBERDADE EGITO-TUNÍSIA
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(fotos UOL), (do tempo em que, convenientemente, Gaddafi era o Líder do povo libanês).
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O CONSELHO DE LIBERDADE EGITO-TUNÍSIA
“Promotores da democracia ocidental não compreendem a região, agora os cidadãos estão fazendo seu próprio futuro”
Por “Larbi Sadiki” - http://english.aljazeera.net/indepth/opinion/2011/02/2011226172726443168.html
(Os poucos parênteses são de autoria deste blog)
Os cidadãos do Egito e Tunísia tem bradado retumbante e exaustivamente contra o autoritarismo. A partir do esforço conjunto da juventude, dissidentes e as pessoas comuns, uma gama de potencialidades foi desencadeada.
Pode-se também adicionar ao ocorrido, a perplexidade dos gurus da democracia encapsulados em suas torres de marfim. Não obstante esta situação de desrespeito, estas mulheres e as energias inabaláveis dos homens de bottom-up em construção democrática, provaram o seu valor.
Como podem estas duas revoluções de uma aprendizagem pan-árabe energizar a ânsia por democracia?
As duas revoluções no Egito e na Tunísia anunciam uma nova era de democracia do povo. Esta é a primeira vez desde que as reformas introduzidas nos dois países há 150 anos, que surge uma verdadeira oportunidade para a construção democrática nativa através de sua própria aprendizagem.
Egito e Tunísia podem liderar o caminho para a criação de uma oficina de criação democrática e de benefício para o resto do mundo árabe. Para esse efeito, a sinergia criativa, ou seja, sob a forma de um conselho democrático conjunto, revolucionário, pode ser uma maneira de aproveitar este momento excepcionalmente democrático.
Conhecimento Democrático
O aforismo seguinte pode ser um clichê, no entanto, é uma pena repetir aqui: Democracia não é terra de Marte.
Sem exceção, a democracia é construída localmente. Lições do passado recente e de todo o Oriente Médio afirmam que a democracia não é fácil de viajar do Ocidente para o resto do mundo. No entanto, isso não deve impedir que o mundo árabe, de bom grado partilhe da colaboração com o cosmopolitismo, a defesa de partilha de valores humanistas, bem como do pluralismo cultural. Isso facilita a aprendizagem da democracia e do know-how disponível a partir de experiências globais.
Assim, visionários democráticos deve, estar bem-dispostos a explorar o patrimônio global cívico, sem ignorar o conhecimento e os valores locais.
(A democracia no Magrebe será uma democracia a moda Árabe).
Tanto os EUA como a UE vai continuar a competir no domínio da promoção da democracia. Eu estava recentemente na Tunísia aprendendo tudo que podia sobre a revolução, a dinâmica lá. Aconteceu de eu estar na sede de um partido político para uma reunião com o presidente e nos deparamos com um grupo de americanos de rede energética já ocupados em procurar estudantes democráticos.
Eu perguntei, sem insulto com o objetivo, "Vocês estão ainda no negócio de exportar a democracia?"
Claro, eu não estava pescando para obter respostas para minha pergunta retórica. Eu me satisfiz com o blush inequívoco de uma cara colorida ou duas (no séquito).
Meu ponto é que os governos ocidentais devem refletir antes de enviar os seus representantes democráticos e mentores. Um jovem expedido pelos EUA , que estava tomando residência em Tunis, não se sentia confiante, nem demonstrava conhecimento suficiente sobre a história da Tunísia, e muito menos da sua política.
Aqui o silêncio, incoerentes intervenções curtas, revelam tudo. O colega veio para Tunis para substituir teria sido uma escolha muito melhor. É que toda a América pode embaralhar a democratização na Tunísia. Assim como Bush invadiu o Iraque com um enorme exército, dos quais apenas seis falavam árabe.
Não são muitos destes emissários que falam as línguas locais; não se aventuram muito fora das capitais, e raramente têem encontros como mensageiros democráticos, a reunir a empatia com a idéia de baixo para cima do edifício democrático.
O foco tende a permanecer em associações e partidos políticos conhecidos. Este viés reproduz as imperfeições inerentes a promoção da democracia euro-americana tende para o diálogo da “elite com a elite”. (O norte americano só conhece o idioma dele, é uma comédia)....rsss
Experiências locais:
Recalibrar a busca de onde encontrar os "demos" é vital. Como estudiosos, o quanto de democracia encontramos ou não vai depender de onde procurá-la e com quem nos envolvermos em tal esforço. Os movimentos importam tanto quanto traçar uma agenda de pesquisa clara e propositiva de democratização do mundo árabe.
Na Tunísia, aprendi que os pobres, os marginais, os líderes sindicais de baixo e médio escalão são aqueles que desempenharam um papel importante na liderança da revolta, desde seus soldados de infantaria.
Não vou citar nomes porque eu encontrei-me convidado para uma reunião com o trio americano em Tunis. Eu não pude resistir à tentação. Afinal, eu estava lá para aprender tudo que eu posso tudo....(rsss...sutileza hindu). O guru sugerido para realizar sessões de formação na transição democrática na Tunísia foi a européia.
O conhecimento sobre o árabe democrático? Al Jazeera, do Kuwait experiência parlamentar, marroquina justiça de transição; as Ordens de Advogados do Egito e da Tunísia; os islâmicos da Jordânia e do Egito; a inclusão das mulheres na Tunísia; todas as lições essenciais da democracia local, que não devem ser relegadas para as margens.
Este é o principal defeito no hoje extinto Grande Médio Oriente ". Ela representa um exemplo clássico de um discurso de relações de poder ao atribuir um lado e de cima para baixo,o conhecimento habilmente democrático dos poderes constituídos.
Estados árabes foram iniciadas como talvez travessos alunos ainda tolerados na escola de democracia ocidental.
Isso precisa mudar. Mesmo quando alguém se esquece de quantos governos ocidentais escolheram a valsa com ditadores árabes e em alguns casos, financiando-os para protegerem-se; não se pode esquecer Western think-tanks, da Espanha em Washington DC, muitos dos quais durante anos pontificou sobre democracia árabe sem o conhecimento direto do local e da linguagem.
Sem surpresa prá mim, a maioria entendeu errado. Pão e motins, por exemplo, estava chorando por atenção e raramente foram estudados sistematicamente. O interesse na democratização é amplamente filtrado através de um conjunto de segurança da mente, não como um ideal em seu próprio direito.
Muito dinheiro entrou em hotéis caros e conferências. Foi um desperdício de recursos. Poucos puderam ver, muito menos apreciar as formas de resistência de baixo para cima, as novas formas de novos meios de comunicação, incluindo blogs e Al Jazeera. O punhado de estudiosos que estavam no local, ignoravam os locais onde deveriam de fato estar.
É no registro do que a Tunísia foi que vai ser um evento único! Esta explosão orientalista que prova meu ponto. O mundo parece muito diferente através dos olhos dos habitantes de Sidi Bouzid, Alexandria ou Manama.
Envolvendo atmosferas
Parte integrante das interconexões locais do Oriente Médio, o curso das idéias, know-how e até slogans da Avenida Habib Bourguiba em Tunis para Tahrir Square foi tudo desinibido.
As linhas cyberspheric de diálogo e de intercâmbio foram abertos paraos blogueiros bloqueados de Tunísia e Egito, em lutas comuns para uma causa comum.
O termo francês degage ..(desobstrução, livre, espontâneo, desenvolto)..fez o seu caminho de Tunes para o Cairo para sinalizar uma demanda comum para demissão de seus tiranos. Assim como a poesia egípcia do brilhante Ahmed Fouad Najm encontrou seu caminho para as ruas de Tunis e Sana.
O versículo revolucionário de Abu Tunísia Al-Qasim Al-Shabbi sobre a receptividade do destino para a escolha das pessoas para a liberdade viajou para o Cairo e além. O orgulho cívico co- aprendeu em ambas as revoluções sobre a limpeza e proteção de bairros, todos mostraram a potencialidade de árabe-árabes co-aprendizagem democrática.
O ônus agora é sobre os egípcios e tunisianos para salvaguardar os seus triunfos cívicos e suas revoluções pelo poder do povo, transcendendo a estreiteza dos nacionalismos de territorialidade e paroquial. Os jovens de ambos os países que compartilhavam o espaço virtual da blogosfera agora podem atender mais diretamente para sustentar a co-aprendizagem através de iniciativas cívicas e instituições.
Tunísia define a beneficiar uma grande quantidade de capitais ricas do Egito cívica. Tunísia Bourguiba pode ter razão resistiu à exportação de nasserismo e as revoluções militares que se mostraram contagiosas na década de 1960, na maioria do mundo árabe (Iraque, Síria, Sudão, Líbia), um raro exemplo de um efeito dominó negativo na geografia árabe.
Hoje, nada impede que os egípcios e tunisianos possam estabelecer conselhos comuns para suas revoluções democráticas. A falta de um melhor aprofundamento inter-árabe, democrático, de co-aprendizagem, as vozes críticas daqueles que exportam os seus próprios valores democráticos e de mercadorias para o mundo árabe não possuem argumentos convincentes. Pois, eles não propuseram uma alternativa para o conhecimento de contabilidade e aos contextos locais.
Ativismo de base
O que contribuiria para um bottom-up militância animada é a formação de uma junta senatus ou Majlis , um fórum não só para o mais sábio com os sábios se reunirem, mas também recomendar um espaço onde a juventude, parlamentares, jornalistas, académicos, partidos políticos, ONGs, políticos e líderes possam compartilhar idéias, com humildade, para a co-aprendizagem.
Ou seja, uma comunidade quase-democrática citizenries árabes onde aprofundar a democracia e em conjunto divulgar aprendizagem comum, ao comprometimento sensível à cultura comum dos valores democráticos.
A comunidade pan-árabe que a revolução militar de 1950 e 1960 não conseguiram perceber por decreto ou por força, citizenries árabes hoje podem construir através de um sentido democrático comum de propósito.
Este seria encapsular o sonho comum, através da transferência de conhecimento democrático. tribunos comum, conselhos, associações e sub-redes onde o conhecimento se tornam recursos democráticos em investimento, bem como coincidir com a finalidade de distribuição e de renovação.
Além disso, tanto quanto o resto do mundo árabe está em causa, à transferência democrática de conhecimentos aumentaria outras democratizadas comunidades árabes a se juntarem para continuarem a mobilização, difundir a rede democrática, know-how para outros árabes assimilarem, aplicável de acordo com suas especificidades locais e por sua vez, transmitir a sua própria aprendizagem.
Além do Egito e da Tunísia
Duas revoluções já transformaram a face da região árabe. Os profetas do "Novo Oriente Médio" pretendem construir uma ordem madura para as comunidades empresariais em detrimento dos valores da igualdade e da autodeterminação, especialmente para os palestinos.
Agora, uma nova ordem está se revelando: o Egito e a Tunísia são duas revoluções, momentos de soberania - Árabes magna Cartas escritas com sangue, lágrimas e corajosa resistência contra a tirania dos homens e das mulheres árabes.
Ativistas comunitários e movimentos em atos de sabotagem cibernética visam organizar e informar, citizenries árabes foram a chave para desbloquear as portas trancadas do poder aparentemente sem limites de seus estados. Hoje o medo paralisante dos aparatos de segurança do estado tem se dissipado. A fé de auto-afirmação em cooperação cívica e demonstrações sem remorso de dissidência assumiu.
O que é certo é que Tahrir Square ea Avenida Habib Bourguiba não estão indo embora. O cidadão em causa árabe no papel do manifestante moral está outra vez às ruas para manter os políticos honestos e para derrubar tiranos futuro.
Esta é a beleza da soberania ganhada por egípcios e tunisianos. Eles vão envolver um elemento de instabilidade, e é isso que a democracia deve sempre dizer - não renovação de rotina. A defesa dessas revoluções podem no futuro exigem novas mini-revoluções.
Dr Larbi Sadiki é professor titular de Política do Oriente Médio na Universidade de Exeter, e autor de árabes Democratização: Eleições sem Democracia (Oxford University Press, 2009) e A Busca por árabes Democracia: Discursos e Contra-discursos (Columbia University Press, 2004), o Hamas próxima e do processo político (2011).
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(Mais um professor de nome árabe, mas “habitante” das Universidades londrinas ou estadunidenses, mas com boa visão analítica dos níveis das relações anglo-americanas e árabes).
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(fotos UOL), (do tempo em que, convenientemente, Gaddafi era o Líder do povo libanês).
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O CONSELHO DE LIBERDADE EGITO-TUNÍSIA
“Promotores da democracia ocidental não compreendem a região, agora os cidadãos estão fazendo seu próprio futuro”
Por “Larbi Sadiki” - http://english.aljazeera.net/indepth/opinion/2011/02/2011226172726443168.html
(Os poucos parênteses são de autoria deste blog)
Os cidadãos do Egito e Tunísia tem bradado retumbante e exaustivamente contra o autoritarismo. A partir do esforço conjunto da juventude, dissidentes e as pessoas comuns, uma gama de potencialidades foi desencadeada.
Pode-se também adicionar ao ocorrido, a perplexidade dos gurus da democracia encapsulados em suas torres de marfim. Não obstante esta situação de desrespeito, estas mulheres e as energias inabaláveis dos homens de bottom-up em construção democrática, provaram o seu valor.
Como podem estas duas revoluções de uma aprendizagem pan-árabe energizar a ânsia por democracia?
As duas revoluções no Egito e na Tunísia anunciam uma nova era de democracia do povo. Esta é a primeira vez desde que as reformas introduzidas nos dois países há 150 anos, que surge uma verdadeira oportunidade para a construção democrática nativa através de sua própria aprendizagem.
Egito e Tunísia podem liderar o caminho para a criação de uma oficina de criação democrática e de benefício para o resto do mundo árabe. Para esse efeito, a sinergia criativa, ou seja, sob a forma de um conselho democrático conjunto, revolucionário, pode ser uma maneira de aproveitar este momento excepcionalmente democrático.
Conhecimento Democrático
O aforismo seguinte pode ser um clichê, no entanto, é uma pena repetir aqui: Democracia não é terra de Marte.
Sem exceção, a democracia é construída localmente. Lições do passado recente e de todo o Oriente Médio afirmam que a democracia não é fácil de viajar do Ocidente para o resto do mundo. No entanto, isso não deve impedir que o mundo árabe, de bom grado partilhe da colaboração com o cosmopolitismo, a defesa de partilha de valores humanistas, bem como do pluralismo cultural. Isso facilita a aprendizagem da democracia e do know-how disponível a partir de experiências globais.
Assim, visionários democráticos deve, estar bem-dispostos a explorar o patrimônio global cívico, sem ignorar o conhecimento e os valores locais.
(A democracia no Magrebe será uma democracia a moda Árabe).
Tanto os EUA como a UE vai continuar a competir no domínio da promoção da democracia. Eu estava recentemente na Tunísia aprendendo tudo que podia sobre a revolução, a dinâmica lá. Aconteceu de eu estar na sede de um partido político para uma reunião com o presidente e nos deparamos com um grupo de americanos de rede energética já ocupados em procurar estudantes democráticos.
Eu perguntei, sem insulto com o objetivo, "Vocês estão ainda no negócio de exportar a democracia?"
Claro, eu não estava pescando para obter respostas para minha pergunta retórica. Eu me satisfiz com o blush inequívoco de uma cara colorida ou duas (no séquito).
