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terça-feira, 21 de maio de 2013
domingo, 19 de maio de 2013
terça-feira, 14 de maio de 2013
Shootings at Mother's Day second line in 7th Ward
No vídeo se vê o cara a esquerda com um garoto perto dele, que sai correndo antes dele começar a atirar, como se ele tivesse avisado para o garoto: "Sai fora"...
segunda-feira, 13 de maio de 2013
| VICENTE CASCIONE |
| VICENTE CASCIONE |
Neymar indo para o Bayer????....E o que estão fazendo o Presidente do Santos e assessores na Espanha???
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Neymar indo para o Bayer????....E o que estão fazendo o Presidente do Santos e assessores na Espanha???
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EIS UM PAPO INTERESSANTE PARA INTERNAUTAS COMPULSIVOS
Um texto interessante que merece ser lido:
O DSM-V, edição mais recente da classificação de distúrbios
psiquiátricos, identifica novas categorias de transtornos mentais. Entre
eles chamam a atenção o hábito de comer em excesso, o vício em sexo e a
acumulação compulsiva.
A divisão entre a sanidade e a doença em cada um desses problemas é, naturalmente, tênue. Ninguém precisa se culpar por ver um pouco de pornografia ou comer cinco alfajores desde que isso não comprometa sua vida social e produtiva. O mesmo pode ser dito para um pouco de tralha que todo mundo tem guardada nos armários, gavetas, estantes e "quartinhos da bagunça" nessa época de excessos de consumo. O problema surge quando o acúmulo é tamanho a ponto de se tornar inconveniente, gerando problemas de espaço, acesso, organização e, nos casos mais graves, até de higiene.
Como boa parte dos comportamentos obsessivos, a acumulação compulsiva começa quase imperceptível e vai progredindo aos poucos. O "colecionador" parte de uma preocupação racional de guardar coisas que, mesmo não usadas, podem vir a ser úteis até que, sem perceber, essa preocupação foge do controle e absolutamente tudo passa a ser guardado.
Especialistas na área chamam essa acumulação compulsiva de Síndrome de Diógenes, em referência ao filósofo grego que dormia em um barril e recolhia objetos na rua. Não há consenso a respeito de causas ou tratamento, que pode estar associado a problemas psiquiátricos como depressão, ansiedade, transtorno obsessivo-compulsivo, deficit de atenção e ansiedade generalizada.
No mundo digital esse problema ainda não foi identificado, embora seja tão frequente quanto invisível. Em discos rígidos, pastas e documentos não acumulam poeira nem se desfazem com o tempo. À medida que o armazenamento digital se torna cada vez mais baratos, a tendência de sobrecarregá-lo com inutilidades aumenta a ponto de se tornar um problema.
Como os colecionadores do mundo físico, os digitais tendem a guardar uma enorme quantidade de itens - fotos, músicas, e-books, documentos, bookmarks, podcasts, aplicativos, e-mails, filmes e séries completas de TV - que jamais utilizarão. Seus pen drives e discos rígidos ficam tão lotados com cópias das cópias das cópias que se tornam lentos e difíceis de usar.
Qualquer iniciativa para classificá-los ou jogar parte deles fora provoca uma mistura de ansiedade com preguiça que paralisa, gerando indecisão e procrastinação.
A ilusão de imaterialidade do mundo digital cria a impressão de espaços gigantescos, em que nada precisa ser jogado fora. A facilidade com que se pode acumular conteúdo, colocá-lo em pastas e se esquecer dele acaba por criar um excesso de bagagem que torna discos rígidos e cérebros muito mais lentos, já que a busca e identificação de cada material guardado demanda um belo esforço cognitivo.
A comodidade cibernética trouxe com ela insegurança e indecisão paralisantes, estimulando uma compulsão por classificar que só piora o problema. As quantias impressionam: de 100.000 AC até 1980, foram produzidos o equivalente a 1018 bytes, o equivalente a quatro bilhões de coleções da Enciclopédia Britannica. Só ontem se produziu mais do que o triplo disso. Todo esse conteúdo é acumulado em servidores cujos índices acabarão corrompidos, gerando uma massa de dados ilegível, a ocupar máquinas sem qualquer uso pratico.
O cérebro humano foi projetado para esquecer. Lembrar-se de tudo é doença, não sinal de genialidade. O que uma memória saudável guarda costuma ser interpretado, e muitas vezes é bem melhor do que o fato em si. Colecionar fracassos, guardar rancores e se apegar a coisas passadas é recusar-se a viver novas experiências.
Uma ideia inusitada que corre pela Internet ultimamente é que documentos digitais deveriam ter uma data de validade depois da qual seriam automaticamente destruídos. Como diz qualquer consultora de moda: "se não usou no ano passado, não vai mais usar." Isso retornaria as memórias ao estado natural, em que o normal é esquecer e só se dispensa esforço para lembrar o que realmente merece a atenção. Acredito que boa parte do Facebook, YouTube e Pinterest acabariam esquecidos no limbo, sem grandes perdas para a humanidade.
Provocações à parte, se continuarmos a acumular conteúdo nesse ritmo podemos chegar a um ponto em que encontrar algo em um disco rígido levará mais tempo do que buscá-lo online e baixá-lo novamente.
Todos conhecem alguém que acha pouco os gigabytes gratuitos oferecidos pelo GMail são pouco, que guarda e-mails desde 1995, que sofre para apagar até os documentos que não lembra de ter guardado, que tem pilhas de ícones estranhos em sua área de trabalho, que não é capaz de se lembrar em que redes sociais está e porquê, que tem pen drives espalhados por gavetas e bolsos, sem saber se pode apagá-los, que tem dezenas de milhares de fotos e músicas, boa parte delas em duplicata, que armazena velhos episódios de seriados já vistos, e que tira finais de semana para organizar seus discos rígidos.
A tensão para remover a pilha de detritos digitais é psicológica. Vivemos em um universo de dados, dificilmente se encontrará um diamante no meio do lixão. Mesmo que isso aconteça, o esforço dispendido não terá valido a pena. É bom praticar o desapego de informação o quanto antes, para não correr o risco de ver sua vida digital se tornar constantemente e passivamente empilhada, byte por byte, até imobilizá-lo.
Luli Radfahrer é professor-doutor de Comunicação Digital da
ECA (Escola de Comunicações e Artes) da USP há 19 anos. Trabalha com
internet desde 1994 e já foi diretor de algumas das maiores agências de
publicidade do país. Hoje é consultor em inovação digital, com clientes
no Brasil, EUA, Europa e Oriente Médio. Autor do livro "Enciclopédia da Nuvem", em que analisa 550 ferramentas e serviços digitais para empresas. Mantém o blog www.luli.com.br,
em que discute e analisa as principais tendências da tecnologia.
