Folha de S.Paulo - Mundo - Ao menos 3 casais brasileiros foram à Índia em 2012 para ter bebês com barriga de aluguel - 03/02/2013
Não podem ter filhos, criem um animal doméstico. Adotem uma criança necessitada. Não saiam por aí procurando por pessoas em desespero social para ceder parte de seus corpos. Como se aqui no Brasil não houvesse mulheres prontas para o sacrifício? É que a Índia é longe e a possibilidade de problemas jurídicos é mais remota.
PKP!!
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domingo, 3 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
STA. MARIA, A TRAGÉDIA DE UMA SÓ PORTA.
28/01/13
O mundo não tem culpa de eu morar sozinho e em paz, pagando
minhas contas, sem nunca ter roubado uma bolacha de um super-mercado ou ter
feito mal a alguém deliberadamente.
O mundo não tem culpa de eu ter passado o domingo em casa e
perdido horas, perplexo frente a um aparelho de Televisão, vendo cenas
horríveis de pessoas em desespero, de corpos estirados na rua como se fôssemos
um país em guerra.
Mas caramba, ligar o rádio nesta manhã, e ouvir um
exacerbador de mazelas sociais, que só por ter acesso a um microfone para
milhões de ouvintes incautos, se acha no direito de esbravejar suas arengas na
pretensa catarse da impotência de milhões de pessoas traumatizadas pela
tragédia em Sta Maria, convenhamos que não é uma forma agradável de começar a
semana.
Arenga 1 - :“Uma tragédia como aquela não tem uma única
origem, mas sim uma sucessão de pequenas origens”....Sim, de fato o resultado
monstruoso do acontecido teve uma sucessão de origens: O uso de artefato
pirotécnico em local indevido – (o teto do estabelecimento de pé-direito baixo);
seguranças do estabelecimento que, no início da correria, impediam a turma de fugir do local por acharem
que estavam querendo sair sem pagar a comanda de consumo; os corredores
estabelecidos por “corrimões” instalados para controle da entrada e saída, que
impediam o fluxo rápido de pessoas em fuga; extintores que não funcionaram e
por aí afora.
Porém, as inúmeras fotos do interior do estabelecimento,
mostram que o (estreito) espaço da discoteca, quando muito, devia ser usado por
uma lanchonete, um restaurante todo aberto ou uma loja; jamais uma “Casa de
Show” fechada, sem (nenhuma outra saída de emergência). Logo, a sucessão de
fatos que resultaram na tragédia (tem sim uma única origem): A concessão dada
pela Prefeitura do “alvará” de estabelecimento de um “negócio” em local
indevido. Culpa do Estado.
Arenga 2 - : “A “Banda” devia ser linchada e o dono do
estabelecimento também, ambos em pça. pública”...Sim, a “Banda” teve culpa, mas
ela estava acostumada a usar de efeitos pirotécnicos em todos o seus shows. O
ego inflamado dos componentes não estavam nem aí para a altura do teto, se ele
era forrado de isopor ou não. No auge do show, o clima bombando, um dos
integrantes achou que era a hora dos efeitos pirotécnicos e não pensou mais em
nada. Foi o início do horror. O sanfoneiro da “Banda” consta da lista de 232
mortos.
Já o proprietário, ou o sócio que contratou a “Banda”, devia
ter avisado da altura do teto e de que era revestido de isopor, altamente
inflamável. Mas, a ganância do capitalismo desenfreado que norteia o país, onde
tudo é possível para qualquer empreendedor com “bala n’agulha”, fez com que o
estabelecimento capacitado para receber apenas 500 ou 700 clientes no máximo, confinava
em um ambiente sem outra porta de saída de emergência, aproximadamente 1500
pessoas.
Arenga 3 - : “O alvará do corpo de bombeiros estava vencido,
mas como as medidas mínimas de segurança estavam em ordem, foi liberado o
funcionamento da casa. Um alvará vencido não impede o funcionamento da casa”;
disse um Comandante do Corpo de Bombeiros de Porto Alegre.
Arenga 4 - : “Para a Prefeitura, todos os documentos estavam
em ordem, contudo, parece que o alvará do Corpo de Bombeiros estava vencido. A
Prefeitura não sabia disso. Toda a documentação em 2012 estava em ordem”. Assim
falou o Prefeito de Sta Maria, (que nem conhecia o estabelecimento “Discoteca
Kiss). A cidade é pequena, com cerca de 300.000 habitantes, sendo que 20% é de
universitários, das mais de cinco Faculdades estabelecidas na região.
Moral da história: Hoje, segunda-feira, o assunto nas bocas
de milhões de pessoas, é anunciada a prisão temporária de dois integrantes da “Banda”
e de dois sócios da “Kiss”. É a catarse temporária da jurisprudência face a
comoção popular e as estampas nas primeiras páginas dos principais jornais do
mundo.
E assim a pequena cidade entrou no mapa mundi midiático:
Sta. Maria, tragédia de uma só porta.
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domingo, 27 de janeiro de 2013
TRAGÉDIA EM DANCETERIA NO RS
O domingo hoje foi traumático em todo o país. Em especial no
Rio Grande do Sul, na cidade de Sta. Maria.
Quero antes de mais nada, me solidarizar com todo o povo
gaúcho e desejar muita força para conviver com a tragédia em Sta. Maria.
Meus sinceros sentimentos de pesar a todas as mães e país
dos jovens que tiveram um fim trágico, quando apenas queriam se divertir.
Não vou aqui ficar
exacerbando o absurdo acontecido na casa de show “Kiss”. Só um breve resumo:
A famosa danceteria da cidade de Sta Maria, um polo
universitário da região, sofreu um incêndio causado por um artefato pirotécnico
usado por um dos integrantes de uma banda de música sertaneja e gaúcha.
O “sinalizador” usado pelo cara da banda, recurso
pirotécnico muito usado em outras apresentações em outros lugares, naquela
danceteria acabou jogando faíscas para o teto do estabelecimento, que tinha o
isolamento sonoro a base de isopor. Imagino como foi o suficiente para que o forro começasse a arder como se tivesse molhado por gasolina, em poucos minutos a fumaça já
dominava parte do grande salão.
Consta que a Danceteria Kiss tem capacidade de lotação
máxima acima de 1500 pessoas. Sábado para o Domingo o movimento bomba .
O grande fumaceiro dominando todo o ambiente, pessoas
correndo desesperadas, fugindo para o fundo do estabelecimento a procura de
porta de escape, acabaram encontrando os banheiros. O estabelecimento (não tinha uma
única saída de emergência), e mais pessoas vinham chegando na mesma esperança,
sem saber que estavam correndo para a morte.
Como se não bastasse a Casa ter (só uma porta para entrada e
saída), ainda no começo da fuga em massa, alguns seguranças, (que provavelmente
não tinham percebido o que estava acontecendo lá no fundo do estabelecimento),
ficaram brecando os desesperados, porque estavam sem “comanda” ou com “comanda”
por pagar.
O horror cresceu rapidamente e resultou em mais de 230
mortos. Sem contar a centena de feridos e traumatizados que conseguiram sair
para a rua. O sanfoneiro da Banda também morreu.
Como tudo começou as 2,30hrs da madrugada, vários jornais do
mundo estamparam no domingo de manhã, em primeira página, a tragédia da pequena
cidade de Sta. Maria, no sul do país.
A Presidenta Dilma que estava em viagem, pegou um avião e
rapidamente veio para sua terra natal, onde se juntou a ministros que também se
deslocaram para o sul do país.
Por um bom tempo acompanhei perplexo pela televisão, as
imagens e depoimentos dramáticos das vítimas que conseguiram sair do inferno em
que se transformou a “Danceteria Kiss”.
Ouvi também, algumas arengas impotentes de âncoras de TV,
bem como alguns pronunciamentos revoltantes de autoridades policiais,
bombeiros, etc.
A fala de um Coronel da Corporação dos Bombeiros de Porto
Alegre que também se deslocou para a cidade de Sta. Maria, 300 quilômetros da
capital: “Parece que as licenças de alvará de funcionamento tem (alguns
aspectos) que tinham vencido em final de 2012.”. (????).
Ou seja, até o final de 2012, todas as licenças estavam em “ordem”????
Um estabelecimento com capacidade para conter mais de 1500 pessoas, (com apenas
uma porta para entrar e sair), até o final de 2012, estava com todos os
documentos de segurança em ordem????...Quem falou foi um Coronel da Corporação
do Corpo de Bombeiros......Há quantos anos essa famosa casa de shows vinha funcionando??
Arrisco uns 3 anos, mas deve ser mais.
De noite veio a frente das câmeras da TV, o governador do
Rio Grande do Sul, “Tarso Genro” , decretar sete dias de luto oficial no Estado
e falou: “O responsável pela casa de shows terá de mostrar todos os documentos
de funcionamento”. Acho que ele não tinha ouvido o pronunciamento do Coronel.
Também tiveram âncoras e afins frente as Câmeras, falando
que tamanha tragédia precisa de uma (investigação séria)???? O que ainda precisa ser investigado após os
depoimentos dos sobreviventes???...O que mais querem saber após o pronunciamento
do Coronel na TV?? Quais os aspectos que estavam vencidos????