Meu ponto é que os governos ocidentais devem refletir antes de enviar os seus representantes democráticos e mentores. Um jovem expedido pelos EUA , que estava tomando residência em Tunis, não se sentia confiante, nem demonstrava conhecimento suficiente sobre a história da Tunísia, e muito menos da sua política.
Aqui o silêncio, incoerentes intervenções curtas, revelam tudo. O colega veio para Tunis para substituir teria sido uma escolha muito melhor. É que toda a América pode embaralhar a democratização na Tunísia. Assim como Bush invadiu o Iraque com um enorme exército, dos quais apenas seis falavam árabe.
Não são muitos destes emissários que falam as línguas locais; não se aventuram muito fora das capitais, e raramente têem encontros como mensageiros democráticos, a reunir a empatia com a idéia de baixo para cima do edifício democrático.
O foco tende a permanecer em associações e partidos políticos conhecidos. Este viés reproduz as imperfeições inerentes a promoção da democracia euro-americana tende para o diálogo da “elite com a elite”. (O norte americano só conhece o idioma dele, é uma comédia)....rsss
Experiências locais:
Recalibrar a busca de onde encontrar os "demos" é vital. Como estudiosos, o quanto de democracia encontramos ou não vai depender de onde procurá-la e com quem nos envolvermos em tal esforço. Os movimentos importam tanto quanto traçar uma agenda de pesquisa clara e propositiva de democratização do mundo árabe.
Na Tunísia, aprendi que os pobres, os marginais, os líderes sindicais de baixo e médio escalão são aqueles que desempenharam um papel importante na liderança da revolta, desde seus soldados de infantaria.
Não vou citar nomes porque eu encontrei-me convidado para uma reunião com o trio americano em Tunis. Eu não pude resistir à tentação. Afinal, eu estava lá para aprender tudo que eu posso tudo....(rsss...sutileza hindu). O guru sugerido para realizar sessões de formação na transição democrática na Tunísia foi a européia.
O conhecimento sobre o árabe democrático? Al Jazeera, do Kuwait experiência parlamentar, marroquina justiça de transição; as Ordens de Advogados do Egito e da Tunísia; os islâmicos da Jordânia e do Egito; a inclusão das mulheres na Tunísia; todas as lições essenciais da democracia local, que não devem ser relegadas para as margens.
Este é o principal defeito no hoje extinto Grande Médio Oriente ". Ela representa um exemplo clássico de um discurso de relações de poder ao atribuir um lado e de cima para baixo,o conhecimento habilmente democrático dos poderes constituídos.
Estados árabes foram iniciadas como talvez travessos alunos ainda tolerados na escola de democracia ocidental.
Isso precisa mudar. Mesmo quando alguém se esquece de quantos governos ocidentais escolheram a valsa com ditadores árabes e em alguns casos, financiando-os para protegerem-se; não se pode esquecer Western think-tanks, da Espanha em Washington DC, muitos dos quais durante anos pontificou sobre democracia árabe sem o conhecimento direto do local e da linguagem.
Sem surpresa prá mim, a maioria entendeu errado. Pão e motins, por exemplo, estava chorando por atenção e raramente foram estudados sistematicamente. O interesse na democratização é amplamente filtrado através de um conjunto de segurança da mente, não como um ideal em seu próprio direito.
Muito dinheiro entrou em hotéis caros e conferências. Foi um desperdício de recursos. Poucos puderam ver, muito menos apreciar as formas de resistência de baixo para cima, as novas formas de novos meios de comunicação, incluindo blogs e Al Jazeera. O punhado de estudiosos que estavam no local, ignoravam os locais onde deveriam de fato estar.
É no registro do que a Tunísia foi que vai ser um evento único! Esta explosão orientalista que prova meu ponto. O mundo parece muito diferente através dos olhos dos habitantes de Sidi Bouzid, Alexandria ou Manama.
Envolvendo atmosferas
Parte integrante das interconexões locais do Oriente Médio, o curso das idéias, know-how e até slogans da Avenida Habib Bourguiba em Tunis para Tahrir Square foi tudo desinibido.
As linhas cyberspheric de diálogo e de intercâmbio foram abertos paraos blogueiros bloqueados de Tunísia e Egito, em lutas comuns para uma causa comum.
O termo francês degage ..(desobstrução, livre, espontâneo, desenvolto)..fez o seu caminho de Tunes para o Cairo para sinalizar uma demanda comum para demissão de seus tiranos. Assim como a poesia egípcia do brilhante Ahmed Fouad Najm encontrou seu caminho para as ruas de Tunis e Sana.
O versículo revolucionário de Abu Tunísia Al-Qasim Al-Shabbi sobre a receptividade do destino para a escolha das pessoas para a liberdade viajou para o Cairo e além. O orgulho cívico co- aprendeu em ambas as revoluções sobre a limpeza e proteção de bairros, todos mostraram a potencialidade de árabe-árabes co-aprendizagem democrática.
O ônus agora é sobre os egípcios e tunisianos para salvaguardar os seus triunfos cívicos e suas revoluções pelo poder do povo, transcendendo a estreiteza dos nacionalismos de territorialidade e paroquial. Os jovens de ambos os países que compartilhavam o espaço virtual da blogosfera agora podem atender mais diretamente para sustentar a co-aprendizagem através de iniciativas cívicas e instituições.
Tunísia define a beneficiar uma grande quantidade de capitais ricas do Egito cívica. Tunísia Bourguiba pode ter razão resistiu à exportação de nasserismo e as revoluções militares que se mostraram contagiosas na década de 1960, na maioria do mundo árabe (Iraque, Síria, Sudão, Líbia), um raro exemplo de um efeito dominó negativo na geografia árabe.
Hoje, nada impede que os egípcios e tunisianos possam estabelecer conselhos comuns para suas revoluções democráticas. A falta de um melhor aprofundamento inter-árabe, democrático, de co-aprendizagem, as vozes críticas daqueles que exportam os seus próprios valores democráticos e de mercadorias para o mundo árabe não possuem argumentos convincentes. Pois, eles não propuseram uma alternativa para o conhecimento de contabilidade e aos contextos locais.
Ativismo de base
O que contribuiria para um bottom-up militância animada é a formação de uma junta senatus ou Majlis , um fórum não só para o mais sábio com os sábios se reunirem, mas também recomendar um espaço onde a juventude, parlamentares, jornalistas, académicos, partidos políticos, ONGs, políticos e líderes possam compartilhar idéias, com humildade, para a co-aprendizagem.
Ou seja, uma comunidade quase-democrática citizenries árabes onde aprofundar a democracia e em conjunto divulgar aprendizagem comum, ao comprometimento sensível à cultura comum dos valores democráticos.
A comunidade pan-árabe que a revolução militar de 1950 e 1960 não conseguiram perceber por decreto ou por força, citizenries árabes hoje podem construir através de um sentido democrático comum de propósito.
Este seria encapsular o sonho comum, através da transferência de conhecimento democrático. tribunos comum, conselhos, associações e sub-redes onde o conhecimento se tornam recursos democráticos em investimento, bem como coincidir com a finalidade de distribuição e de renovação.
Além disso, tanto quanto o resto do mundo árabe está em causa, à transferência democrática de conhecimentos aumentaria outras democratizadas comunidades árabes a se juntarem para continuarem a mobilização, difundir a rede democrática, know-how para outros árabes assimilarem, aplicável de acordo com suas especificidades locais e por sua vez, transmitir a sua própria aprendizagem.
Além do Egito e da Tunísia
Duas revoluções já transformaram a face da região árabe. Os profetas do "Novo Oriente Médio" pretendem construir uma ordem madura para as comunidades empresariais em detrimento dos valores da igualdade e da autodeterminação, especialmente para os palestinos.
Agora, uma nova ordem está se revelando: o Egito e a Tunísia são duas revoluções, momentos de soberania - Árabes magna Cartas escritas com sangue, lágrimas e corajosa resistência contra a tirania dos homens e das mulheres árabes.
Ativistas comunitários e movimentos em atos de sabotagem cibernética visam organizar e informar, citizenries árabes foram a chave para desbloquear as portas trancadas do poder aparentemente sem limites de seus estados. Hoje o medo paralisante dos aparatos de segurança do estado tem se dissipado. A fé de auto-afirmação em cooperação cívica e demonstrações sem remorso de dissidência assumiu.
O que é certo é que Tahrir Square ea Avenida Habib Bourguiba não estão indo embora. O cidadão em causa árabe no papel do manifestante moral está outra vez às ruas para manter os políticos honestos e para derrubar tiranos futuro.
Esta é a beleza da soberania ganhada por egípcios e tunisianos. Eles vão envolver um elemento de instabilidade, e é isso que a democracia deve sempre dizer - não renovação de rotina. A defesa dessas revoluções podem no futuro exigem novas mini-revoluções.
Dr Larbi Sadiki é professor titular de Política do Oriente Médio na Universidade de Exeter, e autor de árabes Democratização: Eleições sem Democracia (Oxford University Press, 2009) e A Busca por árabes Democracia: Discursos e Contra-discursos (Columbia University Press, 2004), o Hamas próxima e do processo político (2011).
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(Mais um professor de nome árabe, mas “habitante” das Universidades londrinas ou estadunidenses, mas com boa visão analítica dos níveis das relações anglo-americanas e árabes).
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quinta-feira, 3 de março de 2011
Se triplica la venta del armas de EE.UU al extranjero con la Administración Obama | Mesa Redonda
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Se triplica la venta del armas de EE.UU al extranjero con la Administración Obama | Mesa Redonda
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Se triplica la venta del armas de EE.UU al extranjero con la Administración Obama | Mesa Redonda
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terça-feira, 1 de março de 2011
O longo prazo - Opinião - DN
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Por ADRIANO MOREIRA
O presidente da Assembleia Geral da ONU, que no ano que findou teve uma intervenção destacada sobre a situação mundial e as responsabilidades da organização, fez da reforma do Conselho de Segurança um objectivo urgente e fundamental, referindo-se em segundo lugar às questões institucionais que, nesta sessão que vai correr, têm de ser examinadas, designadamente as tarefas do Conselho de Direitos Humanos e da Comissão de Consolidação da Paz.
Não obstante a estrutura e dignidade desta intervenção de Joseph Deise, a primeira nota importante do responsável pelas intervenções no terreno, que é o secretário-geral Ban Ki-moon, é que a condição básica para que os "grandes objectivos" do mundo sejam alcançáveis, é que a comunidade internacional se una, tendo a ONU por referência, no sentido de obter um futuro melhor partilhado por todas as áreas culturais e políticas.
É evidente que as áreas dos desencontros são por vezes esperançosamente referidas como "as forças que nos dividiram", mas manter a recomendação ligada ao presente das inquietações mundiais parece mais realista. O realismo do Dia da Nações Unidas, que foi celebrado em 24 de Outubro último, parece mais eloquente quanto aos desafios que até agora ultrapassaram todos os esforços, os sacrifícios e as esperanças que o tempo fez por corroer em vez de consolidar.
A urgência, e também a crescente dificuldade, de proteger as populações que são vítimas passivas dos conflitos, tantas vezes entregues à deplorável privatização da guerra, a crescente dificuldade de controlar a dispersão das armas nucleares, o apelo aos recursos necessários para tornar efectivos os Objectivos do Milénio, nada ajuda no sentido de fazer crescer a esperança. Sobretudo quando no mesmo contexto se reconhece que a ONU e a Europa precisam de assumir que são aliados naturais na luta contra a pobreza, justamente quando a fronteira da pobreza vai abrangendo território e populações europeias.
Foi no Parlamento Europeu que o secretário-geral da ONU observou que "têm sido efectuados progressos significativos contra a pobreza extrema e a fome, mas que os resultados têm sido desiguais e, entretanto, as conversações mundiais sobre comércio estagnaram, uma situação que permite que se mantenham subvenções prejudiciais e um regime injusto, que nega aos países em desenvolvimento novas oportunidades, enquanto o aumento dos preços está a pôr medicamentos essenciais fora do alcance de muitas das pessoas mais necessitadas".
Depois de passarmos o milénio, o facto grave, e que nenhuma semântica pode amenizar, é que a unidade dos Estados e povos, reclamada pelo secretário-geral, continua em situação de projecto e intenção, e que a realização dos Objectivos do Milénio, sobressaindo a paz, a fome, e a doença, não dá mostras de viabilidade em face de uma global crise económica e financeira. Infelizmente, a festa popular, que celebrou o Dia das Nações Unidas na Grand-Place de Bruxelas, com a proclamada "ajuda divina porque, durante algumas horas, não choveu", não chega para amenizar as calamidades humanas que a falta de unidade dos Estados, e também dos recursos que deveriam ter presentes nos seus orçamentos, continuam a deixar progredir sem respostas úteis, nem da revolta nem do apelo à transcendência.
É natural que as migrações de populações desesperadas se acentuem, não apenas pela fuga a convulsões políticas e sociais, mas também pela crescente hostilidade das alterações climáticas em relação às quais a Conferência da ONU, realizada em Cancun, sem anunciar um total fracasso, todavia dividiu as questões entre as que podem ser já enfrentadas, e não são exageradas, e as que terão de esperar incluídas numa visão de longo prazo.
Existem conclusões muito negativas sobre o "longo prazo" para todos os desafios, mas não existem dúvidas sérias sobre que os pressupostos da reforma da ONU, e da unidade de esforços dos Estados para a conjuntura, são urgentes e não devem ser relegados para o longo prazO.
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Por ADRIANO MOREIRA
O presidente da Assembleia Geral da ONU, que no ano que findou teve uma intervenção destacada sobre a situação mundial e as responsabilidades da organização, fez da reforma do Conselho de Segurança um objectivo urgente e fundamental, referindo-se em segundo lugar às questões institucionais que, nesta sessão que vai correr, têm de ser examinadas, designadamente as tarefas do Conselho de Direitos Humanos e da Comissão de Consolidação da Paz.
Não obstante a estrutura e dignidade desta intervenção de Joseph Deise, a primeira nota importante do responsável pelas intervenções no terreno, que é o secretário-geral Ban Ki-moon, é que a condição básica para que os "grandes objectivos" do mundo sejam alcançáveis, é que a comunidade internacional se una, tendo a ONU por referência, no sentido de obter um futuro melhor partilhado por todas as áreas culturais e políticas.
É evidente que as áreas dos desencontros são por vezes esperançosamente referidas como "as forças que nos dividiram", mas manter a recomendação ligada ao presente das inquietações mundiais parece mais realista. O realismo do Dia da Nações Unidas, que foi celebrado em 24 de Outubro último, parece mais eloquente quanto aos desafios que até agora ultrapassaram todos os esforços, os sacrifícios e as esperanças que o tempo fez por corroer em vez de consolidar.
A urgência, e também a crescente dificuldade, de proteger as populações que são vítimas passivas dos conflitos, tantas vezes entregues à deplorável privatização da guerra, a crescente dificuldade de controlar a dispersão das armas nucleares, o apelo aos recursos necessários para tornar efectivos os Objectivos do Milénio, nada ajuda no sentido de fazer crescer a esperança. Sobretudo quando no mesmo contexto se reconhece que a ONU e a Europa precisam de assumir que são aliados naturais na luta contra a pobreza, justamente quando a fronteira da pobreza vai abrangendo território e populações europeias.
Foi no Parlamento Europeu que o secretário-geral da ONU observou que "têm sido efectuados progressos significativos contra a pobreza extrema e a fome, mas que os resultados têm sido desiguais e, entretanto, as conversações mundiais sobre comércio estagnaram, uma situação que permite que se mantenham subvenções prejudiciais e um regime injusto, que nega aos países em desenvolvimento novas oportunidades, enquanto o aumento dos preços está a pôr medicamentos essenciais fora do alcance de muitas das pessoas mais necessitadas".