Escreve a cada duas semanas na versão impressa de "Tec" e no site da Folha.
13/05/2013
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03h00
A tortura de limpar um disco rígido
A divisão entre a sanidade e a doença em cada um desses problemas é, naturalmente, tênue. Ninguém precisa se culpar por ver um pouco de pornografia ou comer cinco alfajores desde que isso não comprometa sua vida social e produtiva. O mesmo pode ser dito para um pouco de tralha que todo mundo tem guardada nos armários, gavetas, estantes e "quartinhos da bagunça" nessa época de excessos de consumo. O problema surge quando o acúmulo é tamanho a ponto de se tornar inconveniente, gerando problemas de espaço, acesso, organização e, nos casos mais graves, até de higiene.
Como boa parte dos comportamentos obsessivos, a acumulação compulsiva começa quase imperceptível e vai progredindo aos poucos. O "colecionador" parte de uma preocupação racional de guardar coisas que, mesmo não usadas, podem vir a ser úteis até que, sem perceber, essa preocupação foge do controle e absolutamente tudo passa a ser guardado.
Especialistas na área chamam essa acumulação compulsiva de Síndrome de Diógenes, em referência ao filósofo grego que dormia em um barril e recolhia objetos na rua. Não há consenso a respeito de causas ou tratamento, que pode estar associado a problemas psiquiátricos como depressão, ansiedade, transtorno obsessivo-compulsivo, deficit de atenção e ansiedade generalizada.
No mundo digital esse problema ainda não foi identificado, embora seja tão frequente quanto invisível. Em discos rígidos, pastas e documentos não acumulam poeira nem se desfazem com o tempo. À medida que o armazenamento digital se torna cada vez mais baratos, a tendência de sobrecarregá-lo com inutilidades aumenta a ponto de se tornar um problema.
Como os colecionadores do mundo físico, os digitais tendem a guardar uma enorme quantidade de itens - fotos, músicas, e-books, documentos, bookmarks, podcasts, aplicativos, e-mails, filmes e séries completas de TV - que jamais utilizarão. Seus pen drives e discos rígidos ficam tão lotados com cópias das cópias das cópias que se tornam lentos e difíceis de usar.
Qualquer iniciativa para classificá-los ou jogar parte deles fora provoca uma mistura de ansiedade com preguiça que paralisa, gerando indecisão e procrastinação.
A ilusão de imaterialidade do mundo digital cria a impressão de espaços gigantescos, em que nada precisa ser jogado fora. A facilidade com que se pode acumular conteúdo, colocá-lo em pastas e se esquecer dele acaba por criar um excesso de bagagem que torna discos rígidos e cérebros muito mais lentos, já que a busca e identificação de cada material guardado demanda um belo esforço cognitivo.
A comodidade cibernética trouxe com ela insegurança e indecisão paralisantes, estimulando uma compulsão por classificar que só piora o problema. As quantias impressionam: de 100.000 AC até 1980, foram produzidos o equivalente a 1018 bytes, o equivalente a quatro bilhões de coleções da Enciclopédia Britannica. Só ontem se produziu mais do que o triplo disso. Todo esse conteúdo é acumulado em servidores cujos índices acabarão corrompidos, gerando uma massa de dados ilegível, a ocupar máquinas sem qualquer uso pratico.
O cérebro humano foi projetado para esquecer. Lembrar-se de tudo é doença, não sinal de genialidade. O que uma memória saudável guarda costuma ser interpretado, e muitas vezes é bem melhor do que o fato em si. Colecionar fracassos, guardar rancores e se apegar a coisas passadas é recusar-se a viver novas experiências.
Uma ideia inusitada que corre pela Internet ultimamente é que documentos digitais deveriam ter uma data de validade depois da qual seriam automaticamente destruídos. Como diz qualquer consultora de moda: "se não usou no ano passado, não vai mais usar." Isso retornaria as memórias ao estado natural, em que o normal é esquecer e só se dispensa esforço para lembrar o que realmente merece a atenção. Acredito que boa parte do Facebook, YouTube e Pinterest acabariam esquecidos no limbo, sem grandes perdas para a humanidade.
Provocações à parte, se continuarmos a acumular conteúdo nesse ritmo podemos chegar a um ponto em que encontrar algo em um disco rígido levará mais tempo do que buscá-lo online e baixá-lo novamente.
Todos conhecem alguém que acha pouco os gigabytes gratuitos oferecidos pelo GMail são pouco, que guarda e-mails desde 1995, que sofre para apagar até os documentos que não lembra de ter guardado, que tem pilhas de ícones estranhos em sua área de trabalho, que não é capaz de se lembrar em que redes sociais está e porquê, que tem pen drives espalhados por gavetas e bolsos, sem saber se pode apagá-los, que tem dezenas de milhares de fotos e músicas, boa parte delas em duplicata, que armazena velhos episódios de seriados já vistos, e que tira finais de semana para organizar seus discos rígidos.
A tensão para remover a pilha de detritos digitais é psicológica. Vivemos em um universo de dados, dificilmente se encontrará um diamante no meio do lixão. Mesmo que isso aconteça, o esforço dispendido não terá valido a pena. É bom praticar o desapego de informação o quanto antes, para não correr o risco de ver sua vida digital se tornar constantemente e passivamente empilhada, byte por byte, até imobilizá-lo.
domingo, 12 de maio de 2013
sexta-feira, 10 de maio de 2013
OS NORTE-AMERICANOS SÃO UNS ERMITÕES URBANOS
22/07/2013
Este blogueiro quer aqui fazer um reparo no que escreveu neste post: Na verdade, a comunidade onde estiveram cativas as três jovens, não era habitada por norte-americanos de origem, mas sim de porto-riquenhos!!..Talvez isso explique o pouco caso dado as denúncias de vizinhos há anos atrás quanto a presença de uma mulher branca, pelada, que rastejava no quintal da casa usada como cativeiro.
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http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2013/05/09/lavador-de-pratos-que-salvou-refens-vira-heroi-nos-eua.htm
Aos poucos a mídia vai soltando mais informações, a conta gotas.
Além do incrível das casas serem tão próximas umas das outras, e nenhum dos vizinhos de ambos os lados não terem dado conta de que a 10 anos, três mulheres eram cativas e torturadas, surgiu um novo dado muito interessante:
Segundo consta, (nenhuma das três mulheres sabia da existência das outras duas presas na mesma casa)???