Após uma visita ao Brasil décadas atrás, “Charles D’ Gaulle”,
então presidente da França, teria dito: “Certas coisas no Brasil não se pode
levar a sério”. ....Com certeza tudo que diz respeito a “fiscalização” é uma
delas.
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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
UM MILHÃO CASAS?? ONDE???
Todos que me conhecem sabem que não sou filiado a partido político nenhum, mas que votei no Lula nos dois
turnos e para Dilma no atual turno. Tenho a Presidenta Dilma Rousseffe em alta
conta, tendo em vista seu histórico de luta pela democracia no país em tempos
tenebrosos, que lhe valeram torturas sofridas nos porões da Ditadura.
Porém, valorizo muito mais um lar. Uma casa para um pobre é
o primeiro passo para a sua emancipação sócio-existencial. Caso contrário não passará
de um nômade dentro de seu próprio país, alimentando o burro alheio, e, como
diz o ditado: “Pedra que muito rola não cria musgo”.
“Reinaldo de Azevedo”, com acesso a mais informações, que tem uma página na “Veja”, -revista que tenho certas reticências- mas que no entanto, coloca
uma conta difícil de se explicar no ‘Minha Casa Minha Vida” e a entrega das
chaves pela Presidenta Dilma no que ela chamou de “...chaves da casa de número um
milhão”. Diz o jornalista:
“...Comecemos com um pouquinho de história. O programa Minha
Casa Minha Vida foi criado em julho de 2009. Lula, então, presidente, prometeu
construir 1 milhão de casas até o fim de 2010. Tinha um ano e meio para
fazê-lo. Alguns meses depois, mudou o discurso. Disse que faria, sim, um
milhão, mas sem data para entregar.
Muito bem, meus caros. Consultem os arquivos de todos os
veículos de comunicação no Google. Até junho do ano passado, haviam sido
efetivamente entregues apenas 238 mil imóveis (entre casas e apartamentos).
Notem bem: em dois anos, entregaram-se, de verdade, 238 mil casas. E se
anunciava, então, que o governo havia contratado 1 milhão.
Fizeram a conta de subtrair? Em dois anos, entregaram-se 238
mil, e, em um ano e meio, nada menos de 763 mil!!! Nada menos de 1.395 casas
por dia, contando sábados, domingos e feriados? Viramos a China! Fosse assim,
Dilma não faria outra coisa na vida que não sair por aí entregando casas. Onde
estão as evidências desse ritmo desenfreado de construção e entrega? Eu não vou
me dedicar a tanto porque não tenho tempo, mas acho que os repórteres deveriam
correr hoje ao TCU para ver como se deu essa explosão.
De todo modo, ainda que fosse verdade, uma coisa é certa: a
Dilma presidente ficará devendo as casas prometidas pela candidata Dilma...”.
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/tag/programa-minha-casa-minha-vida/ (vale a pena ver a matéria completa!).
E depois, tenho uma singela pergunta: Onde estão construídas
esse (um milhão de casas)??..Um milhão de casas é muita casa, ainda que esteja aquém do déficit habitacional que é em torno de 4.5milhões de moradia. . Porque não tem uma relação dos locais com os respectivos
números de casas construídas??
Só por aí fica difícil não achar que a Presidenta, (com todo respeito), viaja
em arengas pelos microfones.
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domingo, 20 de janeiro de 2013
O MALI E O ISLAMISMO
Um rosto de um combatente tuaregue do Sahel, num raro momento sem o pano a lhe cobrir a face.
20/01/13
Tenho acompanhado esse caso da tomada do campo de extração
de Gás em “In Amenas”, divisa da Argélia com o norte do Mali. Ridícula a
atuação dos islamitas salafitas do Egito frente à embaixada da França.
Beira a “insanidade”
ver um jovem egípcio barbudo, - (o Egito com milênios de história) - , defendendo os terroristas no
norte do Mali: “A França fala em liberdade mas, não tolera um país que adota a
lei islâmica”. É evidente a intenção de desviar a atenção para as ações terroristas
do grupo na Usina de Gas em “In Amenas” para a questão da disputa entre a
civilização árabe teocrática islâmica x civilização ocidental democrata cristã.
Que país quer adotar a lei islâmica?
Lembro de ter lido o que disse uma autoridade do Governo
do Mali: “Um Governo laico, que
(tolera), que a população mais pobre do país seja cooptada por grupos
muçulmanos radicais, interessados na difusão do islamismo e da sharia na
região. Esses grupos abusam da ignorância e da pobreza do povo, - (condição social que predomina no Sahel)-, temos gente com
mãos cortadas, mulheres que se submetem a burca, mulheres que são violentadas
sexualmente pelo machismo desenfreado desses radicais, etc”....
O Mali quer adotar a lei islâmica? Porque então mais de 200
mil fugiram do país?
E vem uns barbudos no Egito fazerem protestos em frente à
embaixada francesa?? Ah! Mundo....
Uma parte do mundo, desafia a lei da gravidade; se locomove
a velocidade do som; perfura poços marítimos de petróleo a 5mil metros de
profundidade; lança satélites de comunicação que mantém bilhões de telefones
móveis ativados; abastece plataformas espaciais, etc etc .
Outra parte do mundo, luta por manter e expandir a religião
em que acreditam, através de um fundamentalismo radical; impondo a lei da
“sharia” contra todos os direitos básicos da humanidade estabelecidos desde
século XVIII; exigem que a mulher seja considerada como um ser humano a serviço
do homem, que ande toda escondida por roupas, dos cabelos ao tornozelo. Enquanto
a elite teocrática sustentada pelos dólares do petróleo, vive nababescamente. Basicamente
é isso.
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19/1-1/13
Pois é, tudo terminou como eu havia previsto ontem
ao ler as notícias afins. Me lembro de ter dito que, os que ainda estavam
dentro do Complexo, não ia sair nenhum vivo e não deu outra: Todos os reféns,
23 segundo consta, em poder dos
terroristas foram mortos e os terroristas – 32 - no complexo também.
Foi o maior erro atacarem um complexo de extração
de gás pertencente a multinacionais estrangeiras.
Além de liberarem o complexo gasífero, de quebra,
as forças francesas e apoiadores de exércitos africanos de outros países,
aproveitando as circunstância favoráveis, farão uma varredura em toda a área do
norte do Mali, expulsando ou eliminando os grupos armados a serviço do expansionismo
do islamismo radical na região do “Sahel” – “divisa”, em árabe, região de
fronteiras.
Aliás, lembro do “Muamar Kadafi” em seus últimos
dias de vida quando disse: “Querem tomar a Líbia, querem me tirar do
Governo...Quero ver como farão para controlar os Clãs das tribos do deserto”?
Há que se lembrar que parte das forças que sempre
estiveram do lado do líder líbio, era formada por mercenários “tuaregues”.
“Kadafi” não se vestia como árabe atoa, sabia que era a “catarse” de milhões de
nômades, dos clãs do deserto do Magrebe
e a Líbia sob seu governo serviu a toda a Europa, não só irrigando o
velho continente com o precioso petróleo, mas também como represa de emigrantes
do norte do Continente africano.
Na verdade chega a ser “infantil”, que um grupelho
de 32 radicais islâmicos tenham tido a ousadia de quererem dominar toda uma
Usina de extração de Gás, sob a bandeira de duas poderosas multinacionais mais
a Estatal argelina. ??? .
O campo de “In Amenas” é controlado por um
consórcio formado pela estatal argelina Sonatrach, a britânica BP e a
norueguesa Statoil, e produz gás equivalente a 160 mil barris de petróleo por
dia, mais de um décimo da produção de gás da Argélia.
Só posso entender a ação tresloucada dos radicais
islâmicos que tomaram o Complexo gasífero de “In Amenas” , - (exigindo a
libertação de “irmãos” presos (??) -, como uma consciente operação suicida.
Sabiam que nenhum deles ia sair vivo dali. Segundo as últimas notícias, parece
que três radicais foram presos, ou seja, pelo menos ainda respiram...
Imagino uma cena semelhante: Um grupo de uns 60 marginais
de São Paulo tomam a refinaria do “Cubatão” na baixada santista, e pedem para
libertar os funcionários reféns, a libertação de uma leva de colegas presos em
penitenciárias de segurança máxima???....Alguém em sã consciência acha que o
Governo vai negociar com os marginais??...Falando sério, se der pra salvar
alguns reféns, ótimo, mas quanto aos sequestradores, não vai sair nenhum vivo.
Até pra servir de exemplo.
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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
LANCE ARMSTRONG, A FRAUDE.
(TRADUÇÃO GOOGLE)
Lance Armstrong
admite doping no Oprah Winfrey entrevista
Lance Armstrong admitiu
pela primeira vez que ele dopado para vencer todos os sete títulos de sua turnê
de France, virando as costas a anos de negações e confessando que sua longa
carreira no topo do competitivo ciclismo foi alimentada
pelas drogas, mentiras e bullying.
Em uma entrevista de televisão com Oprah Winfrey transmissão
na quinta-feira à noite, Armstrong disse que não teria sido possível para
ganhar os títulos sem batota, tal era a prevalência de produtos dopantes no
esporte na época.