Depois de passarmos o milénio, o facto grave, e que nenhuma semântica pode amenizar, é que a unidade dos Estados e povos, reclamada pelo secretário-geral, continua em situação de projecto e intenção, e que a realização dos Objectivos do Milénio, sobressaindo a paz, a fome, e a doença, não dá mostras de viabilidade em face de uma global crise económica e financeira. Infelizmente, a festa popular, que celebrou o Dia das Nações Unidas na Grand-Place de Bruxelas, com a proclamada "ajuda divina porque, durante algumas horas, não choveu", não chega para amenizar as calamidades humanas que a falta de unidade dos Estados, e também dos recursos que deveriam ter presentes nos seus orçamentos, continuam a deixar progredir sem respostas úteis, nem da revolta nem do apelo à transcendência.
É natural que as migrações de populações desesperadas se acentuem, não apenas pela fuga a convulsões políticas e sociais, mas também pela crescente hostilidade das alterações climáticas em relação às quais a Conferência da ONU, realizada em Cancun, sem anunciar um total fracasso, todavia dividiu as questões entre as que podem ser já enfrentadas, e não são exageradas, e as que terão de esperar incluídas numa visão de longo prazo.
Existem conclusões muito negativas sobre o "longo prazo" para todos os desafios, mas não existem dúvidas sérias sobre que os pressupostos da reforma da ONU, e da unidade de esforços dos Estados para a conjuntura, são urgentes e não devem ser relegados para o longo prazO.
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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Brasil: Salario mínimo: a bofetada na cara dos trabalhadores
2011-02-21 - abpnoticias -Nota Política do PCB-
Os trabalhadores brasileiros assistiram desapontados, mais uma vez, o anúncio do novo salário mínimo de 545 reais. A presidenta Dilma, durante a campanha eleitoral, como num samba de uma nota só, não cansou de propagandear, a exemplo de Lula, o crescimento econômico do país como sendo o jamais visto na história. O aumento de 510 para 545 reais (6,87%), foi uma verdadeira bofetada na cara do povo brasileiro.
A grande maioria da população esperava, diante do alardeado crescimento, que o atual governo tivesse sensibilidade social para dar início à recomposição das perdas salariais das últimas décadas. Existe gordura econômica suficiente para dar ganhos reais ao salário mínimo de forma que os trabalhadores pudessem ver melhor atendidas as suas necessidades de morar, se alimentar e vestir, além de ter acesso a lazer, cultura e saúde. Como previa o decreto que deu origem ao salário mínimo há mais de 50 anos.
Qualquer exercício de economia doméstica, por mais primário que seja, revelará que o novo valor a ser pago não garante vida digna para uma família de quatro pessoas. Foi com essa compreensão que, em dezembro de 2010, o DIEESE anunciou que R$ 2.227,53 seria o valor mínimo necessário para dar dignidade às famílias dos trabalhadores.
As profundas modificações ocorridas no mercado de trabalho, por conta do processo de expansão das relações capitalistas nos últimos anos, responsáveis por aprofundar a depreciação do valor da força de trabalho e das condições laborais, ampliaram a presença de empregos e subempregos informais, precários e temporários no conjunto da população ocupada. Alguns estudos apontam que a renda dos 25% mais pobres tem alta correlação com o valor do mínimo. E mesmo fora do alcance da lei, a remuneração dos assalariados sem carteira, autônomos e empregados domésticos é fortemente influenciada pelo valor do salário mínimo. O mesmo acontece com os rendimentos de aposentados, pensionistas e funcionários públicos de baixa renda.
O governo federal insiste no desequilíbrio das contas públicas como o principal obstáculo para a majoração do salário mínimo. Trata-se, inteligentemente, do uso de pesos e medidas distintos para abordar as causas do déficit público no Brasil. A enorme dívida pública, o pagamento de juros estratosféricos e ainda o socorro a entidades financeiras privadas, resultam numa gigantesca transferência de renda para os credores do Estado, para a iniciativa privada, em nome de uma estabilidade econômica que prioriza descaradamente os lucros.
Quando se discute o salário mínimo, os parâmetros são outros. Só são apresentados, de forma exagerada, os impactos do aumento do salário mínimo, sem relacioná-los com o crescimento do orçamento e do PIB. Com esta manipulação, deixa-se de debater os principais impactos do aumento, ou seja, quais transferências são mais significativas do ponto de vista social. Aquelas que se concentram nos credores do Estado (bancos, empresas, ricos, classe média alta) ou aquelas que afetam diretamente a renda de dezenas de milhões de brasileiros?
A indignação popular com o novo salário mínimo cresce quando se compara com o verdadeiro assalto aos cofres públicos que foi o reajuste de 60% nos salários dos parlamentares, aprovado recentemente pelo mesmo Congresso Nacional que reajustou o novo piso em cerca de 6%. Dá para imaginar quão maior seria essa indignação, se fosse do conhecimento de todos o lucro obtido pela agiotagem oficial dos banqueiros somente com os pagamentos de juros da dívida interna efetuados com parte das verbas da União nos últimos governos.
Não é necessário, no entanto, nenhum instituto de criminalística para identificar os donos das digitais dos que promovem insistentemente criminosas desumanidades com os trabalhadores. Os que aprovaram tanto o esquálido salário mínimo para o ano de 2011, bem como a mordida dos vampiros no orçamento para pagar os juros da dívida pública são os mesmos que recebem somas bilionárias para gastar com suas eleições, na compra de votos, contratação de cabos eleitorais e com as agências de publicidade encarregadas de iludir a classe trabalhadora. Representam todos os interesses do grande capital e, mesmo que se apresentem como defensores de uma lenta e gradual melhoria das condições de vida das massas e dos “excluídos”, contribuem efetivamente para consolidar a hegemonia burguesa em nosso país.
As digitais são dos gerentes do Plano de Aceleração Capitalista (PAC), no Executivo e no Legislativo e das entidades sindicais governistas. São da presidenta Dilma e seus ministros e dos partidos da base de sustentação do governo (PT, PCdoB, PMDB, PDT, PSB, PTB, entre outros).
Não podem deixar de ser citados também os Partidos declaradamente guarda-costas da rapinagem capitalista (PPS, PSDB, DEM, etc.) que tentaram jogar para a plateia sugerindo outros valores para o mínimo. O cinismo destes é do tamanho do desmonte e sucateamento do patrimônio público que promoveram, ao entregaram a preço de banana as estatais brasileiras, no processo de privatizações. São todos farinha do mesmo saco de maldades.
Os comunistas entendemos que aos Partidos e demais organizações comprometidas com a luta contra a ordem capitalista e pela construção da sociedade socialista cabe a dura tarefa de ir além do denuncismo e do economicismo. É preciso organizar a classe trabalhadora. Na guerra entre o capital e trabalho não pode haver trégua. O fogo concentrado dos inimigos está direcionado para os direitos e a rede de proteção social do povo que trabalha ou está desempregado ou aposentado. A disputa da hegemonia neste momento passa, necessariamente, pela construção de uma Frente Anticapitalista e Antiimperialista que construa um sistema de alianças capaz de dar protagonismo àqueles que nada mais têm a perder, de forma que possam tomar a história em suas mãos e edificar a sociedade justa, fraterna e igualitária. Nessa tarefa estaremos juntos.
Fevereiro de 2011
PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO
Comissão Política Nacional
Os trabalhadores brasileiros assistiram desapontados, mais uma vez, o anúncio do novo salário mínimo de 545 reais. A presidenta Dilma, durante a campanha eleitoral, como num samba de uma nota só, não cansou de propagandear, a exemplo de Lula, o crescimento econômico do país como sendo o jamais visto na história. O aumento de 510 para 545 reais (6,87%), foi uma verdadeira bofetada na cara do povo brasileiro.
A grande maioria da população esperava, diante do alardeado crescimento, que o atual governo tivesse sensibilidade social para dar início à recomposição das perdas salariais das últimas décadas. Existe gordura econômica suficiente para dar ganhos reais ao salário mínimo de forma que os trabalhadores pudessem ver melhor atendidas as suas necessidades de morar, se alimentar e vestir, além de ter acesso a lazer, cultura e saúde. Como previa o decreto que deu origem ao salário mínimo há mais de 50 anos.
Qualquer exercício de economia doméstica, por mais primário que seja, revelará que o novo valor a ser pago não garante vida digna para uma família de quatro pessoas. Foi com essa compreensão que, em dezembro de 2010, o DIEESE anunciou que R$ 2.227,53 seria o valor mínimo necessário para dar dignidade às famílias dos trabalhadores.
As profundas modificações ocorridas no mercado de trabalho, por conta do processo de expansão das relações capitalistas nos últimos anos, responsáveis por aprofundar a depreciação do valor da força de trabalho e das condições laborais, ampliaram a presença de empregos e subempregos informais, precários e temporários no conjunto da população ocupada. Alguns estudos apontam que a renda dos 25% mais pobres tem alta correlação com o valor do mínimo. E mesmo fora do alcance da lei, a remuneração dos assalariados sem carteira, autônomos e empregados domésticos é fortemente influenciada pelo valor do salário mínimo. O mesmo acontece com os rendimentos de aposentados, pensionistas e funcionários públicos de baixa renda.
O governo federal insiste no desequilíbrio das contas públicas como o principal obstáculo para a majoração do salário mínimo. Trata-se, inteligentemente, do uso de pesos e medidas distintos para abordar as causas do déficit público no Brasil. A enorme dívida pública, o pagamento de juros estratosféricos e ainda o socorro a entidades financeiras privadas, resultam numa gigantesca transferência de renda para os credores do Estado, para a iniciativa privada, em nome de uma estabilidade econômica que prioriza descaradamente os lucros.
Quando se discute o salário mínimo, os parâmetros são outros. Só são apresentados, de forma exagerada, os impactos do aumento do salário mínimo, sem relacioná-los com o crescimento do orçamento e do PIB. Com esta manipulação, deixa-se de debater os principais impactos do aumento, ou seja, quais transferências são mais significativas do ponto de vista social. Aquelas que se concentram nos credores do Estado (bancos, empresas, ricos, classe média alta) ou aquelas que afetam diretamente a renda de dezenas de milhões de brasileiros?
A indignação popular com o novo salário mínimo cresce quando se compara com o verdadeiro assalto aos cofres públicos que foi o reajuste de 60% nos salários dos parlamentares, aprovado recentemente pelo mesmo Congresso Nacional que reajustou o novo piso em cerca de 6%. Dá para imaginar quão maior seria essa indignação, se fosse do conhecimento de todos o lucro obtido pela agiotagem oficial dos banqueiros somente com os pagamentos de juros da dívida interna efetuados com parte das verbas da União nos últimos governos.
Não é necessário, no entanto, nenhum instituto de criminalística para identificar os donos das digitais dos que promovem insistentemente criminosas desumanidades com os trabalhadores. Os que aprovaram tanto o esquálido salário mínimo para o ano de 2011, bem como a mordida dos vampiros no orçamento para pagar os juros da dívida pública são os mesmos que recebem somas bilionárias para gastar com suas eleições, na compra de votos, contratação de cabos eleitorais e com as agências de publicidade encarregadas de iludir a classe trabalhadora. Representam todos os interesses do grande capital e, mesmo que se apresentem como defensores de uma lenta e gradual melhoria das condições de vida das massas e dos “excluídos”, contribuem efetivamente para consolidar a hegemonia burguesa em nosso país.
As digitais são dos gerentes do Plano de Aceleração Capitalista (PAC), no Executivo e no Legislativo e das entidades sindicais governistas. São da presidenta Dilma e seus ministros e dos partidos da base de sustentação do governo (PT, PCdoB, PMDB, PDT, PSB, PTB, entre outros).
Não podem deixar de ser citados também os Partidos declaradamente guarda-costas da rapinagem capitalista (PPS, PSDB, DEM, etc.) que tentaram jogar para a plateia sugerindo outros valores para o mínimo. O cinismo destes é do tamanho do desmonte e sucateamento do patrimônio público que promoveram, ao entregaram a preço de banana as estatais brasileiras, no processo de privatizações. São todos farinha do mesmo saco de maldades.
Os comunistas entendemos que aos Partidos e demais organizações comprometidas com a luta contra a ordem capitalista e pela construção da sociedade socialista cabe a dura tarefa de ir além do denuncismo e do economicismo. É preciso organizar a classe trabalhadora. Na guerra entre o capital e trabalho não pode haver trégua. O fogo concentrado dos inimigos está direcionado para os direitos e a rede de proteção social do povo que trabalha ou está desempregado ou aposentado. A disputa da hegemonia neste momento passa, necessariamente, pela construção de uma Frente Anticapitalista e Antiimperialista que construa um sistema de alianças capaz de dar protagonismo àqueles que nada mais têm a perder, de forma que possam tomar a história em suas mãos e edificar a sociedade justa, fraterna e igualitária. Nessa tarefa estaremos juntos.
Fevereiro de 2011
PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO
Comissão Política Nacional
domingo, 27 de fevereiro de 2011
A DIVA GAÚCHA DAS PASSARELAS
MORAL DA HISTÓRIA - MUITO INSTRUTIVO
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ASNO
No Curso de Medicina, o professor se dirige ao aluno e pergunta:
- Quantos rins nós temos?
- Quatro! Responde o aluno.
- Quatro? Replica o professor, arrogante, daqueles que sentem prazer em tripudiar sobre os erros dos alunos.
- Tragam um feixe de capim, pois temos um asno na sala. Ordena o professor a seu auxiliar.
- E para mim um cafezinho! Replicou o aluno ao auxiliar do mestre.
O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala. O aluno era Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), o 'Barão de Itararé'. Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:
- O senhor me perguntou quantos rins 'NÓS TEMOS'. 'NÓS' temos quatro: dois meus e dois seus. 'NÓS' é uma expressão usada para o plural.Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim.
Moral da História:
A VIDA EXIGE MUITO MAIS COMPREENSÃO DO QUE CONHECIMENTO.
Às vezes as pessoas, por terem um pouco a mais de conhecimento ou acreditarem que o tem, se acham no direito de subestimar os outros...
E haja capim!!!
A ROUPA FAZ A DIFERENÇA?
Sem maiores preocupações com o vestir, o médico conversava descontraído com o enfermeiro e o motorista da ambulância, quando uma senhora elegante chega e de forma ríspida, pergunta:
- Vocês sabem onde está o médico do hospital?
Com tranqüilidade o médico respondeu:
- Boa tarde, senhora! Em que posso ser útil?
Ríspida, retorquiu:
- Será que o senhor é surdo? Não ouviu que estou procurando pelo médico?
Mantendo-se calmo, contestou:
- Boa tarde, senhora! O médico sou eu, em que posso ajudá-la ?!?!
- Como?!?! O senhor?!?! Com essa roupa?!?!...
- Ah, Senhora! Desculpe-me! Pensei que a senhora estivesse procurando um médico e não uma vestimenta....
- Oh! Desculpe doutor! Boa tarde! É que... Vestido assim, o senhor nem parece um médico...
- Veja bem as coisas como são...- disse o médico -... As vestes parecem não dizer muitas coisas, pois quando a vi chegando, tão bem vestida, tão elegante, pensei que a senhora fosse sorrir educadamente para todos e depois daria um simpaticíssimo "bom tarde!"; como se vê, as roupas nem sempre dizem muito...
Moral da História:
UM DOS MAIS BELOS TRAJES DA ALMA É A EDUCAÇÃO.