Este caso, muito louco, mostra como o norte-americano, para além da discrição quanto ao vizinho, alimenta uma alienação total quanto a quem mora ao seu lado. Deus me livre...
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Este blogueiro quer aqui fazer um reparo no que escreveu neste post: Na verdade, a comunidade onde estiveram cativas as três jovens, não era habitada por norte-americanos de origem, mas sim de porto-riquenhos!!..Talvez isso explique o pouco caso dado as denúncias de vizinhos há anos atrás quanto a presença de uma mulher branca, pelada, que rastejava no quintal da casa usada como cativeiro.
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http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2013/05/09/lavador-de-pratos-que-salvou-refens-vira-heroi-nos-eua.htm
Aos poucos a mídia vai soltando mais informações, a conta gotas.
Além do incrível das casas serem tão próximas umas das outras, e nenhum dos vizinhos de ambos os lados não terem dado conta de que a 10 anos, três mulheres eram cativas e torturadas, surgiu um novo dado muito interessante:
Segundo consta, (nenhuma das três mulheres sabia da existência das outras duas presas na mesma casa)???
Este caso, muito louco, mostra como o norte-americano, para além da discrição quanto ao vizinho, alimenta uma alienação total quanto a quem mora ao seu lado. Deus me livre...
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quarta-feira, 8 de maio de 2013
Yanni "Prelude & Nostalgia" | Armenian Duduk
A peça, muito bela, foi composta por Yanni (Chrysomallis) e chama-se "Nostalgia"
O instrumento "Duduk", espécie de flauta com mais de 3000 anos de existência.
terça-feira, 7 de maio de 2013
SÍRIA NA MIRA DOS EEUU
Em apenas dois anos grande parte das periferias populares de Damasco ficaram assim:
Pois é, as coisas se complicaram no país de Bashar Al Assad...Segundo a ONU, mais de 70.000 pessoas já morreram na revolução entre as forças do Governo e opositores.
Os opositores contam até com "colaboradores" - (eufemismo midiático para mercenários) - ingleses in-loco e poderosas armas são fornecidas pelos Estados Unidos aos revoltados contra o regime síro.
Curiosamente vale lembrar que o Governo de "Assad"é um Governo laico, ou seja, sem a teocracia do Irã ou do atual Egito, ou ainda da Tunísia com sua oposição acusando o Governo de ter se deixado inflar de muçulmanos, traindo os ideais da "Primavera Árabe" no país do mártir "Mohammed Bouazizi".
Há dois dias atrás, a "ponta-de-lança" norte-americana, Israel, já andou bombardeando regiões sírias em supostos ataques a comboios de mísseis a caminho do Líbano, e, também a instalações do Exército sírio.
Como desgraça pouca é bobagem, agora, os Estados Unidos resolveram eleger o país como a "bola da vez", dispostos a atuar em novo cenário do Oriente Médio...
A troco de que pretendem as Forças do Pentágono entrar em um conflito que já produziu tantas mortes e graves feridos?
Penso nos contingentes de milhares de transformados em psicopatas, perigosamente ociosos, tirados do Iraque e Afeganistão e o quanto devem estar custando ao Governo norte-americano?
O quanto devem preocupar essas "máquinas de matar", com suas adrenalinas viciadas em anos de barbárie, agora em repouso mental...Alguns "franco atiradores" que mataram dezenas de norte americanos em shoppings e em ruas do país "Sheriff" do planeta, eram ex-combatentes no exterior. Excesso de abstinência da adrenalina da violência? Vá la saber....
Enfim, penso no povão sírio - (porque quem sempre sofre mais é sempre o povão) - já tão sofrido por tanta violência política, sob os ataques das forças bélicas do "Tio-San"...Por todos os Deuses!; no caso de existir mai de um.
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terça-feira, 30 de abril de 2013
CONTASABERTAS.COM.BR
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28/04/2013
Carrinho de compras: Senado gasta R$ 36,3 mil em duas máquinas de café |
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Contas Abertas
Do Contas Abertas |
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Em meio à polêmica com o Supremo Tribunal Federal (STF),
Senado Federal fez uma “pausa” para o cafezinho. A Casa empenhou R$ 36.300,00
para a compra de duas máquinas de café expresso. Os aparelhos são ideais para
ambientes com grande demanda de café. Curiosamente a aquisição se dá no momento
em que veio à tona que os sete garçons que servem aos senadores no plenário
recebem remunerações mensais que variam entre R$ 7.300,00 e R$ 14.600,00.
A Casa também empenhou R$ 1.600,00 para a aquisição de uma
trena a laser digital. O aparelho possui bolsa para transporte. O Senado
garantiu ainda a manutenção de 133 notebooks do órgão. A Casa empenhou R$
27.800,00 para prestação de serviços de suporte técnico para os aparelhos que
são da marca HP.
O Superior Tribunal Militar, quem
também está tendo uma “rixa” com o presidente da Suprema Corte que quer a sua
extinção (veja matéria), vai gastar R$ 36.500,00 para contratar a empresa “UD
Organização de Eventos Ltda” para prestação de serviços para o fornecimento
de coffee break e coquetel.
O Supremo Tribunal Federal (STF) “esquentou” a disputa e
reservou R$ 2.200,00 para a compra de um fogão elétrico. O aparelho possui
quatro bocas, é da marca Brastemp e do tipo cooktop.
A Secretaria do Superior Tribunal de Justiça, por sua vez,
prezou pelo conforto e pela preocupação com a postura dos seus servidores
nesta semana. O Tribunal empenhou R$ 20.600,00 para a compra de 300 apoios
para pés. Os objetos possuem três regulagens de inclinação dinâmica, pintura
em epóxi de alta resistência, plataforma para apoio dos pés em injeção
termoplástica e medem 43 cm de comprimento, 30 cm de largura e 13 cm de
profundidade.
O STJ também reservou R$ 30.100,00 para a compra de três
máquinas fotográficas digitais, cartuchos para bateria e grip de bateria,
todos da marca Nikon. As máquinas fotográficas, que possuem 36.3 megapixels e
vídeos em Full HD em qualidade cinematográfica, foram responsáveis por R$
25.200,00. Os quatro cartuchos para bateria e dois grips de baterias custaram
R$ 3.100,00 e R$ 1.900,00, respectivamente. O Tribunal empenhou ainda R$ 8,1
mil para adquirir um refrigerador horizontal na cor branca.
Ainda no Judiciário, o Tribunal Superior do Trabalho (TST)
reservou R$ 346.500,00 para a compra de três carros do modelo Fusion, da
fabricante Ford. Os automóveis são de 2013, com potência de motor de 240
cavalos, câmbio automático de seis velocidades, na cor preta metálica e
capacidade para cinco passageiros.