No entanto, Armstrong, 41 anos, negou ser um gênio que
ameaçou outros colegas de equipa a droga, e rejeitou as acusações de que ele
subornou a União Internacional de Ciclismo e um laboratório suíço para cobrir
sua trapaça. Ele também negou uso de drogas durante o seu regresso em 2009
e 2010, e não indicaram - pelo menos não no primeiro de uma transmissão de duas
partes - se ele iria cooperar com a agência anti-doping Usada para que ele
possa retornar ao esporte competitivo , como foi relatado.
Esta confissão limitada vai alimentar a suspeita em alguns
setores que ele foi feito apenas porque Armstrong foi apoiada em um canto
depois de um relatório da USADA excoriating no ano passado e que, de uma estratégia
desenvolvida por sua equipe unida de conselheiros, que ele escolheu para reter
o verdade plena em uma tentativa de evitar processos criminais.
Winfrey abriu a entrevista com uma série de perguntas, para
que ela pediu "sim ou não" respostas de Armstrong. Perguntado se
ele usou drogas para ganhar títulos sua turnê, ele respondeu:
"Sim". Perguntado se eles incluíram esteróides, EPO e PED, ele
disse: "Sim". Perguntado se era humanamente possível para vencer
o Tour sete vezes consecutivas, como ele fez a partir de 1999-2005, disse ele
em sua opinião, não era. "Eu vejo essa situação como uma grande
mentira que eu repeti um monte de vezes", disse ele.
A confissão, mesmo que amplamente considerada parcial, foi
uma reviravolta dramática para um homem que passou duas décadas desafiando e
ameaçando aqueles que desafiou o seu registro.
Vestido casualmente em um blazer azul-marinho, camisa azul e
calça, Armstrong parecia tenso e, por vezes irritou ao moldar-se como um falho,
ser contrito humano que foi pego em uma "cultura" de doping, que,
segundo ele implícita, incluída a maioria dos pilotos de sua
geração. "Eu não inventei a cultura e eu não tentar parar a cultura
... e para o esporte agora está pagando o preço desse e eu sinto muito por
isso. Que não têm acesso a qualquer outra coisa que ninguém mais fez. "
Ele disse que "perdeu-se" na narrativa de conto de
fadas de um atleta que lutou de volta de câncer testicular para triunfar na
corrida mais cansativa do ciclismo, criar uma família linda e lançar uma
instituição de caridade de câncer, Livestrong. "A verdade não é o que
eu disse. E agora ela se foi ... esta história era tão perfeita por tanto
tempo." Às vezes escorregando para a segunda pessoa, ele disse:
"Você ganhou a doença ... foi essa história mítica perfeito E só wan't
verdade.".
A entrevista, uma colher grande de Los Angeles-based Oprah
Oprah Winfrey Network (OWN), foi dividida em dois segmentos de 90 minutos, o
segundo dos quais irá ao ar na sexta-feira. Sentado com as pernas cruzadas
em uma poltrona no hotel Four Seasons, em sua cidade natal de Austin, Texas,
Armstrong rejeitou as acusações de que sua liderança da equipe de Serviço
Postal dos EUA representavam a empresa doping maior e mais sofisticado no
esporte. "Não, definitivamente era profissional, e inteligente se
você pode chamá-lo assim. Mas era muito conservador e avesso ao risco. Mas
dizer que o programa era maior do que o programa de doping da Alemanha Oriental
de meados da década de 1980 não ... verdade. "
Ele disse que não se lembrava de seringas em latas de
Coca-Cola escondendo - um incidente descrito em um livro pelo seu colega
ciclista Tyler Hamilton. "Eu não li o livro de Tyler ... Eu não me
lembro disso, eu não vou dizer que é uma mentira.
Armstrong disse que o doping durante seus triunfos - que
girava em torno de oxigênio de aumento de drogas para melhorar a resistência -
foi bronze e não de todo ameaçado por testes durante e após as corridas, porque
a fraude aconteceu antes. "Então, você não vai ser pego. Porque você
é limpo nas corridas, claro. É uma questão de programação." Fora de
testes competição eo passaporte biológico desde então limpou o esporte, ele
disse.
Desafiado por Winfrey sobre várias contas que ele ordenou
seus companheiros para droga, ele apareceu para torcer. "Eu era o
piloto de topo ... o líder da equipe, mas não o gerente. Nunca houve uma ordem
direta ou directiva que você tem que fazer isso. Nós foram cultivadas homens,
todos nós fizemos as nossas escolhas."
Ele negou ameaçando expulsar aqueles que se recusaram a
fazer batota, mas admitiu o "nível de expectativa, de pressão" teria
feito com que alguns pilotos a fazê-lo.
Perguntado se ele um valentão, ele respondeu: "Sim,
sim, eu era um valentão No sentido que tentou controlar a narrativa e se eu não
gostar do que alguém disse ... Eu tentei controlar, que disse que é um..
mentir, eles são mentirosos. "
Armstrong, que estava trancado no quarto com seus
conselheiros antes da entrevista, citou sua mãe e seu câncer por razões que ele
era tão competitivo, mas admitiu doping antes do câncer. O programa de
trapaça foi tão eficaz que ele sabia que estava indo para bater os
rivais."Esses passeios ... Eu sabia, eu sabia que ia ganhar."
Ele se recusou a confirmar que o seu médico de longo prazo,
Michele Ferrari, foi conivente e disse que ele era uma boa
pessoa. "Há pessoas nesta história que não são monstros, não são
tóxicos. Eu não estou à vontade para falar sobre outras pessoas."
Chamando a si mesmo de um "empurrão", bem como um
humanitário, ele disse que era viciado e fez a desgraça que já
engolfou. "Eu mereço isso." Mostrou um clipe antiga dele
negar as acusações, ele disse: "Eu olho para esse clipe e pensar, olhar
arrogante que picar Isso não é comigo hoje.".
Mostrado um clipe de seu discurso de vitória, depois de
vencer o Tour de 2005, em que ele atacou "cínicos", que não acreditam
em milagres, ele balançou a cabeça. "Olhando para o que agora parece
ridículo ... Eu definitivamente estou envergonhado."
Armstrong solicitado um suspiro Winfrey quando ele disse que
não se sentia como se estivesse traindo porque significava trapaça para ganhar
rival injusta sobre um inimigo, o que implica que todos os seus rivais também
foram batota.
Várias vezes ele fez o que beirava a um pedido de
perdão. "Estas eram as pessoas que acreditaram em mim, que acreditou
em mim, e eles têm todo o direito de se sentir traído. Vou passar o resto da
minha vida tentando ganhar de volta a confiança e pedir desculpas para as
pessoas."
Ele pediu desculpas a Emma O'Reilly, uma massagista da
equipe que ele processado por chamá-lo de fraude. "Ela é uma dessas
pessoas que eu tenho que pedir desculpas para ... que ficou intimidado, que foi
atropelado."
Armstrong disse acusadores como o jornalista David Walsh e
Betsy Andreu, mulher de um companheiro de equipe, sofreu a ira de um "cara
que esperava obter tudo o que queria, e para controlar tudo".
Ele disse que seu retorno foi um
erro tático que as investigações galvanizado que eventualmente desvendado seu
engano. "Nós não estaria aqui se eu não voltar."
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Pois é, a casa caiu para “Lance Armstrong”, tido como um
herói do ciclismo mundial, ganhador por sete vezes do “Tour de France”, a mais
importante e glamorosa prova de ciclismo internacional. Em criança já ouvia:
“Sete é conta de mentiroso”...rsrs
Perguntado se achava humanamente possível alguém ganhar o
“Tour de France” por sete vezes –(1999 – 2005) – respondeu: “Em minha opinião,
não”.
Já li que a química evoluiu muito, e que os grandes Centros
esportivos como os EUA, Rússia e outros, se quiserem, tem como fraudar o
controle antidoping em curto prazo.
Com a crescente importância publicitária dos eventos
esportivos em nível de projeção do país e seu governo, não se medem esforços
para se ter um herói no pódio sob o foco das câmeras da mídia internacional.
A fraude “Lance Armstrong” não é a primeira e provavelmente
não será a última no meio esportivo internacional, apenas foi a mais
prolongada.
O “Comitê Olímpico Internacional” pensa em banir o ciclismo
das competições esportivas sob sua bandeira. Pergunta singela: E as outras modalidades
esportivas?...
Aliás, achei muito “interessante” a fala de “L. Armstrong”,
quando visivelmente irritado por ter de reconhecer o que tanto negou durante
anos, confessou que o que mais lhe perturba é ter-se deixado pegar pela “cultura”
do doping , “cultura” que imperava na sua geração e disse: “Eu não inventei a “cultura”
e nada fiz para pará-la. ..E agora o esporte está pagando um alto preço e sinto
muito por isso”.
Apesar de ele ter tido a preocupação de colocar a “cultura”
do doping no passado: “...que imperava na sua geração..”; o fato é que fica a
pergunta:
Como devemos ver os concorrentes de determinada modalidade;
- principalmente daquelas em que são
exigidas esforço e fôlego dos participantes - ; que chegam em 4º, 5º, 6º lugar,
todos extenuados, enquanto os primeiros lugares estão dando entrevistas a
ávidos microfones?