Sabemos que a roupa faz a diferença mas o que não podemos negar é que Falta de Educação, Arrogância, Falta de Humildade, Pessoas que se julgam donas do mundo e da verdade, Grosseria e outras "qualidades" derrubam qualquer vestimenta.
BASTAM ÀS VEZES APENAS 5 MINUTOS DE CONVERSA PARA QUE O OURO DA VESTIMENTA SE TRANSFORME EM BARRO.
BOA RESPOSTA
Um mecânico está desmontando o cabeçote de uma moto, quando ele vê na oficina um cirurgião cardiologista muito conhecido. Ele está olhando o mecânico trabalhar. Então o mecânico pára e pergunta:
- 'Ei, doutor, posso lhe fazer uma pergunta?'
O cirurgião, um tanto surpreso, concorda e vai até a moto na qual o mecânico está trabalhando. O mecânico se levanta e começa:
- "Doutor, olhe este motor. Eu abro seu coração, tiro válvulas, conserto-as, ponho-as de volta e fecho novamente, e quando eu termino, ele volta a trabalhar como se fosse novo. Como é então, que eu ganho tão pouco e o senhor tanto, quando nosso trabalho é praticamente o mesmo?"
Então o cirurgião dá um sorriso, se inclina e fala bem baixinho para o mecânico:
- 'Você já tentou fazer como eu faço, com o motor funcionando?'
Conclusão:
"QUANDO A GENTE PENSA QUE SABE TODAS AS RESPOSTAS, VEM A VIDA E MUDA TODAS AS PERGUNTAS."
MUITA CALMA!
Entra um senhor desesperado na farmácia e grita:
- Rápido, me dê algo para a diarréia! Urgente!
O dono da farmácia, que era novo no negócio, fica muito nervoso e lhe dá o remédio errado: um remédio para nervos. O senhor, com muita pressa, pega o remédio e vai embora.
Horas depois, chega novamente o senhor que estava com diarréia e o farmacêutico lhe diz:
- Mil desculpas senhor. Creio que por engano lhe dei um medicamento para os nervos, ao invés de algum remédio para diarréia. Como o senhor está se sentindo?
O senhor responde:
- Cagado... mas tô tranquilo.
Moral da História:
"POR MAIS DESESPERADORA QUE SEJA A SITUAÇÃO, SE ESTIVER CALMO, AS COISAS SERÃO VISTAS DE OUTRA MANEIRA".
PROBLEMA É SÉRIO
O sujeito vai ao psiquiatra
- Doutor - diz ele - estou com um problema: Toda vez que estou na cama, acho que tem alguém embaixo. Aí eu vou embaixo da cama e acho que tem alguém em cima. Pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima. Estou ficando maluco!
- Deixe-me tratar de você durante dois anos, diz o psiquiatra. Venha três vezes por semana e eu curo este problema.
- E quanto o senhor cobra? - pergunta o paciente.
- R$ 120,00 por sessão - responde o psiquiatra.
- Bem, eu vou pensar - conclui o sujeito.
Passados seis meses, eles se encontram na rua.
- Por que você não me procurou mais? - Pergunta o psiquiatra.
- A 120 paus a consulta, três vezes por semana, durante dois anos, ia ficar caro demais, ai um sujeito num bar me curou por 10 reais.
- Ah é? Como? Pergunta o psiquiatra.
O sujeito responde:
- Por R$ 10,00 ele cortou os pés da cama...
Moral da História:
MUITAS VEZES O PROBLEMA É SÉRIO, MAS A SOLUÇÃO PODE SER MUITO SIMPLES!
HÁ UMA GRANDE DIFERENÇA ENTRE FOCO NO PROBLEMA E FOCO NA SOLUÇÃO.
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ASNO
No Curso de Medicina, o professor se dirige ao aluno e pergunta:
- Quantos rins nós temos?
- Quatro! Responde o aluno.
- Quatro? Replica o professor, arrogante, daqueles que sentem prazer em tripudiar sobre os erros dos alunos.
- Tragam um feixe de capim, pois temos um asno na sala. Ordena o professor a seu auxiliar.
- E para mim um cafezinho! Replicou o aluno ao auxiliar do mestre.
O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala. O aluno era Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), o 'Barão de Itararé'. Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:
- O senhor me perguntou quantos rins 'NÓS TEMOS'. 'NÓS' temos quatro: dois meus e dois seus. 'NÓS' é uma expressão usada para o plural.Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim.
Moral da História:
A VIDA EXIGE MUITO MAIS COMPREENSÃO DO QUE CONHECIMENTO.
Às vezes as pessoas, por terem um pouco a mais de conhecimento ou acreditarem que o tem, se acham no direito de subestimar os outros...
E haja capim!!!
A ROUPA FAZ A DIFERENÇA?
Sem maiores preocupações com o vestir, o médico conversava descontraído com o enfermeiro e o motorista da ambulância, quando uma senhora elegante chega e de forma ríspida, pergunta:
- Vocês sabem onde está o médico do hospital?
Com tranqüilidade o médico respondeu:
- Boa tarde, senhora! Em que posso ser útil?
Ríspida, retorquiu:
- Será que o senhor é surdo? Não ouviu que estou procurando pelo médico?
Mantendo-se calmo, contestou:
- Boa tarde, senhora! O médico sou eu, em que posso ajudá-la ?!?!
- Como?!?! O senhor?!?! Com essa roupa?!?!...
- Ah, Senhora! Desculpe-me! Pensei que a senhora estivesse procurando um médico e não uma vestimenta....
- Oh! Desculpe doutor! Boa tarde! É que... Vestido assim, o senhor nem parece um médico...
- Veja bem as coisas como são...- disse o médico -... As vestes parecem não dizer muitas coisas, pois quando a vi chegando, tão bem vestida, tão elegante, pensei que a senhora fosse sorrir educadamente para todos e depois daria um simpaticíssimo "bom tarde!"; como se vê, as roupas nem sempre dizem muito...
Moral da História:
UM DOS MAIS BELOS TRAJES DA ALMA É A EDUCAÇÃO.
Sabemos que a roupa faz a diferença mas o que não podemos negar é que Falta de Educação, Arrogância, Falta de Humildade, Pessoas que se julgam donas do mundo e da verdade, Grosseria e outras "qualidades" derrubam qualquer vestimenta.
BASTAM ÀS VEZES APENAS 5 MINUTOS DE CONVERSA PARA QUE O OURO DA VESTIMENTA SE TRANSFORME EM BARRO.
BOA RESPOSTA
Um mecânico está desmontando o cabeçote de uma moto, quando ele vê na oficina um cirurgião cardiologista muito conhecido. Ele está olhando o mecânico trabalhar. Então o mecânico pára e pergunta:
- 'Ei, doutor, posso lhe fazer uma pergunta?'
O cirurgião, um tanto surpreso, concorda e vai até a moto na qual o mecânico está trabalhando. O mecânico se levanta e começa:
- "Doutor, olhe este motor. Eu abro seu coração, tiro válvulas, conserto-as, ponho-as de volta e fecho novamente, e quando eu termino, ele volta a trabalhar como se fosse novo. Como é então, que eu ganho tão pouco e o senhor tanto, quando nosso trabalho é praticamente o mesmo?"
Então o cirurgião dá um sorriso, se inclina e fala bem baixinho para o mecânico:
- 'Você já tentou fazer como eu faço, com o motor funcionando?'
Conclusão:
"QUANDO A GENTE PENSA QUE SABE TODAS AS RESPOSTAS, VEM A VIDA E MUDA TODAS AS PERGUNTAS."
MUITA CALMA!
Entra um senhor desesperado na farmácia e grita:
- Rápido, me dê algo para a diarréia! Urgente!
O dono da farmácia, que era novo no negócio, fica muito nervoso e lhe dá o remédio errado: um remédio para nervos. O senhor, com muita pressa, pega o remédio e vai embora.
Horas depois, chega novamente o senhor que estava com diarréia e o farmacêutico lhe diz:
- Mil desculpas senhor. Creio que por engano lhe dei um medicamento para os nervos, ao invés de algum remédio para diarréia. Como o senhor está se sentindo?
O senhor responde:
- Cagado... mas tô tranquilo.
Moral da História:
"POR MAIS DESESPERADORA QUE SEJA A SITUAÇÃO, SE ESTIVER CALMO, AS COISAS SERÃO VISTAS DE OUTRA MANEIRA".
PROBLEMA É SÉRIO
O sujeito vai ao psiquiatra
- Doutor - diz ele - estou com um problema: Toda vez que estou na cama, acho que tem alguém embaixo. Aí eu vou embaixo da cama e acho que tem alguém em cima. Pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima. Estou ficando maluco!
- Deixe-me tratar de você durante dois anos, diz o psiquiatra. Venha três vezes por semana e eu curo este problema.
- E quanto o senhor cobra? - pergunta o paciente.
- R$ 120,00 por sessão - responde o psiquiatra.
- Bem, eu vou pensar - conclui o sujeito.
Passados seis meses, eles se encontram na rua.
- Por que você não me procurou mais? - Pergunta o psiquiatra.
- A 120 paus a consulta, três vezes por semana, durante dois anos, ia ficar caro demais, ai um sujeito num bar me curou por 10 reais.
- Ah é? Como? Pergunta o psiquiatra.
O sujeito responde:
- Por R$ 10,00 ele cortou os pés da cama...
Moral da História:
MUITAS VEZES O PROBLEMA É SÉRIO, MAS A SOLUÇÃO PODE SER MUITO SIMPLES!
HÁ UMA GRANDE DIFERENÇA ENTRE FOCO NO PROBLEMA E FOCO NA SOLUÇÃO.
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BANKSTER VAI FUGIR COM ELE?

A Rua Wall Street - onde está a "Bolsa de Valores" de Nova York.
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BANKSTER VAI FUGIR COM ELE?
(Banco de Gangster, vai fugir com ele?
Dani Schechter - 27/02/11
Uma interessante e corajosa apreciação de como age o mundo financeiro norte americano.
http://english.aljazeera.net/indepth/opinion/2011/02/2011226131635826806.html#
(Uma tradução melhorada do google para o portugues)
Tiremos o chapéu para Matt Taibbi ao falar sobre o crime de Wall Street, pedindo em seu relatório mais recente da revista Rolling Stone : "Porque Wall Street não vai para a cadeia?"
"Vigaristas financeiros", argumenta ele, "trouxe para baixo a economia do mundo -, mas os agentes federais estão a fazer mais para protegê-los do que para processá-los."
É verdade, mas isso é apenas parte da história. O Daily Kos chamou sua investigação, uma deprimente "leitura", talvez porque sugere que a administração Obama não está fazendo o que deveria reinar em crimes financeiros. Muitos dos advogados que ele apela para agir vêm de grandes sociedades de advogados e possuem sua visão de mundo.
Kos deve se sentir deprimida com o fracasso da comunidade progressiva para se concentrar sobre estas questões, e não pressionar o governo a fazer a coisa certa.
Há muito mais nesta história. E também mais sobre as instituições que nos indivíduos, mais sobre um sistema que permite a captura e encobre o crime e, em seguida, desvia a atenção longe do problema mais profund
DEZ PROBLEMAS
Você pode ver que quando na televisão o anfitrião Bill Mahrer Taibbi pressionado para nomear os maiores vigaristas de Wall Street, em seu programa semanal de comédia política, ele não consegue compreender totalmente o que realmente estamos enfrentando.
Aqui estão dez dos fatores bem planejados, mas falhos, que ajudam a explicar a procrastinação da racionalização para a inacção. O governo não é apenas o único culpado. Várias indústrias trabalharam em conjunto, através de suas associações de empresas, cooperativas bem pagas, colaboraram durante anos para que se financiasse a economia em seu próprio benefício.
Personalizar bandidos faz bem para a TV, sem oferecer uma explicação real.
Quando as instituições e serviços financeiros tornaram-se o setor econômico dominante, que, efetivamente assumiu o sistema político fortalecendo seu poder, foi um feito de forma incrementada, ao longo dos anos, com previsão, com experiência e malícia.
Primeiro problema, muitos dos que poderiam ser acusados de crimes financeiros e fraudes, investiram em lobby e donativos políticos para garantir que os regulamentos rígidos e sua execução fossem castrados antes da bolha imobiliária que promoveram estourar.
Depois de centenas de bancos foram falirem na sequência da crise de poupança e empréstimo, os fraudadores financeiros empurraram os acontecimentos para a regulamentação enfraquecida, garantindo que seus colegas não seriam presos em quando a próxima crise os ameaçasse .
Com efeito, a sua estratégia de desregulamentação também deliberadamente "despenalizada" o ambiente para se certificar de que as práticas que levaram a altos lucros e baixa responsabilização seria permissível e permitido. O que antes era ilegal tornou-se logo "legal".
Não execução
Os policiais e vigilantes foram tomados fora da batida. Antecipar as restrições e dissolve-las em seguida, eles projetaram uma cena de crime de baixo risco, na forma como o Pentágono sistematicamente prepara sua batalha. Esta práticas permitidas e ilícitas, são incentivada pelos CEOs – Altos Diretores - em uma variedade de fraudes de controle para manter os lucros de forma que os executivos possam extrair máximo rendimento.
Hoje o proposto cortes republicanos com vistas a minar o projeto do financiamento dos organismos de regulação passou recentemente reformas financeiras. Um comissário da Commodity Futures Trading Commission disse que se o orçamento é reduzido, "não teria essencialmente nenhum policial nas ruas ... poderíamos mais uma vez arriscar outra desintegração calamitosa". Ele acrescentou, de acordo com The New York Times, que: "O processo vai dar em nada, agachamento Diddley ... se conseguirmos cortar vamos estar em um mundo de dor."
Segundo Problema, a indústria inventada, publicidade e racionalizada instrumentos financeiros exóticos como progressistas "inovação" e "modernização" para disfarçar suas intenções, reforçando simultaneamente a sua área de manobra.
Isso foi parte da criação de um sistema bancário na sombra operacional, abaixo do radar de monitoramento e regulamentação vigente. Onde está o foco no controle da alimentação fora do controle dos jogadores que praticam a alavancagem da fome em fundos hedge?
Terceiro Problema, a indústria promulgada em teorias econômicas e as ideologias ganharam o apoio dos profissionais de economia que em grande parte não viram a crise chegar, fazendo com que aqueles que favoreceram a repressão das fraudes aparecem antiquados e fora de moda.
Como o economista James Galbraith testemunhou ao Congresso: "... o estudo de fraudes financeiras tem recebido pouca atenção Praticamente não existem institutos de pesquisa, a colaboração entre os economistas e os criminologistas é rara, nos departamentos de liderança há poucos especialistas e os alunos muito poucos economistas macios.. pedalou-se o papel de fraude em todas as crises que examinaram, incluindo o de Poupança e Empréstimo derrocada, a transição da Rússia, a crise asiática e da bolha dot.com. Eles continuam a fazê-lo agora. "
Quarta Problema, membros proeminentes da indústria de serviços financeiros foram nomeados para altos cargos nas agências de governo, o que deve ter rachado o crime financeiro, mas olhou para o outro lado. As raposas estavam realmente guardando o galinheiro, orientando instituições a tolerância, ocultando um ambiente de criminalidade.
Alan Greenspan e Ben Bernanke, foram repetidamente advertido pelos subalternos no Banco da Reserva Federal sobre as práticas predatórias generalizadas nos mercados de hipotecas e subprime e eles optaram por não fazer nada. Agora, Greenspan reconhece a fraude generalizada, mas lamenta a falta de aplicação da lei, enquanto Bernanke quer correr um Consumer Protection Agency após ignorar as reclamações dos consumidores durante anos. Mesmo quando o FBI denunciava "uma epidemia de fraudes com hipotecas", em 2004, suas unidades de crimes de colarinho branco foram reduzidas.