A Corte reservou também R$ 4.900,00 para a aquisição de
dez fornos micro-ondas. Os eletrodomésticos possuem capacidade de 31 litros,
prato giratório com trava de segurança, relógio com controle para teclas,
função descongelamento e são da marca Electrolux.
O TST comprou ainda duas poltronas em couro pelo valor
total de R$ 5.000,00. Os móveis são fabricados no sistema de concha bipartida
de compensado multilaminado de 15 mm de espessura. O sistema de união do
encosto com o assento é realizado por meio do de lamina de aço com acabamento
em pintura epóxi.
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios
(TJDFT) empenhou R$ 265.600,00 para comprar 385 purificadores. Os aparelhos
possuem volume interno de 3 litros de água.
O Executivo fecha o carrinho de compras desta semana, por
meio do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República. A
Pasta reservou R$ 7.100,00 para o fornecimento de 20 bancos, sem braço e
encosto. Os móveis possuem estrutura metálica, chapa 16 e pintura automotiva
na cor cinza.
Confira
aqui as notas de empenho.
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(rsrsrsrsrsrsrsrs)....vamo q vamo....
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sábado, 27 de abril de 2013
IGREJAS EVANGÉLICAS PROIBIDAS DE ATUAREM EM ANGOLA
http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2013/04/1269733-angola-proibe-operacao-de-igrejas-evangelicas-do-brasil.shtml
O governo de Angola baniu a maioria das igrejas evangélicas brasileiras do país.
Segundo o governo, elas praticam "propaganda enganosa" e "se aproveitam das fragilidades do povo angolano", além de não terem reconhecimento do Estado.
"O que mais existe aqui em Angola são igrejas de origem brasileira, e isso é um problema, elas brincam com as fragilidades do povo angolano e fazem propaganda enganosa", disse à Folha Rui Falcão, secretário do birô político do MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola) e porta-voz do partido, que está no poder desde a independência de Angola, em 1975.
Cerca de 15% da população angolana é evangélica, fatia que tem crescido, segundo o governo.
Em 31 de dezembro do ano passado, morreram 16 pessoas por asfixia e esmagamento durante um culto da Igreja Universal do Reino de Deus em Luanda. O culto reuniu 150 mil pessoas, muito acima da lotação permitida no estádio da Cidadela.
O mote do culto era "O Dia do Fim", e a igreja conclamava os fiéis a dar "um fim a todos os problemas que estão na sua vida: doença, miséria, desemprego, feitiçaria, inveja, problemas na família, separação, dívidas."
O governo abriu uma investigação. Em fevereiro, a Universal e outras igrejas evangélicas brasileiras no país -- Mundial do Poder de Deus, Mundial Renovada e Igreja Evangélica Pentecostal Nova Jerusalém-- foram fechadas.
No dia 31 de março deste ano, o governo levantou a interdição da Universal, única reconhecida pelo Estado.
Mas a igreja só pode funcionar com fiscalização dos ministérios do Interior, Cultura, Direitos Humanos e Procuradoria Geral da Justiça. As outras igrejas brasileiras continuam proibidas por "falta de reconhecimento oficial do Estado angolano". Antes, elas funcionavam com autorização provisória.
As igrejas aguardam um reconhecimento para voltar a funcionar, mas muitas podem não recebê-lo. "Essas igrejas não obterão reconhecimento do Estado, principalmente as que são dissidências, e vão continuar impedidas de funcionar no país", disse Falcão. "Elas são apenas um negócio."
Segundo Falcão, a força das igrejas evangélicas brasileiras em Angola desperta preocupação. "Elas ficam a enganar as pessoas, é um negócio, isto está mais do que óbvio, ficam a vender milagres."
Em relação à Universal, a principal preocupação é a segurança, disse Falcão.
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O problema aí é que se houver alguma que proceda corretamente no alívio e aprimoramento espiritual, educativo no caráter dos discípulos, também vai no mesmo balaio.quinta-feira, 25 de abril de 2013
MINEIRÃO DE ROUPA NOVA ESNOBA SELEÇÃO BRASILERA
(Brasil 2 x 2 Chile no novo Minerão!) (foto UOL)
(Duas Grandes Personalidades no Mundo)
(Pelé e sua presença em projeto de combate a AIDS)
http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/esportes/noticia/2012/02/10/pele-empresta-sua-imagem-a-campanha-contra-a-aids-na-africa-31844.php
Já que todo mundo está falando “um monte” sobre a Seleção
brasileira 2 x 2 Seleção chilena, resolvi eu também dar minha contribuição a
tão “edificante” debate. (rsrs).
O Futebol por ser o esporte que conquistou de fato todo o
planeta, se tornou uma vitrine publicitária muito poderosa, não só para os
Clubes, mas também para as Seleções dos países que buscam a classificação para
a Copa do Mundo 2014.
Se no caso dos Campeonatos continentais como o da UEFA,
COMENBOL, etc, os Times dão tudo o que podem para brilhar em campo, o que dizer
de uma Copa do Mundo, onde só poucos países conseguem passar nas “Eliminatórias” e participar do famoso
Torneio? Estima-se que uma Copa do Mundo seja vista instantaneamente por mais
de três bilhões de pessoas em todo o planeta. É redundância falar da importância
sócio-política e econômica para um país que consegue ganhar a “Taça” de uma Copa
do Mundo. É simplesmente um salto
publicitário de anos de diplomacia.
A Seleção chilena não veio para o Mineirão só para jogar o “amistoso”
Brasil x Chile, ela veio para provar para seu povo e para o mundo – (com
certeza a partida foi televisionada para muitos países, sem contar o acesso a
Internet) - que o Chile vai lutar de igual para igual com qualquer outra
Seleção na Copa das Confederações.
Já para o Brasil, a importância da partida tinha mais a ver
com a inauguração do reformado “Mineirão”, que ficou muito bonito, diga-se de
passagem. O Brasil como Sede da Copa das Confederações e da Copa, não tem
maiores interesses na disputa, já que está, como anfitrião, classificado.
Na partida, o Brasil mesmo não jogando aquelas coisas, chegou
a fazer 2 x 0, mas aí resolveu jogar como o cordial anfitrião do evento, e
prevaleceu a displicência, os passes errados, e por aí afora. Até o craque
Neymar, sempre cercado por dois jogadores, de cara com o gol, deu um tremendo
chutão por cima do gol?? Normalmente ele dá um toque de lado e o goleiro já era.
Ainda assim, após um bom cruzamento da lateral direita pelo Pato, Neymar tendo acompanhado de longe seu companheiro, já dentro da área, só tocou a bola pra dentro do gol! Enfim, não jogamos bem, jogamos um amistoso para inaugurar o “novo” Mineirão.