Sei não, mas o mundo esportivo, principalmente as “Olimpíadas”,
tem o dever de aprimorar o controle antidoping; sob pena dos deuses olímpicos
virem por ordem na casa....rsrsrs
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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
O HORROR NO IRAQUE & O HORROR NA SÍRIA
A diferença entre o Horror atual na Síria e o de anos passados no Iraque, é que no Iraque do enforcado "Sadan Hussein"; no país que "fabricava" armas de destruição em massa, mas que jamais foi confirmado; no "país de terroristas" segundo a histeria alimentada pela mídia norte-americana pós ataques ao "Woord Trade Center" em setembro de 2001; o Horror cruzou mares e ares até chegar em Bagdá. Mais de 100.000 iraquianos teriam sido mortos na invasão.
Já no país do "Bashar Al- Assad", segundo as notícias, o Horror que se abate sobre o povão sírio, é cometido, por árabes contra árabes.O conflito interno entre forças de oposição e Governo sírio se alastrou e as vítimas fatais, maioria, como sempre, de pessoas humildes das camadas populares da população, já se contam em dezenas de milhares.
O Horror é o mesmo:
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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
FINANCIAMENTO PÚBLICO DE CAMPANHA ??
FINANCIAMENTO PÚBLICO DE CAMPANHA
“Financiamento Público de Campanha” – FPC - para este humilde blogueiro significa apenas
uma coisa: AS MARACUTAIAS VÃO FICAR MAIS BARATAS PARA OS CORRUPTORES
CORPORATIVOS...Ou alguém com meia dúzia de neurônios funcionando, vai acreditar
que o “FPC” vai inibir o assédio aos candidatos; muitos deles já atrelados aos setores do empresariado brasileiro das mais variadas formas? E a “familiocracia”
que impera por esse Brasilzão a dentro?
Dizem que: “FPC” vai tornar as eleições “mais limpas”; “o candidato
não vai precisar ter o rabo preso com ninguém”; ...Por favor, não insultem
minha meia dúzia de neurônios que ainda funcionam. O “FPC” não vai alterar em
nada as maracutaias dos “políticos & empresários”. Não esquecer que cerca
de 40% do PIB brasileiro vem dos projetos do Governo em todas as estancias.
Quanto o Erário, sustentado pelos impostos em cascata, já
arca com o “Fundo Partidário” para todos os partidos?
(“Com dificuldades de
arrecadação de dinheiro para tocar a campanha deste ano, os partidos políticos
deverão ter verba recorde do Fundo Partidário em 2013. De acordo com a proposta
orçamentária encaminhada pelo governo ao Congresso Nacional, na semana passada,
as legendas terão R$ 232 milhões do fundo para custear despesas como manutenção
de sedes, propaganda, campanhas e com as fundações ligadas às agremiações
políticas. É o maior valor já proposto pelo Poder Executivo em uma peça
orçamentária... Em 2011 e
2012, os deputados e senadores incharam o montante calculado pelo Tribunal
Superior Eleitoral (TSE) em, exatamente, R$ 100 milhões em cada exercício. http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2012/09/04/interna_politica,320657/partidos-politicos-deverao-ter-verba-recorde-do-fundo-partidario-em-2013.shtml”)
Chega a ser piada que
o Governo Federal destine para o “Fundo Partidário”, apenas e tão somente
R$232milhões?
Só pra lembrar que apenas a eleição de ‘Fernando Haddad” para a Prefeitura de “Sampa” custou a
bagatela de R$67Milhões. No país tem ao todo mais de 5.564 Municípios, o que de
modo geral pode-se afirmar que o número de Prefeitos deve ser o mesmo; algumas pendencias
eleitorais a parte.
(Para o cientista político da Universidade de
Brasília David Fleisher, o Fundo Partidário é, na verdade, "um faz de
conta, muito mais para inglês ver" pois, segundo ele, esse dinheiro é
"uma fração muito pequena do que se gasta para manter o partido,
principalmente em épocas de eleição", garante o professor. Além do Fundo,
os partidos também são mantidos por doações diretas de pessoas físicas e
empresas).
Cerca de 470 mil
candidatos disputam uma vaga para prefeito ou vereador em todo o Brasil nas
eleições 2012. Todo esse contingente está nas ruas e na TV apresentando sua
plataforma política para os próximos quatro anos de mandato. Por trás de cada
santinho, galhardete ou minuto na TV, há o trabalho de um batalhão de
profissionais. Dos cobiçados marqueteiros, que chegam a ganhar milhões em cada
campanha, ao pessoal da técnica. A cada pleito, o eleitor é bombardeado com
campanhas cada vez mais sofisticadas e caras. Somando todos os candidatos deste
ano, o investimento nas campanhas em televisão chegará a R$ 3,5 bilhões.
(Cerca de 470 mil candidatos disputam uma vaga
para prefeito ou vereador em todo o Brasil nas eleições 2012. Todo esse
contingente está nas ruas e na TV apresentando sua plataforma política para os
próximos quatro anos de mandato. Por trás de cada santinho, galhardete ou
minuto na TV, há o trabalho de um batalhão de profissionais. Dos cobiçados
marqueteiros, que chegam a ganhar milhões em cada campanha, ao pessoal da
técnica. A cada pleito, o eleitor é bombardeado com campanhas cada vez mais
sofisticadas e caras. Somando todos os candidatos deste ano, o investimento nas
campanhas em televisão chegará a R$ 3,5 bilhões). http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/o_preco_de_uma_eleicao
Partidos políticos no
Brasil:
Partido dos Aposentados da
Nação (PAN) - 26
Partido da Causa Operária (PCO) - 29
Partido Comunista do Brasil (PCdoB) - 65
Partido Comunista Brasileiro (PCB) - 21
Partido Democrático Trabalhista (PDT) - 12
Partido da Frente Liberal (PFL) - 25
Partido Humanista da Solidariedade (PHS) - 31
Partido Liberal (PL) - 22
Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) - 15
Partido da Mobilização Nacional (PMN) - 33
Partido Progressista (PP) - 11
Partido Popular Socialista (PPS) - 23
Partido da Reedificação da Ordem Nacional (PRONA) - 56
Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) - 28
Partido Republicano Brasileiro (PRB) - 10
Partido Republicano Progressista (PRP) - 44
Partido Socialista Brasileiro (PSB) - 40
Partido Social Cristão (PSC) - 20
Partido Social Democrata Cristão (PSDC) - 27
Partido Social Liberal (PSL) - 17
Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) - 45
Partido Socialismo e Liberdade (P-SOL) - 50
Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) - 16
Partido dos Trabalhadores (PT) - 13
Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) - 14
Partido Trabalhista Cristão (PTC) - 36
Partido Trabalhista do Brasil (PTdoB) - 70
Partido Trabalhista Nacional (PTN) - 19
Partido Verde (PV) - 43
Partido da Causa Operária (PCO) - 29
Partido Comunista do Brasil (PCdoB) - 65
Partido Comunista Brasileiro (PCB) - 21
Partido Democrático Trabalhista (PDT) - 12
Partido da Frente Liberal (PFL) - 25
Partido Humanista da Solidariedade (PHS) - 31
Partido Liberal (PL) - 22
Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) - 15
Partido da Mobilização Nacional (PMN) - 33
Partido Progressista (PP) - 11
Partido Popular Socialista (PPS) - 23
Partido da Reedificação da Ordem Nacional (PRONA) - 56
Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) - 28
Partido Republicano Brasileiro (PRB) - 10
Partido Republicano Progressista (PRP) - 44
Partido Socialista Brasileiro (PSB) - 40
Partido Social Cristão (PSC) - 20
Partido Social Democrata Cristão (PSDC) - 27
Partido Social Liberal (PSL) - 17
Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) - 45
Partido Socialismo e Liberdade (P-SOL) - 50
Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) - 16
Partido dos Trabalhadores (PT) - 13
Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) - 14
Partido Trabalhista Cristão (PTC) - 36
Partido Trabalhista do Brasil (PTdoB) - 70
Partido Trabalhista Nacional (PTN) - 19
Partido Verde (PV) - 43
Partido Ecológico Nacional – PEN – (fundado em 19 de junho de
2012).
Total – 30 Partidos políticos tem o Brasil.
Moral, não consigo sequer imaginar a dinheirama a cada eleição para Prefeito, deputados e
vereadores?? E nem falamos das Eleições Federais!
Eleição Federal:
Presidente, Senadores,
Governadores e Deputados Federais:
O site http://www.brasileconomico.com.br/noticias/o-custo-e-os-beneficios-das-eleicoes_79388.html colocava em 2010 os custos aproximados de uma
Eleição Federal:
(Este será um ano de recordes também nas eleições para
presidente, governadores, senadores e deputados. Além de duas candidatas
mulheres, o volume de gastos que os partidos e o governo farão atingirá
patamares ainda não vistos.
Estima-se que
sejam alocados cerca de R$ 2 bilhões para eleger os representantes do povo.
Oficialmente significa que outro tanto será colocado para o mesmo fim, mas por
baixo do pano e dos olhos dos fiscais, pelo chamado caixa 2.
Cento e trinta e três milhões de brasileiros
vão às urnas em outubro. Só as quatro principais candidaturas da corrida
presidencial demandarão R$ 500 milhões, valor bem maior que os R$ 321,4 milhões
gastos na eleição de 2006 também pelos quatro candidatos mais bem posicionados.)