Em quinto problema, a mídia foi cúmplice, seduzida, comprada e comprometida. A bolha da habitação cresceram rapidamente no período, tanto que a mídia foi obrigada a reduzir o tamanho. Dodgy credores e empresas de cartão de crédito injetaram bilhões em publicidade no rádio, a televisão e na Internet praticamente garantindo que não haveria investigações de meios indevidos.
Os jornalistas financeiros cada vez mais incorporados na sua cultura e narrativa de Wall Street por hyping ações e CEOs. Os "convidados" rotineiramente escolhido pelos meios de comunicação para explicar a crise, muitas vezes eram parte dela.
Raposas vigiando o galinheiro
"Muitos dos" especialistas " que falam na TV ou escrevem na Imprensa, fazem suas previsões. Mas muitas dão errado, mesmo quando eles parecem ser tão auto-confiante e bem-informados", escreve Jim Hightower.
Seu conselho: "Não seja intimidado pelo jargão do setor financeiro (que se destina a entorpecer seu cérebro e manter a gente comum, ainda tentando descobrir o que está acontecendo)."
Sexto Ploblema, políticos e advogados de empresas formam álibes de abusos que foram expostos ao invés de processos. O governo se beneficiou, obtendo grandes multas, enquanto os empresários evitaram a prisão.
executivos financeiros eram freqüentemente recompensados com gratificações e remunerações enorme para práticas que contornaram ou cruzaram a linha de criminalidade.
Violação intencional do espírito e da letra da lei foram justificados, porque "todo mundo faz isso", por alto preço as empresas jurídicas, muitas vezes trabalhando como lobistas. Conflitos de interesse foram ridicularizados. Juízes, dependentes de doações da indústria para a reeleição, olharam para o outro lado
.
Sétimo Problema , como a economia mudou e as indústrias que antes eram separadas começaram a trabalhar juntas, as leis não eram atualizadas. As instituições financeiras trabalhavam com companhias de seguros e imobiliárias. No entanto, a aplicação da lei não reconheceu essa nova realidade.
Crime financeiro ainda era visto quase que inteiramente no âmbito do quadro de títulos leis que se destinam a proteger os investidores, e não os trabalhadores ou os proprietários que sofreram muito mais com o colapso. Os casos são enquadrados contra indivíduos com alto padrão, e não sob outros tipos de leis usadas para julgar o crime organizado e conspiração.
Ao definir os crimes de forma estrita, os processos tornaram-se poucos e distantes entre si.
"Processos contra executivos de Wall Street pode ser difíceis de provar, a contento de um júri por causa do volume de entorpecimento mental de e-mails, folhetos e memorandos a documentar um caso", informou a agência de notícias Reuters.
Criminal Minds
Condenado financeiro, Sam Antar que aparece no meu filme Plunder é obra de como o governo tende a proceder nestes casos, em parte porque eles parecem não entender como são calculados estes crimes e os seus encobrimentos. "Nossas lei, inocente até prova em contrário, os códigos de ética que jornalistas, como você que respeita o limite de seu comportamento, da a liberdade ao criminoso de colarinho branco para cometer seus crimes, e também para encobrir seus crimes", disse ele.
"Nós não temos nenhum respeito às leis. Consideramos os seus códigos de ética e as leis, os pontos fracos a serem explorados na execução de nossos crimes. Assim, o Ministério Público, espero que a maioria dos promotores, que são honestos, mas eles estão jogando pelo conjunto das regras;.. eles são dificultados pelas restrições ilegais. O criminoso de colarinho branco não tem restrições legais Você entra com documentos de intimação, eles destroem os documentos, testemunhas de intimação mentem. Então você está em desvantagem quando se trata de brancos. collared penal Com efeito, estamos predadores econômicos Somos predadores econômicos;.. nós impomos um dano coletivo na sociedade, o tempo está sempre do nosso lado, não do lado da justiça, infelizmente ".
Oitavo Problema, mesmo que a globalização da economia financeira das empresas dos EUA expandindo sua presença em todo o mundo, havia pouco a internacionalização das normas e regulamentos financeiros.
Mesmo hoje, quando os franceses e os alemães propõem tais regras, Washington ainda se opõe a um duro regime global de códigos de conduta.
No exterior, na Grécia e Inglaterra, e em outras partes da Europa, tem havido uma acusação da Americanos predadores corporativos, especialmente o Goldman Sachs. Eles estão sendo denunciados como "terroristas financeiros" e há uma discussão em termos de suas ligações com diversas formações de negócios da elite como o Grupo Bilderberg.
Nona problema, com exceção dos inquéritos softball por uma crise financeira inquérito da Comissão, não houve investigações intensivas nos Estados Unidos, mesmo como o 9 tépida / 11 da Comissão.
Enquanto o senador Carl Levin, de Michigan fez passar um dia agressivamente grelhando Goldman Sachs em uma prática enganosa, sua defesa foi mais reveladora sobre a natureza real do problema: "todo mundo fez isso".
O caso de criminalidade ainda não atingiu a massa crítica como um problema para se tornar uma explicação dominante de como a economia entrou em colapso. Na verdade, ele ainda está sendo ridicularizadas ou ignorado.
Finalmente, Décimo Problema, um problema grande na minha contagem regressiva: São os críticos progressistas da crise que também ignoram largamente a criminalidade como um fator chave e foco possível para um esforço de organização.
Eles tratam a crise como se estivessem em um seminário na Universidade de Harvard financeiras, centrando-se sobre as complexidades dos derivativos, swaps de crédito e produtos financeiros estruturados em linguagem que as pessoas comuns raramente consegue penetrar. Eles argumentam que os bancos não devem ser grandes demais para falir, mas raramente eles não são grandes demais para a cadeia.
Poucos grupos de ativistas progressistas de estresse a imoralidade de tais práticas, muito menos a sua incriminação depois de todos esses anos! Há pouca solidariedade ativa, mesmo na comunidade progressiva com o recém-abrigo ou desempregados.
Onde está a empatia ativa, compaixão e carinho para com as vítimas dos crimes financeiros?
Uma resposta populista à crise tem sido silenciada. Há pouca pressão de baixo para cima sobre a Administração e o Departamento de Justiça, que já criou uma força-tarefa de Crimes Financeiros, para tomar medidas reais. É como se essa crise crime dentro da crise financeira não existesse.
Curiosamente, como eles se recusam a discutir a fraude generalizada que ocorreu, a administração Obama está considerando um "acordo global" de todas as fraudes habitação a levar a questão para fora da mesa. Eles apresentam uma proposta de negócio de $ 20 bilhões para enterrar o problema.
Por todos os meios, os trabalhadores deveriam se reunir para proteger seus empregos e pensões, em Wisconsin, mas devem perceber que são os bancos que são em última análise os culpados, pelas pressões financeiras por trás do ataque deles. Os fundos de pensão perderam bilhões por causa de fraudes de Wall Street. Os governos estaduais têm tido um grande sucesso.
Por que os sindicatos e grupos de esquerda silenciam sobre estas questões?
Mesmo depois de os mercados derreteram, mesmo depois de escândalos de Wall Street e os desgraçados bônus de resgate, Wall Street mal foi humilhado. Ele ainda está a gastar uma fortuna em PR e manejar a arma política com 25 lobistas a sombra de todos os membros do Congresso para sabotar uma verdadeira reforma.
Sua arrogância é evidente em um e-mail o Financial Times relatou era "ping em torno de" mesas de negociação. Ele lê em parte:
"Estamos Wall Street: É o nosso trabalho para ganhar dinheiro. Quer se trate de uma mercadoria, o estoque de títulos, ou de algum pedaço de papel hipotético falso, isso não importa. Gostaríamos de trocar cartões de beisebol se fosse rentável ... Vá em frente e continuem a nos levar para baixo, mas você só vai fazer mal a si mesmos. O que vai acontecer quando nós não pudermos encontrar trabalhos na rua mais? Adivinhe: Nós vamos levar o seu ... Nós não somos dinossauros. Nós somos mais inteligentes e mais cruéis do que isso, e nós estamos indo para a sobrevivencia".
Talvez não seja surpreendente, que em um ato de antecipação de preferência, alguns anos atrás, as empresas de Wall Street começaram a financiar a construção e administração de presídios privatizados. Eles sabem como tirar proveito da prisão também.
Quando será que nós chamaremos de um crime um crime? Quando é que vamos exigir uma cadeia fora, e não apenas mais bail-outs. A menos que façamos algo, e até nós, o povo que criou a pior crise de nosso tempo, vamos continuar com a maior enganação da história.
Notícias Dissecador; "Danny Schechter" fez o filme "O Crime da pilhagem do nosso tempo" . Partes do presente ensaio aparecem em seu livro "O Crime companheira de Nosso Tempo" (Disinfo Books).
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Danny Schechter é o blogueiro-chefe da MediaChannel.org, a maior do mundo a mídia on-line da rede problemas. Um ex-CNN e ABC News produtor com uma curta passagem na CNBC, Schechter dirigiu muitos documentários independentes, incluindo ADM: Armas de Decepção e um novo filme, em dívida We Trust: América antes que a bolha estoura, lidar com a armadilha do crédito que já enredados seis em cada dez americanos. (Veja Globalvision.org à ordem e para mais informações.) Além encerrando oito livros, incluindo When News Lies: cumplicidade da mídia e da Guerra do Iraque (SelectBooks) e A Morte de Mídia ea Luta pela Democracia (Melville House Publishing) escreve-Schechter regularmente para os principais sites e meios de comunicação em todo o mundo. Seu último filme é Plunderthecrimeofourtime. (Plunderthecrimeofourtime.com)
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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
KADAFI E SEU DEDICADO "REPRESAMENTO" DE EMIGRANTES AFRICANOS
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Descubro via "Rossana Pescio" do Face Book, um site que trás uma das "imagens" de Kadafi, a do dedicado "represador" de emigrantes de africanos para a Europa, com dados que é de estarrecer!! Fala também da relação da Europa e dos EUA com o então "Lider Líbio", como era chamado pela Imprensa, agora com um status mais adequado, o de "Carniceiro da Líbia". Leiam e pasmem, os que como eu desconheciam tantos fatos.
Nem quis colocar em portugues para não tirar a força original:
http://www.resumenlatinoamericano.org/index.php?option=com_content&task=view&id=2654&Itemid=1&lang=es
Gadafi y su mandato dan mucho que hablar.
Qué pasa con Libia?
Del mundo árabe a América Latina
Santiago Alba Rico y Alma Allende
Tenemos la impresión de que un gran proceso emancipatorio mundial puede verse abortado por la implacable ferocidad de Gadafi, la intervención estadounidense y la poca clarividencia de América Latina. Describiríamos así la situación: en una zona del mundo ligada de nuevo por fuertes solidaridades internas y de la que sólo se esperaba letargo o fanatismo ha surgido una oleada de levantamientos populares que amenaza con hacer caer, uno detrás de otro, a todos los aliados de las potencias occidentales en la región. Con independencia de las muchas diferencias locales, estos levantamientos tienen algo en común que, por cierto, los distingue radicalmente de las “revoluciones” rosadas y naranjas promovidas por el capitalismo en la órbita ex soviética: demandan democracia, sí, pero lejos de estar fascinadas por Europa y los EEUU son depositarias de una larga, arraigada, radical tradición antiimperialista forjada en torno a Palestina e Iraq. No hay en los levantamientos populares árabes ni asomo de socialismo, pero tampoco de islamismo ni -lo más importante- de seducción eurocéntrica: se trata al mismo tiempo de una revuelta económica y de una revolución democrática, nacionalista y anticolonial, lo que abre de pronto, cuarenta años después de su derrota, una inesperada oportunidad para las izquierdas socialistas y panarabistas de la región.
La América Latina progresista, cuyos pioneros procesos emancipatorios constituyen la esperanza del antiimperialismo mundial, debería apoyar en estos momentos al mundo árabe sin reservas, adelantándose a la estrategia de las potencias occidentales, desbordadas por los acontecimientos y a las que Gadafi está dando la oportunidad de un regreso -militar quizás, pero sobre todo propagandístico- como paladín de los derechos humanos y la democracia. Ese discurso es poco creíble en esta zona del mundo, donde Fidel y Chávez gozan de un enorme crédito popular, pero si América Latina se alinea, por activa o por pasiva, con el tirano, no sólo los contagiosos avances populares, que lamen ya Europa y se han trasladado a Wisconsin, se verán irremediablemente detenidos, sino que se producirá una nueva fractura en el campo antiimperialista que los EEUU, siempre vigilantes, relojeros del mundo, aprovecharán para recuperar el terreno perdido. Algo de eso puede estar ya ocurriendo como resultado de una combinación de desconocimiento y de antiimperialismo esquemático y sumario. Los pueblos árabes, que vuelven a la escena de la historia, necesitan el apoyo de sus hermanos latinoamericanos, pero es sobre todo la relación de fuerzas mundial la que no puede permitirse una vacilación por parte de Cuba y Venezuela sin que Cuba y Venezuela sufran también las consecuencias y las sufran con ellos América Latina y las esperanzas de transformación a nivel planetario.
Podemos alegar que sabemos poco de lo que ocurre en Libia y sospechar de las condenas occidentales, mediáticas e institucionales, de los últimos días. Podemos quedarnos en eso. Los imperialistas son más inteligentes. Ellos, que tienen muchos intereses concretos en la zona, han defendido hasta el final a sus dictadores, pero cuando han comprendido que eran insostenibles los han dejado caer y han elegido otra estrategia: apoyar procesos democráticos controlados, seleccionar minorías postmodernas como motor de cambios limitados y desplegar sin pudor, a sabiendas de que la memoria es corta y los reflejos de la izquierda muy inmediatos, un nuevo arco iris de retórica democrática. Habrá que oponerse a cualquier injerencia occidental, pero no creo, sinceramente, que la OTAN vaya a invadir Libia; lo que sí nos parece es que esta amenaza, apenas apuntada, tiene el efecto de enredar y emborronar el campo antiimperialista, y esto hasta el punto de hacernos olvidar algo que sí deberíamos saber: quién es Gadafi. Olvidarlo puede producir al menos tres efectos terribles: romper los lazos con los movimientos populares árabes, dar legitimidad a las acusaciones contra Venezuela y Cuba y "represtigiar" el muy dañado discurso democrático imperialista. Todo un triunfo, sin duda, para los intereses imperialistas en la región.
Gadafi ha sido durante los últimos diez años un gran amigo de la UE y de EEUU y de sus dictadores aliados en la zona. Baste recordar las incendiarias declaraciones de apoyo del Calígula libio al depuesto Ben Alí, a cuyas milicias muy probablemente proporcionó armas y dinero en los días posteriores al 14 de enero. Baste recordar también la dócil colaboración de Gadafi con los EEUU en el marco de la llamada “guerra antiterrorista”. La colaboración política ha ido acompañada de estrechos vínculos económicos con la UE, incluida España: la venta de petróleo a Alemania, Italia, Francia y EEUU ha sido paralela a la entrada en Libia de las grandes compañías occidentales (la española Repsol, la británica British Petroleum, la francesa Total, la italiana ENI o la austriaca OM), por no hablar de los suculentos contratos de las constructoras europeas y españolas en Trípoli. Por lo demás, Francia y EEUU no han dejado de proporcionarle armas para que ahora mate desde el aire a su propio pueblo, siguiendo el ejemplo de la Italia imperial desde 1911. En 2008 la ex secretaria de Estado Condoleeza Rice lo dejó muy claro: “Libia y Estados Unidos comparten intereses permanentes: la cooperación en la lucha contra el terrorismo, el comercio, la proliferación nuclear, África, los derechos humanos y la democracia”.