Ainda assim, após um bom cruzamento da lateral direita pelo Pato, Neymar tendo acompanhado de longe seu companheiro, já dentro da área, só tocou a bola pra dentro do gol! Enfim, não jogamos bem, jogamos um amistoso para inaugurar o “novo” Mineirão.
Mas os mais de 60 mil espectadores não tavam nem aí se a
partida era um amistoso com um país vizinho, foram lá prá ver a Seleção brilhar
e esperavam um desempenho por parte dos nossos jogadores, a altura da Seleção
Penta Campeã do maior torneio de futebol no planeta. Vaiaram durante boa parte
do segundo tempo quando o esforçado Chile logrou o empate e o Mineirão lotado,
gritou olé quando os chilenos tocavam bola. Os jogadores saíram de campo sob
fortes vaias. Como assisti o jogo do meu sofá, não sei se foi para tanto. Assistir
o jogo em campo é outra coisa.
Contudo, endosso as palavras do sábio rei do Futebol, o
Pelé: “Não era para ter toda aquela vaia”. Falou a voz da humilde sobriedade,
tão característica da personalidade do maior ídolo do Futebol no mundo. Era um
amistoso.
Aproveito a ocasião para desabafar meu protesto contra o
pronunciamento do folgado Romário, que mais uma vez usou da mesma frase pronunciada
a tempos atrás contra o grande e inconteste ídolo mundial do Futebol: “O Pelé
calado é um poeta”, pérola do sarcasmo carioca. Romário sempre foi abusado em
seus pronunciamentos, que dirá ultimamente quando conquistou o cargo de
Deputado Federal. Aliás, agora ele quer mandar na Seleção e colocar a base do Corinthians; em vez de pedir apoio dos torcedores para a Seleção?! Até hoje não entendo direito a rixa que ele faz questão de alimentar
contra Pelé.
Quanto a Pelé, além da minha condição de torcedor do grande
SANTOS, lembro de suas andanças recentes na África, emprestando o nome a
grandes projetos de moradias populares e de combate a AIDS, por parte de
Governos de países no Continente. Trata-se de uma personalidade mundial, que
jamais precisou estar debaixo das “tetas
do Governo”, em qualquer instância governamental. Aliás, o Governo, presente e passado, só tem lucrado com Pelé!
De resto, voltando ao assunto inicial, Brasil x Chile foi um
amistoso, nada mais que isso.
Agora, diante do que os alemães estão jogando, depois do
chocolate que tomaram Barcelona e Real Madri, espero sinceramente que o Brasil
tenha entrado em campo só pra jogar um amistoso e que essa Seleção jogue mito
mais do que jogou!!! Caso contrário, não passamos das Quartas de Final.
OBS: Retificando que quem deu a opinião de colocar a base do Corinthians na seleção foi do Pelé e não do Romário...o que muda pouca coisa quanto as agressões verbas do 'baixinho" abusado...afinal trata-se de uma opinião...
OBS: Retificando que quem deu a opinião de colocar a base do Corinthians na seleção foi do Pelé e não do Romário...o que muda pouca coisa quanto as agressões verbas do 'baixinho" abusado...afinal trata-se de uma opinião...
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terça-feira, 23 de abril de 2013
Associated Press - O grito da esposa de Liu Xiaobo "Diga a todos que não somos livres"
Associated Press - O grito da esposa de Liu Xiaobo "Diga a todos que não somos livres"
Facebook Chilro Yahoo
23/04/2013
O grito da esposa de Liu Xiaobo
"Diga a todos que não somos livres"
Liu Xia no carro como ele deixa o Huairou tribunal, nos arredores de Pequim
Nobel chinês deixa o tribunal
Desde que seu marido recebeu
o Prêmio Nobel, ela é forçada
a viver em prisão domiciliar.
uma autorização permitiu
a assistir ao julgamento que
ele vê seu irmão entre os réus
"Diga a todos que eu não sou livre. Nenhum de nós está livre. " É o grito de Liu Xia, esposa do Nobel da Paz Liu Xiaobo, que pela primeira vez em dois anos conseguiu quebrar o silêncio forçado a que ela foi forçada a prender blindatissimi.
A ocasião foi uma audiência no tribunal, o que lhe permitiu sair de sua "prisão". E se ela não deixá-lo escapar. O resto eu tirei uma foto e, em especial o twitter. Assim, as palavras do poeta, culpados apenas para sustentar e apoiar as lutas de seu marido (na verdade ele não é acusado de qualquer crime) foram em torno da web. E o mundo.
Liu Xia não pode deixar sua casa de Pequim desde que seu marido, que participou das manifestações de Tiananmen e é o promotor do documento é Charta08 'sobre a necessidade de estabelecer um sistema político democrático na China, foi agraciado com o Prêmio Nobel da Paz em 2010. Tanto é assim que nem ele, as prisões desde 2009, nem ela conseguiu receber o prêmio de prestígio. Mas contra Liu Xia não há condenação, não é acusado de qualquer crime, ele nunca foi tentado, e sua prisão é ilegal.
Hoje permissão para deixar a comparecer a uma audiência do processo em curso em direção ao seu irmão, acabou nas malhas das autoridades chinesas e preso em 31 de janeiro para a disputa imobiliária, instalou-se na realidade há algum tempo. Um breve momento de liberdade que Liu decidiu aproveitar ao máximo. E assim, quando o carro em que viajava caiu na frente de um pequeno grupo de jornalistas imediatamente abriu a janela e lançou seu grito de dor: "Diga a todos que eu não sou livre. Eu sinto sua falta todos muito. Obrigado pelo seu apoio. "
Em 28 de janeiro, quatro ativistas, aproveitando a mudança dos guardas estacionados em frente de sua casa, eles conseguiram chegar perto da porta e falar com ela durante as filmagens. No início de dezembro, dois jornalistas foram capazes de explorar um declínio no controle de agentes e se aproximou da porta da mulher, sendo capaz de trocar algumas palavras com ela, enquanto outros tinham filmado meses antes da estrada. Mas sua mensagem nunca se chegou tão alto e claro
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23/04/2013
O grito da esposa de Liu Xiaobo
"Diga a todos que não somos livres"
Liu Xia no carro como ele deixa o Huairou tribunal, nos arredores de Pequim
Nobel chinês deixa o tribunal
Desde que seu marido recebeu
o Prêmio Nobel, ela é forçada
a viver em prisão domiciliar.
uma autorização permitiu
a assistir ao julgamento que
ele vê seu irmão entre os réus
"Diga a todos que eu não sou livre. Nenhum de nós está livre. " É o grito de Liu Xia, esposa do Nobel da Paz Liu Xiaobo, que pela primeira vez em dois anos conseguiu quebrar o silêncio forçado a que ela foi forçada a prender blindatissimi.
