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sábado, 19 de março de 2011

OBAMA NO BRASIL 2



GADDAFI É RECEBIDO POR SARKOZY NO PALÁCIO DO ELISEU EM PARIS - 2007.
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OBAMA COMPRIMENTA GADDAFI NA ITÁLIA.
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Há que se entender uma coisa muito importante com relação aos EUA e seus presidentes: Seja qual for o presidente, pode ser até um budista oriental da comunidade no país e que por ventura consiga ser eleito, nada mudará na política internacional norte-americana, nem na suas incursões bélicas mundo afora; agora sob a conveniente justificativa da “ações bélicas de prevenção” contra o terrorismo, o inimigo invisível, detectado só pelos serviços de inteligência norte-americanos; porque quem manda de fato na política externa dos EUA é o Pentágono. Existe todo um “universo” bélico, de grandes Empresas e de agencias de espionagem, que depende da tensão de insegurança mantida pelo Pentágono no mundo.

O Presidente seja quem for, servirá apenas de para-raio interno e externo, um ator no mundo político,estará destinado as relações comerciais e a as justificativas políticas para posturas das Forças Armadas do país, mesmo que ele ache que o pessoal das estrelinhas no peito ficaram loucos. O resto é arenga pro mundo. A História dos anos 50 pra cá tem provado isso. A família Kennedy que o diga.

Exemplos contundentes são os ataques desferidos contra civis no Afeganistão e no Paquistão por aeronaves não tripuladas, os “Drones”, nome afeito ao vídeo-game, como tem sido denominado esses ataques. Uma ofensa a mortes de civis inocentes, muitos deles crianças. Com Obama na presidência e tudo mais. Quem manda é o Pentágono.
Porque cheguei a esta conclusão? Porque muito tem se falado sobre o Chefe de Estado O Presidente seja quem for, servirá apenas de para-raio interno e externo, um ator no mundo midiático, ao qual Obama as vésperas de sua visita ao Brasil. Por causa também dos seus pronunciamentos, bem como da sua secretária de Estado Hillary Clinton, (esta por vezes de uma arrogância hilária), em relação ao Chefe de Estado líbio Muamar Gaddafi.

Não tenho o nenhum motivo pra morrer de amores pelo outrora líder líbio, nem prós, nem contra, até por não conhece-lo e nem mesmo através da mídia. Tão pouco conheço a Líbia.

Mas tenho foto conseguida na Internet, com o Presidente Barack Obama comprimentando Muamar Gaddafi; Sarkozy recebendo Gadaffi com todas a deferência a um Chefe de Estado, como era considerado por todo o mundo ocidental capitalista.

Será que nessas ocasiões; antes da deflagração das revolta no Magrebe, pós o estopim do Mártir da dignidade árabe “Mohammed Bouazizi”; houve alguma conversa sobre algum fato com relação a possíveis opositores do regime “socialista” do livrinho verde de Gaddafi, ou sobre Direitos Humanos violados na Líbia? Quem sabe? Provavelmente não, afinal estava sendo recebido em solo frances o Líder do Governo da Líbia e outros interesses estavam em jogo, como contenção da emigração norte-africana e a expansão do islamismo, pelo qual a Europa sempre foi muito grata a Gaddafi, conforme noticiado os milhões de euros por Gaddafi recebidos pelo represamento de africanos do Magrebe; como também pelo petróleo líbio que irrigou por décadas tranqüilas o desenvolvimento do velho continente, em especial através da ENI italiana.

Já vi fotos de Trípoli que mostraram uma bela e evoluída capital. Com belas ruas e avenidas, belos e modernos automóveis, belas lojas e cativantes balneários, como também vi fotos de estabelecimentos de hospedagem em desertos. O que não falta na Líbia é deserto e areia. Talvez por isso cultivem tanto o verde, até na cor da capa do “manual socialista” de Gaddafi.

O que a mídia internacional dá a entender, é que não contavam com o “líder da revolução Líbia”, como ele gosta de ser chamado, dando o fora, após as primeiras manifestações de opositores ao regime, a exemplo da Tunísia e Egito. Acontece que Gaddafi, osso duro de roer, resolveu interromper a onda de revoltas vitoriosas no Magrebe. “Só saio daqui morto”! Vamos ver até onde vai a valentia desse árabe temerário.

O efeito dominó foi detido, ao menos por enquanto. Se perdeu ou ganhou o povo líbio, se continua ou cai o ditador como agora é chamado Gaddafi, só o futuro próximo vai dizer.

Talvez enquanto Obama estiver discursando no Teatro Municipal do Rio de Janeiro; sejam efetivadas as primeiras ações de “no-fly zone” contra a Líbia.

O presidente Barack Obama e família descem dentro de poucas horas no aeroporto de Brasília. Não pretende mais discursar em público e sim no Teatro Municipal da Cidade do Rio de Janeiro; para alívio do portugues dono do "Bar Amarelinho" que continuará com sua fama de estar a 50 anos sem NUNCA ter fechado.

Mais de 1milhão de brasileiros vivem nos Estados Unidos.

Este blogueiro vai tomar mais uma dose e vai dormir.

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