Cuando Gadafi visitó Francia en diciembre de 2007, Ayman El-Kayman resumió la situación en un párrafo que reproduzco aquí: “Hace casi diez años, Gadafi dejó de ser para el Occidente democrático un individuo poco recomendable: para que le sacaran de la lista estadounidense de Estados terroristas reconoció la responsabilidad en el atentado de Lockerbie; para normalizar sus relaciones con el Reino Unido, dio los nombres de todos los republicanos irlandeses que se habían entrenado en Libia; para normalizarlas con Estados Unidos, dio toda la información que tenía sobre los libios sospechosos de participar en la yihad junto a Bin Laden y renunció a sus “armas de destrucción masiva”, además de pedir a Siria que hiciese lo mismo; para normalizar las relaciones con la Unión Europea, se transformó en guardián de los campos de concentración, donde están internos miles de africanos que se dirigían a Europa; para normalizar sus relaciones con su siniestro vecino Ben Alí, le entregó a opositores refugiados en Libia”.
Como se ve, Gadafi no es ni un revolucionario ni un aliado, ni siquiera táctico, de los revolucionarios del mundo. En 2008 Fidel y Chávez (junto a Mercosur) denunciaron justamente la llamada “directiva de la vergüenza” europea que reforzaba la ya muy severa persecución en Europa de la humanidad desnuda de las pateras y los muros. De todos los crímenes de Gadafi quizás el más grave y el menos conocido es su complicidad en la política migratoria de la UE, particularmente italiana, como verdugo de emigrantes africanos. Quien quiera una amplia información sobre el tema puede leer Il Mare di mezzo, del valiente periodista Gabriele del Grande, o acudir a su página web, Fortresseurope, donde se recogen algunos documentos espeluznantes. Ya en 2006 Human Rights Watch y Afvic denunciaban los arrestos arbitrarios y torturas en centros de detención libios financiados por Italia. El acuerdo Berlusconi-Gadafi de 2003 puede leerse completo en la página de Gabriele del Grande y sus consecuencias se resumen sucinta y dolorosamente en el grito de Farah Anam, fugitiva somalí de los campos de la muerte libios: “Prefiero morir en el mar que regresar a Libia”. A pesar de las denuncias que hablan de verdaderas prácticas de exterminio -o precisamente por ellas, que demuestran la eficacia de Gadafi como guardián de Europa- la Comisión Europea firmó en octubre una "agenda de cooperación” para la "gestión de los flujos migratorios” y el "control de las fronteras", válido hasta 2013 y acompañado de la entrega a Libia de 50 millones de euros.
La relación de Europa con Gadafi ha rozado la sumisión. Berlusconi, Sarkozy, Zapatero y Blair lo recibieron con abrazos en 2007 y el propio Zapatero lo visitó en Trípoli en 2010. Incluso el rey Juan Carlos se desplazó a Trípoli en enero de 2009 para promocionar a las empresas españolas. Por otro lado, la UE no dudó en humillarse y disculparse públicamente el 27 de marzo de 2010 a través del entonces ministro español de Asuntos Exteriores, Miguel Ángel Moratinos, por haber prohibido a 188 ciudadanos libios la entrada en Europa a raíz del conflicto entre Suiza y Libia por la detención de un hijo de Gadafi en Ginebra acusado de maltratar a su personal doméstico. Aún más: la UE no emitió la menor protesta cuando Gadafi adoptó represalias económicas, comerciales y humanas contra Suiza ni cuando efectuó un llamamiento a la guerra santa contra este país ni cuando declaró públicamente su deseo de que fuera barrido del mapa.
Y si ahora estos amigos imperialistas de Gadafi -que ven cómo el mundo árabe se voltea sin su intervención- condenan la dictadura libia y hablan de democracia, entonces nosotros vacilamos. Aplicamos las plantillas universales de la lucha antiimperialista, con sus teorías de la conspiración y su paradójica desconfianza hacia los pueblos, y pedimos tiempo para que se disuelva la nube de polvo que levantan las bombas lanzadas desde el aire -a fin de estar seguros de que debajo no hay un cadáver de la CIA. Eso cuando no apoyamos directamente, como el gobierno de Nicaragua, a un criminal cuyo contacto más liviano sólo puede manchar para siempre a cualquiera que se reclame de izquierdas o progresista. No es la OTAN quien está bombardeando a los libios sino Gadafi. “Fusil contra fusil” es la canción de la revolución; “misil contra civil” es algo que no podemos aceptar y que, aún antes de hacernos preguntas, debemos condenar con toda energía e indignación. Pero hagámonos también las preguntas. Porque si nos hacemos preguntas, las respuestas que tenemos -por pocas que sean- demuestran además de qué lado deben estar en estos momentos los revolucionarios del mundo. Ojalá caiga Gadafi -hoy mejor que mañana- y América Latina comprenda que lo que ocurre en estos momentos en el mundo árabe tiene que ver, no con los planes maquiavélicos de la UE y EEUU (que sin duda maniobran en la sombra), sino con los procesos abiertos en Nuestra América, la de todos, la del ALBA y la dignidad, desde principios de los años 90, siguiendo la estela de la Cuba de 1958. La oportunidad es grande y puede ser la última para revertir definitivamente la actual relación de fuerzas y aislar a las potencias imperialistas en un nuevo marco global. No caigamos en una trampa tan fácil. No despreciemos a los árabes. No son socialistas, no, pero en los dos últimos meses, de manera inesperada, han dejado al desnudo la hipocresía de la UE y los EEUU, han expresado su deseo de una democracia auténtica, lejos de todo tutelaje colonial, y han abierto un espacio para poner en dificultades desde la izquierda los intentos de reconversión, también territorial, del capitalismo. Es la América Latina del ALBA, la del Che y Playa Girón, cuyo prestigio en esta zona estaba intacto hasta ayer, la que tiene que apoyar el proceso antes de que el relojero del mundo vuelva a hacer girar las manillas hacia atrás y a su favor. Los países capitalistas tienen “intereses”; los socialistas sólo “límites”. Muchos de esos “intereses” estaban con Gadafi, pero ninguno de esos “límites” tiene nada que ver con él. Es un criminal y además un estorbo. Por favor, compañeros revolucionarios de América Latina, los compañeros revolucionarios del mundo árabe están pidiéndo que no lo sostengáis.
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(SEM COMENTÁRIOS...PQP!!)
Para quem quiser conferir o site citado no texto: http://fortresseurope.blogspot.com/2006/02/immigrants-dead-at-frontiers-of-europe_16.html de "Gabriele Del Grande"
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Descubro via "Rossana Pescio" do Face Book, um site que trás uma das "imagens" de Kadafi, a do dedicado "represador" de emigrantes de africanos para a Europa, com dados que é de estarrecer!! Fala também da relação da Europa e dos EUA com o então "Lider Líbio", como era chamado pela Imprensa, agora com um status mais adequado, o de "Carniceiro da Líbia". Leiam e pasmem, os que como eu desconheciam tantos fatos.
Nem quis colocar em portugues para não tirar a força original:
http://www.resumenlatinoamericano.org/index.php?option=com_content&task=view&id=2654&Itemid=1&lang=es
Gadafi y su mandato dan mucho que hablar.
Qué pasa con Libia?
Del mundo árabe a América Latina
Santiago Alba Rico y Alma Allende
Tenemos la impresión de que un gran proceso emancipatorio mundial puede verse abortado por la implacable ferocidad de Gadafi, la intervención estadounidense y la poca clarividencia de América Latina. Describiríamos así la situación: en una zona del mundo ligada de nuevo por fuertes solidaridades internas y de la que sólo se esperaba letargo o fanatismo ha surgido una oleada de levantamientos populares que amenaza con hacer caer, uno detrás de otro, a todos los aliados de las potencias occidentales en la región. Con independencia de las muchas diferencias locales, estos levantamientos tienen algo en común que, por cierto, los distingue radicalmente de las “revoluciones” rosadas y naranjas promovidas por el capitalismo en la órbita ex soviética: demandan democracia, sí, pero lejos de estar fascinadas por Europa y los EEUU son depositarias de una larga, arraigada, radical tradición antiimperialista forjada en torno a Palestina e Iraq. No hay en los levantamientos populares árabes ni asomo de socialismo, pero tampoco de islamismo ni -lo más importante- de seducción eurocéntrica: se trata al mismo tiempo de una revuelta económica y de una revolución democrática, nacionalista y anticolonial, lo que abre de pronto, cuarenta años después de su derrota, una inesperada oportunidad para las izquierdas socialistas y panarabistas de la región.
La América Latina progresista, cuyos pioneros procesos emancipatorios constituyen la esperanza del antiimperialismo mundial, debería apoyar en estos momentos al mundo árabe sin reservas, adelantándose a la estrategia de las potencias occidentales, desbordadas por los acontecimientos y a las que Gadafi está dando la oportunidad de un regreso -militar quizás, pero sobre todo propagandístico- como paladín de los derechos humanos y la democracia. Ese discurso es poco creíble en esta zona del mundo, donde Fidel y Chávez gozan de un enorme crédito popular, pero si América Latina se alinea, por activa o por pasiva, con el tirano, no sólo los contagiosos avances populares, que lamen ya Europa y se han trasladado a Wisconsin, se verán irremediablemente detenidos, sino que se producirá una nueva fractura en el campo antiimperialista que los EEUU, siempre vigilantes, relojeros del mundo, aprovecharán para recuperar el terreno perdido. Algo de eso puede estar ya ocurriendo como resultado de una combinación de desconocimiento y de antiimperialismo esquemático y sumario. Los pueblos árabes, que vuelven a la escena de la historia, necesitan el apoyo de sus hermanos latinoamericanos, pero es sobre todo la relación de fuerzas mundial la que no puede permitirse una vacilación por parte de Cuba y Venezuela sin que Cuba y Venezuela sufran también las consecuencias y las sufran con ellos América Latina y las esperanzas de transformación a nivel planetario.
Podemos alegar que sabemos poco de lo que ocurre en Libia y sospechar de las condenas occidentales, mediáticas e institucionales, de los últimos días. Podemos quedarnos en eso. Los imperialistas son más inteligentes. Ellos, que tienen muchos intereses concretos en la zona, han defendido hasta el final a sus dictadores, pero cuando han comprendido que eran insostenibles los han dejado caer y han elegido otra estrategia: apoyar procesos democráticos controlados, seleccionar minorías postmodernas como motor de cambios limitados y desplegar sin pudor, a sabiendas de que la memoria es corta y los reflejos de la izquierda muy inmediatos, un nuevo arco iris de retórica democrática. Habrá que oponerse a cualquier injerencia occidental, pero no creo, sinceramente, que la OTAN vaya a invadir Libia; lo que sí nos parece es que esta amenaza, apenas apuntada, tiene el efecto de enredar y emborronar el campo antiimperialista, y esto hasta el punto de hacernos olvidar algo que sí deberíamos saber: quién es Gadafi. Olvidarlo puede producir al menos tres efectos terribles: romper los lazos con los movimientos populares árabes, dar legitimidad a las acusaciones contra Venezuela y Cuba y "represtigiar" el muy dañado discurso democrático imperialista. Todo un triunfo, sin duda, para los intereses imperialistas en la región.
Gadafi ha sido durante los últimos diez años un gran amigo de la UE y de EEUU y de sus dictadores aliados en la zona. Baste recordar las incendiarias declaraciones de apoyo del Calígula libio al depuesto Ben Alí, a cuyas milicias muy probablemente proporcionó armas y dinero en los días posteriores al 14 de enero. Baste recordar también la dócil colaboración de Gadafi con los EEUU en el marco de la llamada “guerra antiterrorista”. La colaboración política ha ido acompañada de estrechos vínculos económicos con la UE, incluida España: la venta de petróleo a Alemania, Italia, Francia y EEUU ha sido paralela a la entrada en Libia de las grandes compañías occidentales (la española Repsol, la británica British Petroleum, la francesa Total, la italiana ENI o la austriaca OM), por no hablar de los suculentos contratos de las constructoras europeas y españolas en Trípoli. Por lo demás, Francia y EEUU no han dejado de proporcionarle armas para que ahora mate desde el aire a su propio pueblo, siguiendo el ejemplo de la Italia imperial desde 1911. En 2008 la ex secretaria de Estado Condoleeza Rice lo dejó muy claro: “Libia y Estados Unidos comparten intereses permanentes: la cooperación en la lucha contra el terrorismo, el comercio, la proliferación nuclear, África, los derechos humanos y la democracia”.
Cuando Gadafi visitó Francia en diciembre de 2007, Ayman El-Kayman resumió la situación en un párrafo que reproduzco aquí: “Hace casi diez años, Gadafi dejó de ser para el Occidente democrático un individuo poco recomendable: para que le sacaran de la lista estadounidense de Estados terroristas reconoció la responsabilidad en el atentado de Lockerbie; para normalizar sus relaciones con el Reino Unido, dio los nombres de todos los republicanos irlandeses que se habían entrenado en Libia; para normalizarlas con Estados Unidos, dio toda la información que tenía sobre los libios sospechosos de participar en la yihad junto a Bin Laden y renunció a sus “armas de destrucción masiva”, además de pedir a Siria que hiciese lo mismo; para normalizar las relaciones con la Unión Europea, se transformó en guardián de los campos de concentración, donde están internos miles de africanos que se dirigían a Europa; para normalizar sus relaciones con su siniestro vecino Ben Alí, le entregó a opositores refugiados en Libia”.
Como se ve, Gadafi no es ni un revolucionario ni un aliado, ni siquiera táctico, de los revolucionarios del mundo. En 2008 Fidel y Chávez (junto a Mercosur) denunciaron justamente la llamada “directiva de la vergüenza” europea que reforzaba la ya muy severa persecución en Europa de la humanidad desnuda de las pateras y los muros. De todos los crímenes de Gadafi quizás el más grave y el menos conocido es su complicidad en la política migratoria de la UE, particularmente italiana, como verdugo de emigrantes africanos. Quien quiera una amplia información sobre el tema puede leer Il Mare di mezzo, del valiente periodista Gabriele del Grande, o acudir a su página web, Fortresseurope, donde se recogen algunos documentos espeluznantes. Ya en 2006 Human Rights Watch y Afvic denunciaban los arrestos arbitrarios y torturas en centros de detención libios financiados por Italia. El acuerdo Berlusconi-Gadafi de 2003 puede leerse completo en la página de Gabriele del Grande y sus consecuencias se resumen sucinta y dolorosamente en el grito de Farah Anam, fugitiva somalí de los campos de la muerte libios: “Prefiero morir en el mar que regresar a Libia”. A pesar de las denuncias que hablan de verdaderas prácticas de exterminio -o precisamente por ellas, que demuestran la eficacia de Gadafi como guardián de Europa- la Comisión Europea firmó en octubre una "agenda de cooperación” para la "gestión de los flujos migratorios” y el "control de las fronteras", válido hasta 2013 y acompañado de la entrega a Libia de 50 millones de euros.