A ocasião foi uma audiência no tribunal, o que lhe permitiu sair de sua "prisão". E se ela não deixá-lo escapar. O resto eu tirei uma foto e, em especial o twitter. Assim, as palavras do poeta, culpados apenas para sustentar e apoiar as lutas de seu marido (na verdade ele não é acusado de qualquer crime) foram em torno da web. E o mundo.
Liu Xia não pode deixar sua casa de Pequim desde que seu marido, que participou das manifestações de Tiananmen e é o promotor do documento é Charta08 'sobre a necessidade de estabelecer um sistema político democrático na China, foi agraciado com o Prêmio Nobel da Paz em 2010. Tanto é assim que nem ele, as prisões desde 2009, nem ela conseguiu receber o prêmio de prestígio. Mas contra Liu Xia não há condenação, não é acusado de qualquer crime, ele nunca foi tentado, e sua prisão é ilegal.
Hoje permissão para deixar a comparecer a uma audiência do processo em curso em direção ao seu irmão, acabou nas malhas das autoridades chinesas e preso em 31 de janeiro para a disputa imobiliária, instalou-se na realidade há algum tempo. Um breve momento de liberdade que Liu decidiu aproveitar ao máximo. E assim, quando o carro em que viajava caiu na frente de um pequeno grupo de jornalistas imediatamente abriu a janela e lançou seu grito de dor: "Diga a todos que eu não sou livre. Eu sinto sua falta todos muito. Obrigado pelo seu apoio. "
Em 28 de janeiro, quatro ativistas, aproveitando a mudança dos guardas estacionados em frente de sua casa, eles conseguiram chegar perto da porta e falar com ela durante as filmagens. No início de dezembro, dois jornalistas foram capazes de explorar um declínio no controle de agentes e se aproximou da porta da mulher, sendo capaz de trocar algumas palavras com ela, enquanto outros tinham filmado meses antes da estrada. Mas sua mensagem nunca se chegou tão alto e claro
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terça-feira, 16 de abril de 2013
ATENTADO TERRORISTA NA MARATONA DE BOSTON
ATENTADO TERRORISTA EM BOSTON
15/04/13
No Dia do Patriota e no dia da famosa maratona de Boston,
foi esse o dia escolhido pelos autores do covarde e monstruoso atentado
terrorista que matou três pessoas e feriu mais de 140.
As imagens de vídeos na internet são contundentes, e há que
se lamentar que vidas de inocentes se perderam, pessoas que provavelmente nem
concordam, ou pelo menos procuram não pensar muito a respeito, com a política
belicista norte-americana no planeta.
É claro que um atentado terrorista nos EUA sempre causa um
alvoroço midiático internacional; muito menos que as incursões dos Drones no Paquistão
ou no Afeganistão, onde camponeses são mortos, jovens e velhos, e depois vemos
o pronunciamento de (desculpas??) do comandante na região. Isso para ficarmos
em tempos recentes após os 10 anos da invasão do Iraque, país denominado “terrorista”
pelo então presidente Jorge Busch.
Mas de qualquer forma, um atentado terrorista é sempre um
horror, o mais cruel que a mente humana é capaz, pois atinge pessoas que, via
de regra, nada tem haver com o ódio
patológico dos autores.
Ainda mais quando acontece em um evento esportivo,
festivo, em que as famílias com suas crianças fazem questão de comparecer.
Há que ser analisado o fato de as bombas terem explodidas
perto do final da famosa maratona, quando praticamente quase todas as 21.000
pessoas participantes já tinham cruzado a linha de chegada. Se livraram do
horror.
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16/04/13
“...Nós
podemos ser vigilantes. Podemos ser inteligente. Mas não podemos impedir o
risco de um ataque terrorista a zero. Nós teríamos que desistir de muita coisa
para fazer isso. Nós teríamos que nos tornarmos um Estado policial. E mesmo
isso não seria suficiente. Se estamos
dispostos a morrer em guerras para proteger a nossa liberdade, precisamos
estar dispostos a morrer aqui em Boston. Foi surreal ver metade da cidade na
realização de negócios como de costume. Mas havia algo inspirador e teimoso
sobre isso. Amanhã, esta cidade vai se levantar e viver a sua vida. Nós não
vamos deixar ninguém nos parar”. (negrito é meu).
Pois é, nem quando o horror que os EEUU levam a países distantes mundo afora resolve fazer uma rápida visita a uma das mais importantes cidades norte americanas, os formadores de opinião abrem mão de “acreditarem” que as guerras que fazem no mundo são para proteger a liberdade do povo do “Tio San”.
Aliás, foi anos depois deles
terem levado o horror e a mortandade ao Iraque, que a Imprensa norte-americana
confessou em um tardio “mea-culpa”, de que “..não devíamos ter acreditado nas
justificativas oficiais para a invasão ao Iraque”.
“...O pai entrou o garoto voltou para a
calçada para se juntar à sua mãe e sua irmã mais nova. E então a bomba
explodiu. O menino foi morto. Perna de sua irmã foi arrancada. Sua mãe estava
gravemente ferida. Isso é apenas a história de uma família.
Seria errado e um clichê dizer que perdemos a nossa
inocência, na tarde de segunda-feira como uma nuvem de fumaça branca deriva
acima Boylston Street, como sangue acumulado na calçada em frente à Biblioteca
Pública de Boston, como membros decepados estava no meio da ferida e dos
ensanguentados e os atordoados, seus toques nas orelhas, o sangramento nos ouvidos.
Nós perdemos nossa inocência em outro dia perfeito, em setembro, há 12
anos. Mas nós perdemos algo segunda-feira, também, a idéia de que nunca vai se
sentir totalmente seguro nesta cidade novamente.
O evento Marathon é uma assinatura da cidade, uma ligação física
com o resto do mundo. É uma das poucas coisas que nos permite apegar a essa
pretensão de Boston é o centro do universo. Dia Patriots é uma celebração da
nossa história revolucionária e compartilhamos com o mundo. É o único dia do
ano em que a cidade se torna mais diversificada, com pessoas de tantos outros
países aqui para executar esses 26 milhas de Hopkinton ao Back Bay...”.
A capacidade que os norte-americanos têm
de fazer romantismo literário mesmo quando sabem que colhem o que semeiam.