Não será loucura se
prever para 2014, uns R$800milhões, para (um) candidato conseguir sentar na
cadeira do mandatário da Nação. E estamos falando só de uns 4 candidatos a
Presidência. Tem os Senadores, etc etc.
Querer colocar essas
imensas verbas no custo do Erário, em um país carente de infra estruturas mínimas
em muitas regiões, com gravíssimos problemas de saúde, etc etc, é, no mínimo,
abusar da passividade política do povo brasileiro.
E repito, não irá
alterar em nada o império das maracutaias que norteiam a índole política do
país.
Que a votação do “Projeto
de Lei” da “FPC” em tramitação no Congresso, seja, pelo menos, adiada para 2017, após fim do
clima de “Terras de Maracangalha” até as “Olimpíadas
Rio 2016”; porque até lá, "tudo é festa".
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domingo, 9 de dezembro de 2012
ESSE PESSOAL DE ESCRITÓRIO ANDA MUITO ESTRESSADO...RSRSRS
O último quadro é o mais cruel...pensa se o cara não conseguiu sair sozinho???....rsrsrsrs
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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
domingo, 2 de dezembro de 2012
sábado, 1 de dezembro de 2012
"PRÉ SAL" 100% PARA A EDUCAÇÃO??
PRÉ-SAL 100 % PARA A EDUCAÇÃO
30/11/12
Na verdade, nunca ficaremos sabendo o que significa esse 100%
dos royalties para a “Educação”, essa área nebulosa em termos de investimentos
federais.
A presidente Dilma Rousseff vetou artigo da lei aprovado pelo Congresso que previa redistribuição mais igualitária dos royalties do petróleo de áreas em exploração e já licitadas. Com a decisão, a presidente atende a pressão de Estados produtores de petróleo, como Rio de Janeiro e Espírito Santo.
Para os futuros campos dentro e fora da área do pré-sal, Dilma decidiu encaminhar ao Congresso medida provisória mantendo as novas porcentagens previstas na lei aprovada pela Câmara há duas semanas.
O texto, que ainda depende de aprovação
de deputados e senadores, também prevê a obrigatoriedade de usar na educação
100% das receitas dos royalties da União, Estados e municípios das novas áreas.
O que significa 100% dos royalties do “Pré-Sal” para o “Ministério da Educação”???....Quanto significa isso em grana??....Em Reais?? Em Dólares??
"...O dinheiro virá de todas as
concessões futuras, 100 por cento dos royalties, e metade dos rendimentos do
Fundo Social do Pré-sal, a poupança de petróleo no longo prazo. Essa é a
definição para viabilizar o Plano Nacional de Educação", disse Mercadante,
acrescentando que as medidas visam preparar o País para quando o petróleo
acabar...”.
Tudo bem, países asiáticos tiveram de investir
muito na educação do seu povo, tipo “Coréia do Sul”, “Hong Kong”, para se
tornarem países do nível de primeiro mundo. Mas, sabendo como correm as verbas governamentais
no Brasil, dá até medo no que pode significar o montante em termos de assalto
ao erário. Ainda mais sabendo que tal grana será destinada ao “Ministério da
Educação” ...Ministério que pessoalmente considero uma aberração política a
partir do nome. (Educação) se trás de casa. A Escola e a Faculdade ensinam (cultura e conhecimento).
Investimentos na área da “Educação”; como bom brasileiro acostumado aos escândalos de corrupção publicados na mídia, quase que semanais; me soa tão vago como um possível ministério dos “Mares e da Pesca”... De uma amplitude política muito satisfatória aos assaltos ao Erário.
Aliás, hoje temos o “Mistério da Cultura” e o “Ministério da Educação” ,...rsrsrsrsrs.....o primeiro a cargo da recém empossada “Marta Suplicy” ; com uma verba em torno de R$1.28Bilhões em 2008, segundo a “Wikipédia”.
Já o segundo, sob a batuta do atual ministro “Aloísio Mercadante”, com uma verba de R$65Bilhões – Wikipédia.
Temos “Escolas” por este Brasilzão adentro que só por Deus!!...Me lembro de ter visto na TV, uma “Professora”, que ensinava sob um galpão no interior de um Estado nordestino, (o que ela sabia); glorificada pelo "Prefeito" local; tendo um “salário” de R$50reais/mês??
Ficou famosa uma(Escola Publica), onde seus alunos tinham de ir para a classe de guarda-chuva para se abrigarem da chuva que vazava sob o “telhado”.
E se lembrarmos da Professora de uma Escola nordestina que ficou famosa no “Youtube”??
Prá não falar de um “Prefeito” do interior de um Estado do centro-oeste do país, que segundo a mídia, desviava para si, as verbas das (merendas escolares) de Escolas Públicas; Escolas da faixa pobre da região?? O cara roubava a grana da merenda das crianças que vinham com fome de casa???????
100% da “Verba dos Royalties” do “Pré-Sal” para a Educação???....Tudo bem...
“Vamo q
vamo” em “Terras da Maracangalha” onde tudo é festa.
Por Luciana Otoni
BRASÍLIA, 30 Nov (Reuters) - A presidente Dilma Rousseff vetou nesta
sexta-feira parte do projeto de lei aprovado no Congresso que altera a divisão
de royalties do petróleo no Brasil, com o objetivo de manter a atual
distribuição dos recursos das áreas já licitadas, atendendo reivindicação dos
Estados produtores.
Com isso, o governo tenta evitar uma guerra judicial em torno dessa
riqueza do País que poderia atrapalhar o desenvolvimento da exploração
brasileira e atrasar os leilões já marcados para o próximo ano.
"Não há nenhum desapreço ao Congresso Nacional com esse veto, mas
sim a defesa de dispositivos constitucionais que asseguram os contratos
firmados até então", justificou o ministro de Minas e Energia, Edison
Lobão, ao anunciar o veto da presidente nesta sexta-feira.
O governo, contudo, manteve a distribuição estabelecida pelo Congresso
dos royalties de petróleo das futuras licitações, e determinou que esses novos
recursos sejam integralmente destinados a educação.
"Todos os royalties a partir da
data e das futuras concessões, seja em terra ou no mar, todos os royalties irão
para a educação. Isso envolve todas as prefeituras, todos os governos estaduais
e a União", disse o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, que tem
atuado como um dos interlocutores de Dilma para o projeto dos royalties.
"O dinheiro virá de todas as
concessões futuras, 100 por cento dos royalties, e metade dos rendimentos do
Fundo Social do Pré-sal, a poupança de petróleo no longo prazo. Essa é a
definição para viabilizar o Plano Nacional de Educação", disse Mercadante,
acrescentando que as medidas visam preparar o País para quando o petróleo
acabar.
Uma medida provisória será publicada na
próxima semana estabelecendo as mudanças anunciadas pelo governo na divisão dos
royalties.
Os governadores de Estados produtores, como Rio de Janeiro e Espírito
Santo, comemoraram a decisão de Dilma, já que não perderão receitas de
contratos antigos, como propunha o projeto de lei aprovado pelo Congresso.
Os municípios e Estados não produtores, que recebiam uma fatia pequena
dos recursos dos contratos em vigor, ganharão substanciais receitas a partir
das novas licitações.
Os Estados não produtores, que recebiam 1,75 por cento, passarão a
receber 21 por cento a partir do próximo ano, até que esse índice alcance 27 por
cento em 2019. Já os municípios, que atualmente recebem 7 por cento, passarão a
receber 21 por cento, percentual que vai aumentando gradualmente até se
estabilizar em 27 por cento em 2019.
Mercadante disse que a vinculação dos recursos à educação vale para
todos os entes federativos, e que essa destinação é adicional aos percentuais
estabelecidos pela Constituição para investimentos na área.
"A receita do petróleo é acima desses patamares. É acréscimo de
receita efetivo", disse. A Constituição determina que Estados e municípios
devem investir pelo menos 25 por cento de suas receitas em educação, e a União,
18 por cento.
DISPUTA POLÍTICA
Apesar dessa engenharia política para agradar Estados produtores e não
produtores, a destinação dos recursos promete gerar polêmica no Congresso, que
terá de aprovar a medida provisória editada por Dilma e que também poderá
derrubar o veto da presidente.
"Eu duvido que o Congresso Nacional aceite isso", disse
deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), um dos parlamentares que liderou o
movimento no Congresso buscando a redivisão de todos os royalties do petróleo.
Ele discordou da destinação dos royalties para a educação, porque isso
interfere na decisão de Estados e municípios sobre como eles usarão os recursos
do petróleo.
Entretanto, o governo acredita na aprovação pelo Congresso da MP, com o
objetivo de retomar as licitações de áreas de petróleo paralisadas desde 2008.
A ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, disse durante a entrevista
coletiva que acredita na "sensibilidade" do Congresso para a
aprovação da medida.
A ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, também tentou
minimizar uma possível resistência no Congresso em relação ao veto da
presidente.
"Os vetos feitos têm embasamento constitucional de respeito aos
contratos e direitos adquiridos, e aquilo que não feriu a Constituição... foi
preservado, respeitando o que o Congresso Nacional aprovou", disse
Salvatti.
"Mesmo a MP encaminhada em relação à distribuição dos royalties nas
concessões a serem feitas daqui para frente respeita o que o Congresso aprovou
em termos de distribuição", completou.