La relación de Europa con Gadafi ha rozado la sumisión. Berlusconi, Sarkozy, Zapatero y Blair lo recibieron con abrazos en 2007 y el propio Zapatero lo visitó en Trípoli en 2010. Incluso el rey Juan Carlos se desplazó a Trípoli en enero de 2009 para promocionar a las empresas españolas. Por otro lado, la UE no dudó en humillarse y disculparse públicamente el 27 de marzo de 2010 a través del entonces ministro español de Asuntos Exteriores, Miguel Ángel Moratinos, por haber prohibido a 188 ciudadanos libios la entrada en Europa a raíz del conflicto entre Suiza y Libia por la detención de un hijo de Gadafi en Ginebra acusado de maltratar a su personal doméstico. Aún más: la UE no emitió la menor protesta cuando Gadafi adoptó represalias económicas, comerciales y humanas contra Suiza ni cuando efectuó un llamamiento a la guerra santa contra este país ni cuando declaró públicamente su deseo de que fuera barrido del mapa.
Y si ahora estos amigos imperialistas de Gadafi -que ven cómo el mundo árabe se voltea sin su intervención- condenan la dictadura libia y hablan de democracia, entonces nosotros vacilamos. Aplicamos las plantillas universales de la lucha antiimperialista, con sus teorías de la conspiración y su paradójica desconfianza hacia los pueblos, y pedimos tiempo para que se disuelva la nube de polvo que levantan las bombas lanzadas desde el aire -a fin de estar seguros de que debajo no hay un cadáver de la CIA. Eso cuando no apoyamos directamente, como el gobierno de Nicaragua, a un criminal cuyo contacto más liviano sólo puede manchar para siempre a cualquiera que se reclame de izquierdas o progresista. No es la OTAN quien está bombardeando a los libios sino Gadafi. “Fusil contra fusil” es la canción de la revolución; “misil contra civil” es algo que no podemos aceptar y que, aún antes de hacernos preguntas, debemos condenar con toda energía e indignación. Pero hagámonos también las preguntas. Porque si nos hacemos preguntas, las respuestas que tenemos -por pocas que sean- demuestran además de qué lado deben estar en estos momentos los revolucionarios del mundo. Ojalá caiga Gadafi -hoy mejor que mañana- y América Latina comprenda que lo que ocurre en estos momentos en el mundo árabe tiene que ver, no con los planes maquiavélicos de la UE y EEUU (que sin duda maniobran en la sombra), sino con los procesos abiertos en Nuestra América, la de todos, la del ALBA y la dignidad, desde principios de los años 90, siguiendo la estela de la Cuba de 1958. La oportunidad es grande y puede ser la última para revertir definitivamente la actual relación de fuerzas y aislar a las potencias imperialistas en un nuevo marco global. No caigamos en una trampa tan fácil. No despreciemos a los árabes. No son socialistas, no, pero en los dos últimos meses, de manera inesperada, han dejado al desnudo la hipocresía de la UE y los EEUU, han expresado su deseo de una democracia auténtica, lejos de todo tutelaje colonial, y han abierto un espacio para poner en dificultades desde la izquierda los intentos de reconversión, también territorial, del capitalismo. Es la América Latina del ALBA, la del Che y Playa Girón, cuyo prestigio en esta zona estaba intacto hasta ayer, la que tiene que apoyar el proceso antes de que el relojero del mundo vuelva a hacer girar las manillas hacia atrás y a su favor. Los países capitalistas tienen “intereses”; los socialistas sólo “límites”. Muchos de esos “intereses” estaban con Gadafi, pero ninguno de esos “límites” tiene nada que ver con él. Es un criminal y además un estorbo. Por favor, compañeros revolucionarios de América Latina, los compañeros revolucionarios del mundo árabe están pidiéndo que no lo sostengáis.
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(SEM COMENTÁRIOS...PQP!!)
Para quem quiser conferir o site citado no texto: http://fortresseurope.blogspot.com/2006/02/immigrants-dead-at-frontiers-of-europe_16.html de "Gabriele Del Grande"
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ORQUESTRAÇÃO DA GRANDE MÍDIA
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Já estou cansado de ser induzido a pensar de acordo com orquestração da grande impressa, segundo a qual, ninguém vai ao banheiro sem que os EUA permitam!!!...PQP!!...Já tem famosos articulistas dos grandes portais da imprensa internacional, dizendo que “Bem Ali”e “Mubarak” saíram fora “porque “O OBAMA” mandou???...Q pó### é essa???...Os ditadores regiamente pagos, é verdade, deixaram o poder porque senão o Povo ia linchá-los em pça. pública!!...Como farão com Kadafi se ele não renunciar!!...Quanto aos adjetivos da grande imprensa Ocidental para com o ditador, são de uma hipocrisia que dá náusea. antes era o "Lider Líbio", agora virou o "Carniceiro da Mídia". A Líbia é uma grande represa de emigrantes afro-descendentes, regiamente paga pela Europa agradecida, especificamente pela próxima Itália, que irriga seu desenvolvimento de primeiro mundo com o petróleo libanês.... E por favor, não pensem que estou apoiando o ditador “socialista”, (aliás, que tipo de "socialismo do livrinho verde" foi implantado por Kadafi)?? (Andam falando que o verde para os clãs do deserto é igual a cor do Céu(??)...Reconheço que o verde não existe muito nos desertos líbios, mas daí a ele só escrever com tinta verde...kkkkk...comédia!). Agora, depois de Kadafi abandonar o poder como se espera, vão dizer que foi "ordem expressa" do OBAMA??...E o povo nas ruas, as centenas de mortos, os feridos, presos, torturados, famílias em prantos...Tudo a mando dos EUA???...Vão pro inferno todos esses escribas vassalos que no conforto de seus escritórios, ficam exercitando suas mentes a diminuir a importância da CORAGEM E DA REVOLTA DO POVÂO contra regimes que os oprimem por décadas, como se tudo no fundo não passasse de uma orquestração de algum Diretor de um Departamento do “império de cinco pontas”!!..Não queiram reduzir todo um levante popular como se fosse um filmeco de ação made Hollyood, onde um ator bonitão é o "especialista" a serviço da CIA...Para além das cenas contundentes, mas bem usadas pelo sencionalismo midiático, há que se ter respeito pelo povo nas ruas!!... Francamente...
O que qualquer curioso na Internet pode ver, e não precisa ser nenhum “PHD em Oriente Médio”, é que estamos assistindo o despertar do Povão árabe para uma secular realidade e que poucos falam:
A de que a orgia econômica industrial desenvolvimentista em que vive o orgulhoso mundo Ocidental Cristão Capitalista, vem sendo por décadas, irrigada com o “ouro negro” de suas terras, mas eles, o Povão árabe, não tem acesso aos dividendos resultantes.
Dividendos pagos as elites teocráticas que usam da religião e da tirania para manter centenas milhões do povo no cabresto moral do estoicismo, conveniente a dura sobrevivência e ao atraso em que se mantém o país, (conveniente ao industrialismo ocidental); enquanto as grandes personalidades petrolíferas desfilam nos mais luxuosos automóveis de fabricação personalizada, (como duas Mercedes cravejadas de diamantes usadas para decorar um “Salão de Automóveis” na Europa recentemente, que segundo consta, pertencem a duas esposas de um milionário árabe). Ora, o mundo ocidental até pode sorrir com ironia de tamanha extravagância, mas para por aí, e, pouco está se lixando para o preço que milhões estão pagando sob as tiranias de nababos Chefes de Estados que nós sustentamos a cada litro de gasolina colocado no tanque do carro.
Falam do perigo da expansão islamita. Sei lá, não acredito e acho que são temores sionistas vendidos ao Ocidente.
Vejo mais uma nova geração árabe, com acesso a Internet, telefones celulares, mas com um custo de vida alto, falta de empregos, universitários temerosos de um futuro sem perspectivas; - ( e nem adianta agora o "The Guardian" vir dizer que o estopim da revolta no Maagrebe, o Mohammed Bouazizi, nem universitário era, que ainda não tinha entrado na Universidade, como se tal fato lhe tirasse o status de mártir deflagrador dos atuais acontecimentos)- ; salários aviltantes para as classes mais humildes, que mal dá pra chegar no fim do mês, carência de assistência médica e principalmente de maior liberdade existencial, política, de pensamento.
Tudo isso aliado à energia da juventude e a revolta do povo cansado de ficar calado, não há ditador que agüente seja lá de qual religião for o país. E não adianta querer dar aumento de última hora aos salários da guarda do sistema ou de alguns funcionários estratégicos do governo, a bronca ficou muito maior que essas desesperadas benevolências.
E fim de papo.
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Já estou cansado de ser induzido a pensar de acordo com orquestração da grande impressa, segundo a qual, ninguém vai ao banheiro sem que os EUA permitam!!!...PQP!!...Já tem famosos articulistas dos grandes portais da imprensa internacional, dizendo que “Bem Ali”e “Mubarak” saíram fora “porque “O OBAMA” mandou???...Q pó### é essa???...Os ditadores regiamente pagos, é verdade, deixaram o poder porque senão o Povo ia linchá-los em pça. pública!!...Como farão com Kadafi se ele não renunciar!!...Quanto aos adjetivos da grande imprensa Ocidental para com o ditador, são de uma hipocrisia que dá náusea. antes era o "Lider Líbio", agora virou o "Carniceiro da Mídia". A Líbia é uma grande represa de emigrantes afro-descendentes, regiamente paga pela Europa agradecida, especificamente pela próxima Itália, que irriga seu desenvolvimento de primeiro mundo com o petróleo libanês.... E por favor, não pensem que estou apoiando o ditador “socialista”, (aliás, que tipo de "socialismo do livrinho verde" foi implantado por Kadafi)?? (Andam falando que o verde para os clãs do deserto é igual a cor do Céu(??)...Reconheço que o verde não existe muito nos desertos líbios, mas daí a ele só escrever com tinta verde...kkkkk...comédia!). Agora, depois de Kadafi abandonar o poder como se espera, vão dizer que foi "ordem expressa" do OBAMA??...E o povo nas ruas, as centenas de mortos, os feridos, presos, torturados, famílias em prantos...Tudo a mando dos EUA???...Vão pro inferno todos esses escribas vassalos que no conforto de seus escritórios, ficam exercitando suas mentes a diminuir a importância da CORAGEM E DA REVOLTA DO POVÂO contra regimes que os oprimem por décadas, como se tudo no fundo não passasse de uma orquestração de algum Diretor de um Departamento do “império de cinco pontas”!!..Não queiram reduzir todo um levante popular como se fosse um filmeco de ação made Hollyood, onde um ator bonitão é o "especialista" a serviço da CIA...Para além das cenas contundentes, mas bem usadas pelo sencionalismo midiático, há que se ter respeito pelo povo nas ruas!!... Francamente...
O que qualquer curioso na Internet pode ver, e não precisa ser nenhum “PHD em Oriente Médio”, é que estamos assistindo o despertar do Povão árabe para uma secular realidade e que poucos falam:
A de que a orgia econômica industrial desenvolvimentista em que vive o orgulhoso mundo Ocidental Cristão Capitalista, vem sendo por décadas, irrigada com o “ouro negro” de suas terras, mas eles, o Povão árabe, não tem acesso aos dividendos resultantes.
Dividendos pagos as elites teocráticas que usam da religião e da tirania para manter centenas milhões do povo no cabresto moral do estoicismo, conveniente a dura sobrevivência e ao atraso em que se mantém o país, (conveniente ao industrialismo ocidental); enquanto as grandes personalidades petrolíferas desfilam nos mais luxuosos automóveis de fabricação personalizada, (como duas Mercedes cravejadas de diamantes usadas para decorar um “Salão de Automóveis” na Europa recentemente, que segundo consta, pertencem a duas esposas de um milionário árabe). Ora, o mundo ocidental até pode sorrir com ironia de tamanha extravagância, mas para por aí, e, pouco está se lixando para o preço que milhões estão pagando sob as tiranias de nababos Chefes de Estados que nós sustentamos a cada litro de gasolina colocado no tanque do carro.
Falam do perigo da expansão islamita. Sei lá, não acredito e acho que são temores sionistas vendidos ao Ocidente.
Vejo mais uma nova geração árabe, com acesso a Internet, telefones celulares, mas com um custo de vida alto, falta de empregos, universitários temerosos de um futuro sem perspectivas; - ( e nem adianta agora o "The Guardian" vir dizer que o estopim da revolta no Maagrebe, o Mohammed Bouazizi, nem universitário era, que ainda não tinha entrado na Universidade, como se tal fato lhe tirasse o status de mártir deflagrador dos atuais acontecimentos)- ; salários aviltantes para as classes mais humildes, que mal dá pra chegar no fim do mês, carência de assistência médica e principalmente de maior liberdade existencial, política, de pensamento.
Tudo isso aliado à energia da juventude e a revolta do povo cansado de ficar calado, não há ditador que agüente seja lá de qual religião for o país. E não adianta querer dar aumento de última hora aos salários da guarda do sistema ou de alguns funcionários estratégicos do governo, a bronca ficou muito maior que essas desesperadas benevolências.
E fim de papo.
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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
LÍBIA ATRAVÉS DO MEU COMPUTADOR

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RUA DE TRÍPÓLI

CONJUNTO DE EDIFÍCIOS EM TRÍPOLI
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Último pronunciamento de Kadafi ontem:
Algumas de suas frases catadas na Internet:
“Não renuncio. Morrerei como mártir. Os meios de comunicação distorcem a realidade, trabalham para o diabo. Este é nosso país e país dos nossos avós, não vamos deixar que o destruam.
Os jovens que protestam não são culpados, suas atitudes são normais em face dos acontecimentos dos países vizinhos, porém há entre eles pessoas más, que distribuem dinheiro e drogas aos jovens. Conheceis alguém decente que participa disso? Não há. É gente que se droga e se embebeda...Os libaneses são um povo livre, pois o poder está nas mão do povo....Se amanhã houver uma nova república, uma nova constituição, não terei nada contra. Não sou um presidente, sou um líder da revolução...Os que levantam armas contra o País serão condenados a morte...Nem sequer dei ordens de usar balas contra a população, mas se precisarmos usar a violência nós usaremos...A batalha será rua por rua até que o solo libanês esteja livre...Os que querem me afastar, façam Comitês populares e segurem seus filhos em casa...Os portos e aeroportos estão bloqueados e tudo está paralisado...Não tem combustível, as pessoas estão com medo e os culpados desta situação são os mesmos que destruíram o Iraque, Afeganistão, Somália...São os que entraram agora na Líbia...Não vou permitir que façam da Líbia o que fizeram em Faluja..”.
Kadafi, como todo ditador, (via de regra vindo das hostes militares), que se apodera do país por décadas e mantém o poder a mão de ferro, se acha imprescindível e conta com a transferência do poder ao filho, como se o país fosse uma propriedade adquirida pela família.
Mesmo acompanhando diariamente várias informações, é complicado tecer considerações sobre o que ocorre na Líbia, país considerado um dos mais ricos da região, com uma população de apenas pouco mais de 6milhões de habitantes, que represa um grande contingente de emigrantes africanos para alívio da Europa em especial a próxima Itália, sem ter conhecimento in-loco do módus-vivendi líbio.
Terá razão de ser a revolta popular e as cruéis conseqüências dos acontecimentos em Trípoli, Benghasi e em outras cidades do interior do país, ou tudo não passa de um eco inconseqüente vindo da Tunísia e do Egito a contaminar a juventude libanesa e por extensão o seu povo? Que tipo de “socialismo” fala Kadafi? Porque se revoltou a população? Terá razão um libanês ao dizer que: ‘Não queremos mais um país que ainda vive na Idade Média, Kadafi é um insano assassino”.