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“Nós vamos descobrir quem fez isso, nós vamos descobrir por que
eles fizeram isso", garantiu o presidente Obama, em declarações da Casa
Branca. "Quaisquer indivíduos responsáveis, quaisquer grupos responsáveis vão sentir o peso
da justiça".
Será que vão (descobrir) mesmo ou escolher um bode expiatório para
a tragédia. E se descobrirem que o covarde atentado foi feito por gente do poderoso lobby
das armas, como já tem gente por lá lembrando a possibilidade?
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sábado, 13 de abril de 2013
domingo, 7 de abril de 2013
sábado, 16 de março de 2013
DISCURSO DO PAPA fRANCISCO HOJE PARA A MÍDIA INTERNACIONAL
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Discurso de hoje para os milhares de jornalistas:
2013-03-16 Rádio Vaticana
DISCURSO DO SANTO PADRE
AOS REPRESENTANTES DOSMEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
(Aula Paulo VI, 16 de Março de 2013)
Queridos amigos,
É para mim uma alegria poder, no início do meu ministério na Sé de Pedro, encontrar-vos, a vós que estivestes empenhados aqui em Roma num período tão intenso como este que teve início com o inesperado anúncio do meu venerado Predecessor Bento XVI, no dia 11 de Fevereiro passado. Saúdo cordialmente a cada um de vós.
Ao longo dos últimos tempos, não tem cessado de crescer o papel dos mass media, a ponto de se tornarem indispensáveis para narrar ao mundo os acontecimentos da história contemporânea. Por isso, vos dirijo um agradecimento especial a todos pelo vosso qualificado serviço – trabalhastes… e muito! – nos dias passados, quando os olhos do mundo católico e não só se voltaram para a Cidade Eterna, nomeadamente para este território que tem como «centro de gravidade» o túmulo de São Pedro. Nestas semanas, tivestes ocasião de falar da Santa Sé, da Igreja, dos seus ritos e tradições, da sua fé e, de modo particular, do papel do Papa e do seu ministério.
Um agradecimento particularmente sentido dirijo a quantos souberam olhar e apresentar estes acontecimentos da história da Igreja, tendo em conta a perspectiva mais justa em que devem ser lidos: a perspectiva da fé. Quase sempre os acontecimentos da história reclamam uma leitura complexa, podendo eventualmente incluir também a dimensão da fé. Certamente os acontecimentos eclesiais não são mais complicados do que os da política ou da economia; mas possuem uma característica fundamental própria: seguem uma lógica que não obedece primariamente a categorias por assim dizer mundanas e, por isso mesmo, não é fácil interpretá-los e comunicá-los a um público amplo e variado. Realmente a Igreja, apesar de ser indubitavelmente uma instituição também humana e histórica, com tudo o que isso implica, não é de natureza política, mas essencialmente espiritual: é o Povo de Deus, o Povo santo de Deus, que caminha rumo ao encontro com Jesus Cristo. Somente colocando-se nesta perspectiva é que se pode justificar plenamente aquilo que a Igreja Católica realiza. Cristo é o Pastor da Igreja, mas a sua presença na história passa através da liberdade dos homens: um deles é escolhido para servir como seu Vigário, Sucessor do Apóstolo Pedro, mas Cristo é o centro. Não o Sucessor de Pedro, mas Cristo. Cristo é o centro. Cristo é o ponto fundamental de referimento, o coração da Igreja. Sem Ele, Pedro e a Igreja não existiriam, nem teriam razão de ser. Como repetidamente disse Bento XVI, Cristo está presente e guia a sua Igreja. O protagonista de tudo o que aconteceu foi, em última análise, o Espírito Santo. Ele inspirou a decisão tomada por Bento XVI para bem da Igreja; Ele dirigiu na oração e na eleição os Cardeais.
É importante, queridos amigos, ter em devida conta este horizonte interpretativo, esta hermenêutica, para identificar o coração dos acontecimentos destes dias. Destas considerações nasce, antes de mais nada, um renovado e sincero agradecimento pelas canseiras destes dias particularmente árduos, mas também um convite para procurardes conhecer cada vez mais a verdadeira natureza da Igreja e também o seu caminho no mundo, com as suas virtudes e os seus pecados, e conhecer as motivações espirituais que a norteiam e que são as mais verdadeiras para entendê-la. Podeis estar certos de que a Igreja, por sua vez, presta grande atenção ao vosso precioso trabalho; é que vós tendes a capacidade de identificar e exprimir as expectativas e as exigências do nosso tempo, de oferecer os elementos necessários para uma leitura da realidade. O vosso trabalho requer estudo, uma sensibilidade própria e experiência, como tantas outras profissões, mas implica um cuidado especial pela verdade, a bondade e a beleza; e isto torna-nos particularmente vizinhos, já que a Igreja existe para comunicar precisamente isto: a Verdade, a Bondade e a Beleza «em pessoa». Deveria resultar claramente que todos somos chamados, não a comunicar-nos a nós mesmos, mas esta tríade existencial formada pela verdade, a bondade e a beleza.
Alguns não sabiam por que o Bispo de Roma se quis chamar Francisco. Alguns pensaram em Francisco Xavier, em Francisco de Sales, e também em Francisco de Assis. Deixai que vos conte como se passaram as coisas. Na eleição, tinha ao meu lado o Cardeal Cláudio Hummes, o arcebispo emérito de São Paulo e também prefeito emérito da Congregação para o Clero: um grande amigo, um grande amigo! Quando o caso começava a tornar-se um pouco «perigoso», ele animava-me. E quando os votos atingiram dois terços, surgiu o habitual aplauso, porque foi eleito o Papa. Ele abraçou-me, beijou-me e disse-me: «Não te esqueças dos pobres!» E aquela palavra gravou-se-me na cabeça: os pobres, os pobres. Logo depois, associando com os pobres, pensei em Francisco de Assis. Em seguida pensei nas guerras, enquanto continuava o escrutínio até contar todos os votos. E Francisco é o homem da paz. E assim surgiu o nome no meu coração: Francisco de Assis. Para mim, é o homem da pobreza, o homem da paz, o homem que ama e preserva a criação; neste tempo, também a nossa relação com a criação não é muito boa, pois não? [Francisco] é o homem que nos dá este espírito de paz, o homem pobre... Ah, como eu queria uma Igreja pobre e para os pobres! Depois não faltaram algumas brincadeiras... «Mas, tu deverias chamar-te Adriano, porque Adriano VI foi o reformador; e é preciso reformar...». Outro disse-me: «Não! O teu nome deveria ser Clemente». «Mas porquê?». «Clemente XV! Assim vingavas-te de Clemente XIV que suprimiu a Companhia de Jesus!». São brincadeiras... Amo-vos imensamente! Agradeço-vos por tudo o que fizestes. E, pensando no vosso trabalho, faço votos de que possais trabalhar serena e frutuosamente, conhecer cada vez melhor o Evangelho de Jesus Cristo e a realidade da Igreja. Confio-vos à intercessão da bem-aventurada Virgem Maria, Estrela da Evangelização. Desejo o melhor para vós e vossas famílias, para cada uma das vossas famílias. E de coração a todos concedo a minha bênção. Obrigado.Disse que de coração vos daria a minha bênção. Uma vez que muitos de vós não pertenceis à Igreja Católica e outros não são crentes, de coração concedo esta bênção, em silêncio, a cada um de vós, respeitando a consciência de cada um, mas sabendo que cada um de vós é filho de Deus. Que Deus vos abençoe!