O governo federal prevê que até maio a medida provisória dos royalties
do petróleo estará aprovada no Congresso, disse nesta sexta-feira o secretário
de Petróleo e Gás do Ministério de Minas e Energia, Marco Antônio Martins
Almeida.
No entanto, considerando o cronograma do governo, o Congresso tem que
aprovar a MP até janeiro para que possa ser realizado a primeira licitação em
maio do próximo ano, segundo estimativa da Agência Nacional de Petróleo (ANP).
COMO COMEÇOU A DISPUTA
Regiões produtoras e não produtoras do país passaram a disputar os
recursos do petróleo durante as discussões do novo marco regulatório do
petróleo, alterado após a descoberta das reservas do pré-sal em 2007.
A disputa se intensificou com a aprovação da chamada Emenda Ibsen em
2010, que estabeleceu uma divisão mais igualitária dos recursos entre Estados e
municípios produtores e não produtores.
Aprovada no Congresso, essa divisão foi vetada pelo presidente Luiz
Inácio Lula da Silva, que sofreu pressão dos Estados produtores (Rio de
Janeiro, Espírito Santo e São Paulo), que perdiam substanciais receitas.
No início de novembro, parlamentares voltaram a aprovar um projeto que
desagradou Estados e municípios produtores e também o governo federal, ao mexer
nas receitas de contratos em vigência. O governo também foi derrotado ao ver a
vinculação dos recursos à educação ser rejeitada pelo Congresso.
(Reportagem adicional de Gustavo Bonato e Leila
Coimbra)
sábado, 24 de novembro de 2012
IBIZA CLOSING PARTY 2011 @ HD //THE MOVIE *****
Tá com "bala n'agulha", saldo bancário "saindo pelo ladrão", dá um pulo em Ibiza....Prá curtir o paraízo da música eletrônica, entre outras coisas....rsrsrsr
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HOME (Kino-Trailer)
Enviado por homeprojectDE em 24/04/2009
Em 200.000 anos de existência, homem tem perturbado o equilíbrio foi desenvolvido em 4 bilhões de anos. O preço é alto, mas é tarde demais para fazer o pessimismo. Restam apenas 10 anos para inverter a tendência da humanidade: temos finalmente de fazer com a exploração excessiva das riquezas da terra e precisa mudar nossos hábitos de consumo.
HOME é um filme de Yann Arthus-Bertrand, em co-produção com EuropaCorp (empresa de Luc Besson) e Elzévir de filmes com o apoio do PPR. HOME consiste em fotografias aéreas, que são as principais questões ambientais e ao mesmo tempo mostram que há soluções. CASA será lançada em 5 de junho de 2009, em todo o mundo e em todos os formatos de mídia. Ele pretende atingir como muitas pessoas e todos nós convencer que nós tem qualquer responsabilidade por este planeta.
5 De junho temos um compromisso com esta terra!
terça-feira, 20 de novembro de 2012
BRASIL E SEUS DESAFIOS
O Brasil tem muitos desafios pela frente, desafios que vem sendo empurrados com a barriga por décadas atrás. No interessante texto abaixo vemos alguns "flashes" do país atual e as polêmicas perspectivas segundo o Estado desenvolvimentista, a todo custo. É preciso um mínimo de consciência do que anda ocorrendo.
Brasil: como criar as condições para a ‘Grande Transição’?
http://www.brasildefato.com.br/node/11169
Cândido Grzybowski* 14/11/12
Há alguns anos foi constituído um grupo de trabalho internacional –"The great transition initiative: visions and pathways for a hopeful future”– para pensar propostas e práticas de transição para uma civilização planetária enraizada na solidariedade, na sustentabilidade e no bem-estar humano. Tratava-se de definir como, em cada situação, desencadear processos, aqui e agora, que gestem a necessária transformação dos impasses a que nos levou o desenvolvimento capitalista industrial, produtivista e consumista, gerador de exclusões e desigualdades sociais eticamente inaceitáveis e, ao mesmo tempo, da destruição ambiental que ameaça todas as formas de vida e a integridade do planeta Terra. Como definir e criar as condições para isso no Brasil, hoje uma das festejadas potências emergentes?
Nunca é demais lembrar o quanto o Brasil é ainda um país profundamente injusto. Apesar de ser a sexta economia capitalista do mundo e dos enormes avanços recentes, induzidos por ativas políticas distributivistas dos governos do PT, temos mais de 16 milhões de pessoas vivendo como miseráveis, com menos de meio dólar per capita por dia, e outros mais de 30 milhões com no máximo 1 dólar por dia. São aproximadamente 20% da população total na pobreza e extrema pobreza, segundo critérios do Banco Mundial, sem contar que o critério de meio dólar ou 1 dólar por dia é simplesmente ridículo num país que pratica preços iguais aos dos países desenvolvidos.
Poderia enumerar várias gritantes desigualdades sociais em todos os campos, incluindo desigualdades de gênero e raciais. Mas talvez o maior contraste, revelador do tamanho das contradições, seja o dado revelado por O Globo, um jornal de perfil bem conservador, no dia 15 de outubro passado. Segundo o jornal, 4.640 milionários brasileiros (aqueles que têm ao menos US$ 30 milhões em conta bancária), têm riquezas que somam US$ 865 bilhões (em reais, R$ 1,764 trilhões). "É mais do que as reservas internacionais de todos os países da União Europeia juntos”, segundo o jornal. A renda per capita por dia de cada membro dessas riquíssimas famílias é de milhares de dólares! Esse é o Brasil, usando o critério tão ao gosto de um mundo dominado por mercados e dinheiro.
A questão da pobreza funciona como um divisor político no processo de democratização do Brasil e nas opções de desenvolvimento. O debate sobre o desenvolvimento no Brasil é dominado pela visão e pela proposta em relação ao quanto, como modelo e estratégia, ele é distributivista e se é capaz ou não de enfrentar a enorme pobreza. O debate da destruição ambiental, na arena pública, quando existe, tende a ser dominado pela questão da justiça social. O grande jogo político se faz em torno da justiça social, em que até amplos setores tradicionalmente predadores e conservadores se valem do argumento social para continuar o seu negócio.
Considero ainda embrionárias e até aqui com pouca capacidade de incidência política as demandas por aliar a dimensão da justiça social e a dimensão ambiental como faces da mesma questão. No Brasil, é ainda bem marginal o debate de alternativas ao desenvolvimento, de mudança de paradigma, de transformar processos. Fundamentalmente –e ainda mais nos governos sob hegemonia do PT, dos últimos 10 anos–, quer-se mais e mais desenvolvimento, do mesmo desenvolvimento produtivista e consumista, só que com inclusão social. Hoje estamos diante de um "novo desenvolvimentismo”, na verdade do velho modelo de desenvolvimento com raízes da Cepal combinado com políticas sociais mais ativas em termos distributivos… do crescimento. E tal crescimento, para praticar a inclusão social, precisa ser de 5 a 7% ao ano, como disse a nossa presidente Dilma no Fórum Social Temático, em Porto Alegre, em janeiro de 2012.
Esse é o ponto de partida, duro e difícil, de onde devemos partir para então pensar em mudar, definindo as propostas e analisando se e como é possível politicamente viabilizá-las. Devido à urgência que a mudança climática levanta, fixo meu olhar na questão energética, na questão do agronegócio e, para finalizar, no que é preciso criar em termos de imaginário mobilizador e de incidência no debate público para viabilizar um processo de transição para outro paradigma civilizatório.
A questão energética
O Brasil caminha a passos grandes, de verdadeira potência emergente, para soluções energéticas que vão torná-lo muito mais poluente do que é hoje. Na energia elétrica, devido às hidrelétricas, temos uma matriz de produção relativamente "limpa”, se não for contabilizado o passivo ambiental e social que as grandes barragens criaram ao serem implantadas e continuam criando hoje. Pensando o futuro e a demanda crescente por energia –pois, como nos dizem oficialmente, estamos longe do padrão de consumo de energia elétrica dos países desenvolvidos–, novas hidrelétricas precisam ser feitas. Hoje, o grande potencial de nova energia desse tipo se concentra nos grandes rios da Amazônia. Dá para imaginar o que significa construir de 40 a 60 hidrelétricas de médio e grande porte num território como a Amazônia? Quanta terra inundada, mata destruída e impacto no clima e na biodiversidade? Quantos territórios e povos indígenas devastados? Quantos ribeirinhos, posseiros e coletores de frutos da floresta perderão seu modo de subsistência?
O drama atual em torno de Belo Monte é revelador do que pode acontecer. Tenho dito, e repito aqui: com energia e mineração, com exploração da madeira e gado, depois soja, a Amazônia é o território brasileiro de espoliação e colonização. Colonização interna, do poder e da economia existente sobre o próprio povo brasileiro, de brasileiros sobre brasileiros, por setores sociais dominantes de outras áreas e grandes grupos empresariais, com olho no mercado mundial e, sobretudo, seu próprio bolso.
No debate político interno, se não for possível implementar o projeto de tornar a Amazônia um grande fornecedor de energia elétrica "sustentável”, o argumento bramido como ameaça é que vamos ser obrigados a construir mais e mais termoelétricas a carvão ou gás! Na prática, no entanto, o ritmo de construção de termoelétricas no país mostra que a estratégia prioritária dos promotores do desenvolvimento a pleno vapor é essa, independentemente de mais ou menos hidrelétricas.