Mas então porque uma imensa massa de apoiadores do seu Governo, muitos com fitas verdes amarradas na cabeça, o aplaudiam numa grande concentração enquanto discursava o Líder da nação? E porque parte do Exército estaria deserdando e se aliando aos populares nas ruas?
Embaixadores líbios estão renunciando aos seus cargos nos países em que se encontram. Pilotos da Força Aérea da Líbia estão descendo seus aviões em aeroportos de outros países e pedindo asilo.
Está interrompido o fornecimento de 1milhão de barris/dia de petróleo para a Europa, em especial para a Itália, com previsões de ver afetada sua indústria.
Pronunciamentos exacerbados contra o ditador líbio são proferidos por estudiosos de plantão na mídia internacional, mas poucos lembram o apoio da Europa e dos EUA dado ao Governo líbio em troca do petróleo retirado do país pelas poderosas empresas multinacionais. A hipocrisia grassa em textos contundentes. E já há quem admita que os EUA podem vir a ganhar muito com uma possível diminuição do anti-americanismo no mundo árabe.
Esquecem que se as massas dos países sob rígidos governos teocráticos não estão tolerando mais os abusos de seus governantes, elas também estão conscientes do forte preconceito que o mundo ocidental cristão nutrem contra suas culturas, do atraso sócio-econômico em que vivem e do nível de orgia econômica que vive a Europa a custa do petróleo que jorra em suas terras.
Na realidade a convivência do mundo ocidental capitalista com essas ditaduras na região é de total tolerância para com os governos regiamente pagos, em face de toda sorte de abusos contra suas populações exploradas e atrasadas. Assim tem sido há séculos por toda a África, até hoje. A conivência continua enquanto a revolta popular não explode.
Quando a irreversível rebelião nas ruas se impõe, “Chefes de Estado” são abandonados como funcionários despedidos de uma grande Empresa, ainda que na maioria dos casos, o ditador deposto vá gozar de sua, já garantida com antecedência, aposentadoria luxuosa em algum balneário paradisíaco, onde entre goles de um bom tinto-claro com frutos do mar, se conformará com o ditado: “Valeu enquanto durou”.
Nas ruas do país ficaram os corpos mortos, feridos, presos torturados, famílias em pranto, e a comemoração pela fuga do déspota, a alegria coletiva momentânea, ilusão da vitória pela grande massa... Até a ordem dos novos donos do poder: Venceu a vontade popular! Voceis ganharam! Agora voltem para suas casas.
Assim, e até onde consigo vislumbrar os acontecimentos no Magrebe, é o que eu penso. O resto são detalhes, filigranas políticos para deleite dos especialistas, que pouco acrescentam a realidade.
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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
TRANSCRIÇÃO DE EMAIL - BLOG DO PLANALTO
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Governo brasileiro repudia violência na Líbia e conclama segurança aos estrangeiros
Posted: 21 Feb 2011 02:21 PM PST
Em nota do Ministério das Relações Exteriores, divulgada no início da noite desta segunda-feira (21/2), o governo brasileiro repudia o uso da violência na Líbia e pede que as autoridades locais tomem medidas no sentido de preservar a segurança e a livre circulação dos estrangeiros que se encontram no país.
De acordo com o texto, ao tomar conhecimento da deterioração da situação na região, o governo do Brasil conclama que as partes envolvidas busquem solução para a crise por meio do diálogo. O MRE diz, ainda, que a Embaixada do Brasil está em contato permanente com a comunidade brasileira naquele país e colocou à disposição telefones tanto no Brasil quanto na Líbia para divulgação de informações.
Leia abaixa íntegra da nota à Imprensa nº 70 do Itamaraty:
Situação na Líbia
Ao tomar conhecimento da deterioração da situação na Líbia, o Governo brasileiro conclama as partes envolvidas a buscarem solução para a crise por meio do diálogo, e reitera o repúdio ao uso da violência.
O Governo brasileiro insta as autoridades líbias a tomarem medidas no sentido de preservar a segurança e a livre circulação dos estrangeiros que se encontram no país. O Governo brasileiro tem a expectativa de que as autoridades líbias deem atenção urgente à necessidade de garantir a segurança na retirada dos cidadãos brasileiros que se encontram nas cidades de Trípoli e Bengazi.
A Embaixada do Brasil na Líbia está em contato permanente com a comunidade brasileira naquele país.
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Governo brasileiro repudia violência na Líbia e conclama segurança aos estrangeiros
Posted: 21 Feb 2011 02:21 PM PST
Em nota do Ministério das Relações Exteriores, divulgada no início da noite desta segunda-feira (21/2), o governo brasileiro repudia o uso da violência na Líbia e pede que as autoridades locais tomem medidas no sentido de preservar a segurança e a livre circulação dos estrangeiros que se encontram no país.
De acordo com o texto, ao tomar conhecimento da deterioração da situação na região, o governo do Brasil conclama que as partes envolvidas busquem solução para a crise por meio do diálogo. O MRE diz, ainda, que a Embaixada do Brasil está em contato permanente com a comunidade brasileira naquele país e colocou à disposição telefones tanto no Brasil quanto na Líbia para divulgação de informações.
Leia abaixa íntegra da nota à Imprensa nº 70 do Itamaraty:
Situação na Líbia
Ao tomar conhecimento da deterioração da situação na Líbia, o Governo brasileiro conclama as partes envolvidas a buscarem solução para a crise por meio do diálogo, e reitera o repúdio ao uso da violência.
O Governo brasileiro insta as autoridades líbias a tomarem medidas no sentido de preservar a segurança e a livre circulação dos estrangeiros que se encontram no país. O Governo brasileiro tem a expectativa de que as autoridades líbias deem atenção urgente à necessidade de garantir a segurança na retirada dos cidadãos brasileiros que se encontram nas cidades de Trípoli e Bengazi.
A Embaixada do Brasil na Líbia está em contato permanente com a comunidade brasileira naquele país.
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O CAOS TAMBÉM NA LÍBIA DE KHADAFI
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A LÍBIA DE MUAMMAR EL KHADAFI
O país foi contaminado pela onda de revoltas populares pós Tunísia de “Bouazizi”, como vem acontecendo em todo norte da África.
Parece que todos os países da região tem certas características comuns; regimes autoritários com matizes teocráticos, elites sustentadas por riquezas naturais, minérios ou petróleo extraídos por conglomerados internacionais, e a maioria do povo vivendo em níveis de pobreza incompatíveis com a orgia econômica do cume da pirâmide social.
“Muammar el Khadafi”, como seus mandatários vizinhos, também veio das hostes militares e por muitos anos foi considerado como um apoiador do terrorismo anti-ocidente com origem no mundo árabe. Está no poder do país a 42anos.
Porém como diz: “ Apoiei Mandela, ajudei vários chefes de Estados que todos abraçam e beijam, mas teimam em me considerar um inimigo por não querer ver meu país uma colônia”.
A Líbia é um país complicado, pois ainda convive com muitos Clãs árabes; represa grandes contingentes de emigrados africanos do Magrebe, pelo que a Europa lhe retribui com milhões de euros de ajuda específica.
Khadafi soube trazer para o país as grandes cifras de dólares com negócios com poderosas multinacionais do petróleo como a Shel, Britshe Petróleo, a EFE italiana.
Fez da Líbia um dos mais ricos países da região, mas com mão de ferro.
No entanto, não se justificam as barbaridades cometidas contra seu povo. Ainda mais agora quando há várias acusações das Forças Armadas estarem usando Caças e helicópteros para dar tiros nas massas de populares revoltosos, desarmados, nas ruas de Benghasi e Trípoli e de outras cidades do interior. A justificativa do filho de Khadafi ao vir na TV estatal dizer que: “ Os aviões estão apenas destruindo depósitos de munições do Exército.”,se torna no mínimo suspeita, principalmente após suas primeiras declarações onde ameaçou com "rios de sangue" contra a população nas ruas do país.
Agora, no site do El País, como nos grandes sites jornalísticos do mundo, aparecem textos de professores estudiosos, na maioria oriundo de classes privilegiadas dos seus países, e todos com especializações em Universidades dos EUA ou na Inglaterra, a criticarem o Governo Khadafi como se fosse o demônio em pessoa.
Exemplo: Hoje o El País trás um texto tentando explicar a Líbia dos dias atuais, sob a assinatura do “Haizam Amirah Fernández”, um especialista do “Real Instituto Ecano” da Espanha. Uma instituição que visa fazer análises de conjunturas sócio-políticas de países com vistas a investimentos espanhóis, ou seja, uma Organização tipicamente de Direita com vistas a investimentos.
Com o título de “Revolução Errada”, o sr. Haizam procura detratar o regime de Khadafi. Nessa hora não há ninguém apoiando o líder líbio, e inúmeros jornalistas, professores de história, etc, colocam textos de revolta, de apoio às massas nas ruas, ainda que com razão, (como se esses autores fossem todos de esquerda) e não filhotes das classes abastadas dos seus países.
Não tenho conhecimento suficiente para julgar os 42 anos de Governo Khadafi, mas não me furto a registrar como todos o condenam, agora.
Uma das manchetes do site “El País” não foge a regra: “Gadafi quer quemar Líbia antes de irse”, por Fernando Navarro. Nem se precisa ler o artigo para se saber o que contém. Pancadaria no ditador. Porém, os incêndios em Benghasi e em Trípoli foram ateados pelos manifestantes revoltados com a violenta repressão das autoridades locais.
É estranho que nenhum internauta do país tenha colocado uma foto tirada com qualquer celular, de um helicóptero ou de algum avião-caça atirando no povo nas ruas. Mas os grandes sites não deixam de mencionar os ataques aéreos, com depoimentos de pessoas do povo, que dificilmente podem ser comprovados.
No entanto o Fernando Navarro, (não o jogador de futebol), relata no texto a ação de mercenários africanos que nem o idioma árabe falam:
"Los mercenarios son africanos, ni siquiera hablan árabe, patrullan las calles ametrallando cualquier aglomeración de gente, atacando hospitales y saqueando los lugares públicos para desestabilizar y crear confusión", explica Omran, que asegura que los ciudadanos libios han decidido crear grupos de guardia para proteger calles e instituciones del asalto mercenario. "Es horrible. Gadafi ha utilizado aviones contra la gente. Me cuentan que los cadáveres son muchos más de las cifras que se conocen y no se pueden recoger de las calles porque hay informadores y aparecen los mercenarios".
Já foi muito citada a utilização de mercenários africanos na repressão as manifestações. Um absurdo cometido pelas forças do Governo contra seu próprio povo.
Países, entre eles o Brasil, tentam a todo custo tirar sua gente do caos em que se transformou a Líbia. Pra piorar a situação, a pista do aeroporto Benghazi foi destruída, não se sabe por quem.
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A LÍBIA DE MUAMMAR EL KHADAFI
O país foi contaminado pela onda de revoltas populares pós Tunísia de “Bouazizi”, como vem acontecendo em todo norte da África.
Parece que todos os países da região tem certas características comuns; regimes autoritários com matizes teocráticos, elites sustentadas por riquezas naturais, minérios ou petróleo extraídos por conglomerados internacionais, e a maioria do povo vivendo em níveis de pobreza incompatíveis com a orgia econômica do cume da pirâmide social.
“Muammar el Khadafi”, como seus mandatários vizinhos, também veio das hostes militares e por muitos anos foi considerado como um apoiador do terrorismo anti-ocidente com origem no mundo árabe. Está no poder do país a 42anos.
Porém como diz: “ Apoiei Mandela, ajudei vários chefes de Estados que todos abraçam e beijam, mas teimam em me considerar um inimigo por não querer ver meu país uma colônia”.
A Líbia é um país complicado, pois ainda convive com muitos Clãs árabes; represa grandes contingentes de emigrados africanos do Magrebe, pelo que a Europa lhe retribui com milhões de euros de ajuda específica.
Khadafi soube trazer para o país as grandes cifras de dólares com negócios com poderosas multinacionais do petróleo como a Shel, Britshe Petróleo, a EFE italiana.
Fez da Líbia um dos mais ricos países da região, mas com mão de ferro.
No entanto, não se justificam as barbaridades cometidas contra seu povo. Ainda mais agora quando há várias acusações das Forças Armadas estarem usando Caças e helicópteros para dar tiros nas massas de populares revoltosos, desarmados, nas ruas de Benghasi e Trípoli e de outras cidades do interior. A justificativa do filho de Khadafi ao vir na TV estatal dizer que: “ Os aviões estão apenas destruindo depósitos de munições do Exército.”,se torna no mínimo suspeita, principalmente após suas primeiras declarações onde ameaçou com "rios de sangue" contra a população nas ruas do país.
Agora, no site do El País, como nos grandes sites jornalísticos do mundo, aparecem textos de professores estudiosos, na maioria oriundo de classes privilegiadas dos seus países, e todos com especializações em Universidades dos EUA ou na Inglaterra, a criticarem o Governo Khadafi como se fosse o demônio em pessoa.
Exemplo: Hoje o El País trás um texto tentando explicar a Líbia dos dias atuais, sob a assinatura do “Haizam Amirah Fernández”, um especialista do “Real Instituto Ecano” da Espanha. Uma instituição que visa fazer análises de conjunturas sócio-políticas de países com vistas a investimentos espanhóis, ou seja, uma Organização tipicamente de Direita com vistas a investimentos.
Com o título de “Revolução Errada”, o sr. Haizam procura detratar o regime de Khadafi. Nessa hora não há ninguém apoiando o líder líbio, e inúmeros jornalistas, professores de história, etc, colocam textos de revolta, de apoio às massas nas ruas, ainda que com razão, (como se esses autores fossem todos de esquerda) e não filhotes das classes abastadas dos seus países.
Não tenho conhecimento suficiente para julgar os 42 anos de Governo Khadafi, mas não me furto a registrar como todos o condenam, agora.
Uma das manchetes do site “El País” não foge a regra: “Gadafi quer quemar Líbia antes de irse”, por Fernando Navarro. Nem se precisa ler o artigo para se saber o que contém. Pancadaria no ditador. Porém, os incêndios em Benghasi e em Trípoli foram ateados pelos manifestantes revoltados com a violenta repressão das autoridades locais.
É estranho que nenhum internauta do país tenha colocado uma foto tirada com qualquer celular, de um helicóptero ou de algum avião-caça atirando no povo nas ruas. Mas os grandes sites não deixam de mencionar os ataques aéreos, com depoimentos de pessoas do povo, que dificilmente podem ser comprovados.
No entanto o Fernando Navarro, (não o jogador de futebol), relata no texto a ação de mercenários africanos que nem o idioma árabe falam:
"Los mercenarios son africanos, ni siquiera hablan árabe, patrullan las calles ametrallando cualquier aglomeración de gente, atacando hospitales y saqueando los lugares públicos para desestabilizar y crear confusión", explica Omran, que asegura que los ciudadanos libios han decidido crear grupos de guardia para proteger calles e instituciones del asalto mercenario. "Es horrible. Gadafi ha utilizado aviones contra la gente. Me cuentan que los cadáveres son muchos más de las cifras que se conocen y no se pueden recoger de las calles porque hay informadores y aparecen los mercenarios".
Já foi muito citada a utilização de mercenários africanos na repressão as manifestações. Um absurdo cometido pelas forças do Governo contra seu próprio povo.
Países, entre eles o Brasil, tentam a todo custo tirar sua gente do caos em que se transformou a Líbia. Pra piorar a situação, a pista do aeroporto Benghazi foi destruída, não se sabe por quem.
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