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PENSANDO O "PAPA FRANCISCO"
PENSANDO O PAPA FRANCISCO
A mídia brasileira querer compensar a “frustação” anti a
perspectiva malograda do país ter um Papa por vezes fica hilária: Dizer que o
Cardeal D. Cláudio Hummes teria recomendado ao ainda Cardeal “Jorge Mário Bergóglio” que (pensasse nos
pobres); que teria levado o Papa a escolher o nome de “Francisco”; é de um
“bairrismo” típico do brasileiro.
Vale lembrar uma das frases,
algumas polêmicas do Papa Francisco,
quando ainda Cardeal:
"Vivemos na região mais desigual do mundo, a que mais cresceu e a que menos reduziu a miséria. A distribuição injusta de bens persiste, criando uma situação de pecado social que grita aos céus e limita as possibilidades de vida mais plena para muitos de nossos irmãos".
"Vivemos na região mais desigual do mundo, a que mais cresceu e a que menos reduziu a miséria. A distribuição injusta de bens persiste, criando uma situação de pecado social que grita aos céus e limita as possibilidades de vida mais plena para muitos de nossos irmãos".
Creio que a
recomendação do Cardeal Hummes estaria incorrendo em uma inócua redundância.
Antes de continuar
neste assunto, quero esclarecer que pessoalmente não corro o erro estúpido e
presunçoso de me considerar Ateu. Contudo beiro o agnosticismo e pouco acredito
na Igreja com instituição, seja ela qual for. A religiosidade e a intimidade de
caráter espiritual de cada um são de foro íntimo e diz respeito somente ao
indivíduo. O que não o impede de compartilhar com outros que pensam como ele se
assim o desejar.
Também esclareço
que minhas considerações abaixo são embasadas em cima de notícias vinculadas
pela grande imprensa argentina e de textos escritos na Internet.
Nada tenho contra o
Cardeal Bergóglio e menos ainda contra o
Papa Francisco; aliás, me foi agradável a surpresa de finalmente ter em Roma um
Sumo Pontífice originado da América Latina.
Antes de pensar no
Papa Francisco, penso no ex-Cardeal Bergóglio e as denúncias que proliferam na
internet vindas da própria Argentina. São contundentes.
Menos por um alto
representante da Igreja Católica ser passivo por ocasião da Ditadura militar no
país, já que a Igreja sempre conviveu, forçada ou não, com os mais variados
regimes políticos, mesmo com àqueles que mais violentavam os Direito Humanos
dos discípulos do Vaticano. Até porque a Igreja não tem maiores forças para
lutar com qualquer regime político, seja ele qual for.
Ante qualquer
governo que tome o poder de um país, a Igreja sempre irá perguntar: “Quem está
no poder? Nós somos a Igreja e comandamos espiritualmente nosso rebanho”. E
seja qual for o mandatário no poder, irá conviver em harmonia com a Igreja e se
aproveitar dessa convivência.
Contudo; (há ser
verdadeiro o que falam os opositores argentinos contra o Cardeal Bergóglio); pesa
sobre o passado do ex- Cardeal Bergóglio, denúncias de que sabia da prisão de
dois seminaristas, que acabaram desaparecidos, e que nada fez em pró dos seus
colaboradores, vítimas da Ditadura.
Apesar da surpresa
inicial do novo Papa não ser um europeu, 1300 anos depois, o Conclave ao
escolher por 90 votos a favor, mais do que os 70 necessários, um Papa
latino-americano, nada mais fez que reconhecer e sanar o “abandono” de todo um Continente
predominantemente católico.
Porém, a escolha de
um Cardeal argentino; filho de pai italiano e mãe argentina; se por um lado,
colocou um “italiano” latino-americano no comando do Vaticano, por outro lado, fez
vistas grossas às denúncias que pesam sobre o passado do sucessor de Pedro,
atual Vigário de Deus na Terra.
Claro que com o
tempo tudo será “esquecido”, mas a Igreja de Roma terá de conviver com um Papa
com um passado, pessoalmente, sombrio.
Por fim, o ex- Cardeal Bergóglio agora é o Sumo Pontífice da Igreja Católica Apostólica Romana; o Vigário de Deus na Terra, queiram ou não seus opositores argentinos.
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Por fim, o ex- Cardeal Bergóglio agora é o Sumo Pontífice da Igreja Católica Apostólica Romana; o Vigário de Deus na Terra, queiram ou não seus opositores argentinos.
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quarta-feira, 13 de março de 2013
sábado, 2 de março de 2013
"ORGANIZADAS"DO CORINTHIAS FAZEM PROTESTOS FRENTE A EMBAIXADA DA BOLÍVIA
Sei não; com todo respeito a grande nação corintiana, que em sua grande maioria é de gente de bem; mas to vendo a hora em que os caras das "Organizadas" do Corinthians vão dizer que o jovem boliviano de 14 anos "Kevin Estrada", (cometeu o erro) de estar na direção do petardo disparado por (uma besta) corinthiana, na casa dos bolivianos; que penetrou pelo olho do garoto, atingindo e causando a perda de parte do cérebro????? Bolívia pode ser um pequeno e modesto país, mas não tem de ser "Terra da Maracangalha", cujo um juíz do Tribunal de Justiça, decidiu que os "Direitos do Consumidor" são mais fortes que uma decisão de uma Instituição Internacional - CONMEBOL - da qual o país é signatário....Minha casa pode ser uma bagunça, mas tenho que, no mínimo, respeitar a casa do vizinho.
Ainda bem que hoje é sábado e o consulado da Bolívia estava fechado e os bolivianos não tiveram de enfrentar a exigência arrogante dos "torcedores", que vociferavam pela soltura dos 12 "manos" presos na Bolívia, quando nem julgamento houve?? Como se eles tivessem quebrado algus pratos em algum restaurante de Oruro.
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