Está claro que a opção do tal "novo desenvolvimentismo” é o binômio hidrelétricas e termoelétricas, como, aliás, está no Plano Decenal de Energia 2021. E, como fantasma, ronda a ameaça da energia nuclear. A moratória no nuclear, depois do grande desastre no Japão, é apenas temporária. O incrível é que, tendo o dobro de insolação da Alemanha, sejamos tão reticentes em utilizar essa dádiva e avançar estrategicamente na energia solar. A mesma atenção damos aos ventos que fazem tremular nossas palmeiras nos mais de 8 mil km de litoral; mas,... pouca energia elétrica geram.
No centro da questão energética, é preciso destacar o lugar estratégico das grandes construtoras. Fazem-se grandes barragens e usinas porque é um bom negócio para empreiteiras. Já existem estudos que mostram o potencial de pequenas hidrelétricas, voltadas às necessidades locais, sem grandes impactos ambientais e sociais para a sua implantação e posterior transmissão da energia gerada. Contabilizando tudo, as pequenas geradoras hidrelétricas em rede são muito menos invasivas e muito mais produtivas e democratizadoras da economia, alimentando a sustentabilidade nos territórios. Só que não é exatamente isso que se busca com o desenvolvimento que temos. O olhar sobre rios é sobre um recurso natural a explorar, e não aquela bacia integradora, bem comum compartido por quem aí vive. Nunca é demais lembrar que a opção por grandes barragens hidrelétricas no Brasil nunca foi por ser energia renovável, mas porque era frente de expansão para grandes negócios, induzida pelo Estado desenvolvimentista em aliança com grupos empresariais.
Mas o ‘calcanhar de Aquiles’ energético do Brasil emergente são as jazidas de petróleo do pré-sal. Ao mesmo tempo que no mundo cresce o debate sobre como sair da dependência da matriz energética fóssil – principal fonte de emissão de gases que ameaçam o clima –, nós estamos caminhando a passos largos para mergulhar dedos, mãos e a própria cabeça no petróleo. É emblemático que o petróleo seja visto e saudado como a nossa carta de alforria para entrar no seleto clube dos desenvolvidos. Vejo na questão do petróleo nosso grande desafio político para pensar como sair dessa armadilha do desenvolvimento. O pior de tudo é o senso comum que se forjou, que aponta o petróleo como a base para o grande salto do Brasil ao tal desenvolvimento; isso, sobretudo, no meio da "classe batalhadora” – os mais de 30 milhões que saíram do limiar da pobreza com as políticas distributivas recentes.
As estimativas atuais das reservas de petróleo do pré-sal são de 50 a 100 bilhões de barris. Estão espalhadas ao longo de 800 km, a cerca de 300 km da costa brasileira; estão entre 5 e 7 mil metros abaixo do nível do mar. Tudo isso revela que o desafio tecnológico da extração de tal petróleo é enorme, ainda mais depois do grande acidente no Golfo do México. Mas o governo brasileiro decidiu enfrentar esse desafio, e uma enorme arquitetura legal, institucional, financeira, industrial e operacional está sendo construída para passar de um pouco mais de 2 milhões de barris de petróleo/dia atuais para mais de 6 milhões em 2020. Claro, a maior parte para exportação. O Brasil vai contribuir com mais de 3 milhões de barris/dias para… Tudo continuar na mesma no mundo dependente de energia fóssil.
A questão é trágica, mas não é simples. Até recentemente (menos de 10 anos), o Brasil era um país em processo de industrialização dependente de petróleo. Ainda nos anos 1950 do século passado, uma grande mobilização em torno da campanha "O petróleo é nosso” levou o então presidente Vargas a criar a Petrobras e o monopólio do petróleo. Muita coisa se passou desde então, mas até hoje a Petrobras é vista como modelo de Estado empreendedor e facilitador do desenvolvimento, além de símbolo de uma cidadania que quer controlar o seu futuro. E é a Petrobras que, no arranjo institucional feito pelo governo do PT, está no centro da operação do pré-sal, revertendo a tendência de concessões para empresas privadas de lotes de exploração adotada pelo governo anterior. Também desde o Governo Lula, foi fixado um percentual de "componente nacional” nas enormes demandas de navios, sondas e tudo o mais da Petrobras, fazendo renascer uma agressiva indústria naval. Só para o pré-sal são mais de 60 navios petroleiros de grande porte –dada a distância da costa– e mais de 60 sondas para extração de petróleo em alto-mar. O movimento sindical, berço do PT, especialmente a Central Única dos Trabalhadores (CUT), é hoje a principal força de apoio ao projeto petrolífero.
Mas tem mais. O debate no Brasil não é se vale a pena explorar o petróleo ou deixá-lo onde está; pelo contrário. O debate é sobre como distribuir as rendas do petróleo... Foi proposta uma nova lei regulatória para todo o setor, a que volta botar a Petrobras no centro das operações. Na mesma lei se instituiu um fundo soberano, sob a administração federal, sobre o principal das rendas do petróleo, um pouco em sintonia com o que se fez na Noruega para fins sociais. Mas existem os royalties. Até agora, só os estados e municípios das áreas de extração e refino recebiam royalties. Com o pré-sal, instaurou-se uma disputa federativa, pois todos os Estados do país querem participar do butim. A confusão da disputa dos ovos de ouro de uma galinha petrolífera, que ainda não está produzindo, está na praça. O Rio de Janeiro, principal estado produtor, teve em 2011 uma gigantesca mobilização, de mais de 100 mil pessoas, em defesa dos royalties do petróleo! Vale a pena sinalizar que, de um ponto de vista capitalista, o Rio de Janeiro, em particular a cidade do Rio, está sendo transformada em cidade global pelos investimentos diretos dos grandes grupos, especialmente petroleiros. Como enfrentar isso? Existe ampla coalizão de forças, hoje, pró-petróleo.
No debate energético e em sua relação com a questão climática, importa observar de perto o papel do etanol para carros de passeio, área em que o Brasil foi pioneiro. Antes de tudo, deve ser registrado aqui que a motivação inicial para desenvolver a tecnologia e produção de etanol a partir da cana-de-açúcar não foi de ordem ambiental, mas comercial. Devido à crise do aumento dos preços de petróleo nos anos 1970 do século passado, que afetou enormemente o frágil equilíbrio das contas externas brasileiras, o regime militar decidiu apostar num substituto viável à gasolina para mover os carros e, com isso, dar condições de expansão para a indústria de automóveis instalada no Brasil, importante setor de empuxe do então "milagre econômico brasileiro” e, diga-se de passagem, berço do combativo movimento sindical, do PT e da CUT.
O etanol foi importante nos anos 1980 e início dos 90, mas sofreu com a redução relativa dos preços do petróleo e, sobretudo, com a descoberta do petróleo na costa brasileira, permitindo reduzir a dependência de importações. O bom, em termos ambientais, foi a manutenção da mistura de etanol à gasolina –algo em torno a 20%, em média–, que tem claros impactos positivos nas emissões dos carros, especialmente nas cidades. Mas a invenção dos carros flex –movidos a gasolina, álcool ou com uma mistura dos dois–, no começo dos anos 2000, permitiu que a produção de etanol desse um grande salto, a ponto de o governo brasileiro começar alardear que tinha encontrado a fórmula ideal para enfrentar um dos vilões das emissões, a frota crescente de carros de passeio no mundo. Na verdade, o etanol e o biodiesel, como seu correlato, não passam de agronegócio, uma das mais importantes bases do desenvolvimento do Brasil emergente. Seu impacto ambiental, do ponto de vista de emissões, até pode ser positivo, mas seu impacto social é devastador. Isso me remete à próxima questão.
A questão do agronegócio
Conta-se que um chinês, respondendo a uma pergunta sobre os emergentes agrupados no BRIC –o bloco, ainda emergente em termos geopolíticos, formado por Brasil, Rússia, Índia e China–, afirmou que, sem dúvida, esses países tentavam embarcar e tomar o leme do navio do poder, mas estava difícil. Em todo caso, havia possibilidades, dado que a China poderia ser a indústria do mundo; a Índia, a prestadora de serviços; a Rússia, a petroleira; e o Brasil, a fazenda. Trágica, mas boa imagem! Lembro isso para destacar uma verdade: o Brasil hoje depende muito do agronegócio como força de sua presença no mundo. Claro que isso significa transformar em "vantagens comparativas” – segundo a regra pétrea da competição capitalista nos mercados – o enorme patrimônio natural de que o Brasil é dotado, mas que deve ser conservado para o equilíbrio ambiental do planeta como um todo. Se acrescentarmos ao agronegócio o extrativismo mineral, temos somado, nas tais commodities, uma dependência crescente das exportações brasileiras da natureza (terra + minas + água + sol), em última análise. Existe, sim, capital e trabalho, mas tributários da natureza.
Ao menos na pauta de exportação, o Brasil claramente reprimariza a sua economia como estratégia de desenvolvimento. Nos últimos anos, tal dependência de produtos primários vem aumentando. Somados, só seis produtos primários (minério de ferro, soja, petróleo, carnes, açúcar de cana e café) chegam a mais de 44% das exportações brasileiras de janeiro a agosto de 2012 (fonte: O Globo, 15/10/12). Dizer que se trata de "extração” natural altamente tecnificada –no caso do agronegócio, uso de sementes transgênicas e raças melhoradas, maior consumo de agrotóxicos por hectare, muitas máquinas, aumento de produtividade– não resolve o fato de que estamos diante de um extrativismo baseado nas tais "vantagens comparativas”, destruidor da biodiversidade, de florestas, contaminador, produtor de alimentos processados de qualidade duvidosa e dependente de modernos latifundiários, parte da tradicional elite brasileira, vivendo nas cidades, ou de grandes grupos empresariais nada identificados com o mundo rural. Afinal, vantagens para quem?
Estamos, na verdade, diante de uma bomba social e ambientalmente devastadora. São menos de 70 mil os grandes proprietários de terras, num universo de quase 4 milhões de proprietários rurais, controlando quase 200 milhões de hectares, 25% do território nacional, o equivalente a mais de 2.800ha cada um, em média. Diante deles, quase dois milhões de famílias sem terra e outros dois milhões com pouca terra. Existe negócio mais excludente?
O agronegócio depende do controle da terra e da sua exploração livre de controle social e ambiental. O recente debate e luta em torno ao novo Código Florestal no Brasil é revelador do poder político do agronegócio. A "bancada ruralista” no Congresso Nacional tem poder de impor o que quer, tendo derrotado o Governo Dilma em todos os rounds. Isto num país onde os grandes proprietários rurais são 0,0... alguma coisa da cidadania!
É nesse ambiente que floresce o agronegócio, etanol de cana bem no centro, apesar do pouco peso nas relações externas até aqui (não é o caso do açúcar, a alternativa a produzir etanol, de que o Brasil goza de enorme vantagem comparativa). Estamos diante de um modelo de desenvolvimento da produção agrícola e pecuária que pouco espaço deixa aos agricultores familiares. Eles existem – e até em grande número. Resistem, apesar de tudo.
Por conquista deles, existe hoje o Pronaf –(Programa Nacional de Apoio à Agricultura Familiar), basicamente na forma de crédito subsidiado, numa escala do mais precário ao mais viável economicamente. Esses créditos diferenciados começaram nos anos 1990, depois de grande mobilização. Com o Governo Lula e, agora, Dilma, essa linha de crédito público cresceu muito, chegando a mais de R$ 18 bilhões/ano. Também desde o Governo Lula está vigente uma política de compras oficiais pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) de produtos da agricultura familiar para os programas públicos de alimentos (asilos, centros de atenção especial etc.), com grande impacto econômico e social, sem dúvida. Foi instituída ainda a obrigatoriedade de comprar 1/3 dos alimentos para a merenda escolar (são 48 milhões de refeições gratuitas por dia nas escolas do país) da agricultura familiar da região. São medidas no sentido da "grande transformação”. Mas até onde estão mudando a agricultura brasileira? Basta lembrar aqui que o agronegócio merece mais de R$ 120 bilhões de crédito agrícola; são muitas vezes mais do que a agricultura familiar.
Mais um aspecto relevante dessa questão deve ser mencionado aqui: a reforma agrária. Depois do crescimento das lutas e de uma memorável campanha no início dos 1980, a reforma agrária entrou na agenda política. Desde a Nova República –o regime que fez a transição da ditadura para a democracia, instaurado em 1985–, temos no Brasil ensaios de reforma agrária. A Constituição democrática de 1988 estabeleceu princípios legais para realizar a reforma agrária, por pressão popular e de movimentos sociais dos mais importantes do país, como o Movimento dos Sem Terra (MST). A realidade política do país, porém, é mais dura. Pouco se fez em termos de reforma agrária nestes anos. É duro dizer, mas nos governos petistas ficamos patinando, dando preferência ao crédito de apoio ao invés de um efetivo programa de desmonte da bomba antissocial do latifúndio predador social e ambiental. Enfim, fica claro que o agronegócio é parte do poder estabelecido, difícil de mudar numa perspectiva de bases mais democráticas, includentes e sustentáveis.
Pensar agricultura familiar, agroecologia e o direito humano ao alimento como pilares alternativos está na agenda de muitos sujeitos, sejam movimentos e organizações de agricultores, sejam entidades de cidadania e direitos que lutam por justiça social e já incorporam substantivamente a questão ambiental como marco redefinidor da própria luta por igualdade e participação. No entanto, há uma profunda assimetria de poder com o agronegócio, de visibilidade na agenda pública e de incidência nas políticas. Nunca é demais lembrar que a arquitetura política para acomodar contradições nos levou a ter dois ministérios: o Ministério da Agricultura, entregue ao agronegócio, e o Ministério do Desenvolvimento Agrário, próximo a movimentos sociais e organizações camponesas.
Para a questão alimentar temos o Consea (Conselho Nacional de Segurança Alimentar), órgão de assessoramento e monitoramento de políticas públicas, com maioria da sociedade civil em sua composição, talvez o melhor conselho dos muitos criados pelos governos petistas. Algumas conquistas foram feitas, como a já citada aquisição de alimentos da agricultura familiar pela Conab, a extensão da merenda escolar e a obrigatoriedade de 1/3 de alimentos que devem ser adquiridos da agricultura familiar da região. Tudo isso é possível, mas ocorrendo sob intensa disputa, onde os interesses do agronegócio frequentemente predominam.
Como criar as necessárias condições de transformação
Um primeiro aspecto a reconhecer aqui é o fato de que estamos diante de um Brasil que vem mudando. Não estamos mais naquela fase de capitalismo selvagem, da ditadura, sem contrapesos. Fizemos, sem dúvida, incríveis avanços sociais por meio de políticas ativas, como Bolsa Família (com apoio direto, em termos de renda, a mais de 13 milhões de famílias), aumento substancial do salário mínimo legal (de cerca de US$ 100 para mais de US$ 300), criação de milhões de empregos com direitos trabalhistas (algo como 15 milhões nos governos petistas), ampliação da cobertura previdenciária, expansão fenomenal do crédito para compra de bens de consumo e, sem dúvida, o controle da corrosiva inflação. Mas – isso também é forçoso reconhecer – fizemos sem mudar fundamentalmente a lógica do processo de desenvolvimento capitalista, sua estrutura social concentradora de ativos e sua base técnica industrial, produtivista e consumista, altamente predatória de recursos naturais; mercantilizando tudo; privatizando, se necessário. O Brasil é um exemplo de social-democracia de bem com o capitalismo nos dias de hoje, num contexto em que o neoliberalismo e, agora, sua crise põem em questão a viabilidade de tal modelo, especialmente na Europa.
Como mudar um quadro assim?
Na origem da recente "bonança” do Brasil está o movimento cidadão multifacetado e forte que impulsionou a democratização e que teve no PT a sua expressão política máxima, mas não a única. Sou dos que pensam que essa onda democratizadora está se rebentando e esgotando na praia. Não dá para esperar outra coisa da atual coalizão. Não vou entrar na análise específica de como o DNA político do PT mudou ao fazer aliança com os grandes grupos empresariais emergentes, em torno de um projeto de Brasil emergente. O fato político relevante é que a onda democratizadora, impulsionada mais pelas questões sociais que ambientais, está esgotando sua capacidade transformadora. Nova onda precisa ser reinventada, recriada.
Aí estamos diante de hipóteses e apostas políticas. Existem alternativas reais? Elas são viáveis? Que condições políticas precisam ser criadas? O bom é que cresce no Brasil a consciência ambiental. O quanto ela se alia à inevitável questão social, sem o que não há solução viável, ainda não está clara, ao menos no debate público, aquele que importa como ideário mobilizador para criar movimentos políticos capazes de realizar mudanças. Mas estamos longe de uma agenda coerente de mudanças viáveis. Temos ideias, mas elas são desarticuladas.
Em minha opinião, precisamos voltar às bases, fazer o que se fez na resistência e ao finalmente derrotar a ditadura. Trata-se de um trabalho de educação popular e cidadã, na visão libertária de Paulo Freire. Temos um enorme contingente da população "contaminada” pelo ideal do consumo, pois, afinal, é a primeira vez que o experimentam. Além do mais, é um grupo que busca a sua própria identidade emergente, por assim dizer, por meio de religiões pentecostais, muitas vezes. Que a religiosidade popular é um elemento fundamental sabemos há muito tempo. Mas agora enfrentamos religiões que não necessariamente são nossas aliadas, ao menos até aqui, no espectro político brasileiro. Como agir? Que papel devem desempenhar as organizações de cidadania ativa nesse particular? Ou outras entidades precisam ser inventadas? Que métodos políticos a inventar? Que pedagogia política?
O desafio maior para a democracia e a sustentabilidade, na perspectiva de uma transformação que importa, no Brasil, é conquistar corações e mentes para tal agenda. O imaginário mobilizador é o primeiro desafio. Precisamos ouvir, literalmente escutar, as ruas para entender e transformar as suas demandas. Nosso problema e maior desafio é de ordem cultural: falar para o que as pessoas sentem. Transformação só é possível com cidadania motivada e em ação.
Cândido Grzybowski é sociólogo, diretor do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase).
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